O estudo aponta que, entre 2000 e 2010, os percentuais de
indígenas brasileiros que vivem nas regiões Sul e Sudeste caíram, enquanto
cresceram nas outras regiões. A região Norte abriga a maior parcela de índios
brasileiros (37,4%), seguida pelo Nordeste (25,5%), Centro-Oeste (16%), Sudeste
(12%) e Sul (9,2%).
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domingo, 21 de maio de 2017
terça-feira, 18 de abril de 2017
O conceito de trabalho está se modificando
O
que esperar do trabalho no futuro
A
transformação digital reduziu a distância entre trabalho e vida pessoal. O
equilíbrio entre trabalho e vida privada parece desaparecer a cada avanço da
tecnologia digital.
Os
resultados do trabalho estão sendo mais importantes do que o tempo que as
pessoas levam para realizá-lo e sobre o local onde ele é executado. Também não
importa o momento em que se trabalha ou o processo pelo qual ele foi realizado.
O que importa são os seus resultados.
Todos
devem estar disponíveis a qualquer momento para a tarefa solicitadas, não
interessando mais o cumprimento da jornada de trabalho.
A
vida profissional para muitos será composta por contratações de tarefas de
curto prazo, sempre caracterizadas por ausência de vínculos de natureza
trabalhista. São trabalhos típicos de um freelancer
ou próprios do empreendedorismo. Muitas vezes, trata-se de trabalhos realizados
em casa, em espaços públicos como cafés e escritórios alugados. Para alguns,
esta é uma escolha positiva, embora não possa ser tomado como uma opinião
geral.
A
disputas pelos melhores talentos obrigarão as empresas a oferecerem pacotes de
serviços mais atraente, estabelecendo maiores remunerações e regras mais flexíveis
em termos de prazos e de outros elementos da entrega. Como os consumidores
estão valorizando suas relações com as marcas, esses profissionais precisam
alinhar- se ao valores da empresa e ao aperfeiçoamento dessas relações marca-consumidores
domingo, 2 de abril de 2017
O mundo já não é mais o mesmo
Os
governantes continuam os mesmos
No
Paraguai, tivemos fortes manifestações populares depois que 25 senadores aprovaram uma
emenda constitucional, permitindo a reeleição do presidente do país, Horacio
Cartes. O projeto foi aprovado pelos senadores ao final de uma sessão convocada
de urgência, no final da semana.A manifestação resultou na morte
de um importante líder ativista da oposição, dezenas de cidadãos feridos e na
destruição do congresso Nacional, ademais de outros prejuízos ao patrimônio
público.
Na Rússia, outro oposicionista,
Alexei Navalny, e centenas de partidários foram detidos há sete dias atrás
durante protestos contra a corrupção, em uma das maiores manifestações contra
Vladimir Putin desde seu retorno ao Kremlin em 2012. Os protestos, convocados
por Navalny, reuniram dezenas de milhares de pessoas no país. Navalny já havia
publicado rela tório, onde acusava o primeiro-ministro Dimitri Medvedev de patrocinar
os interesses de um império imobiliário financiado por oligarcas.
Os Estados Unidos vivem onda de
protestos desde a posse do presidente Trump. Protestos de feministas, contra os
posicionamentos sexistas do presidente, protestos de imigrantes, protestos
contra as mudanças nos planos sociais herdados de Obama, protestos contra a
discriminação religiosa e racial e protestos na área econômica pela implantação
de medidas protecionistas, de inspiração mercantilista.
Na França, os protestos têm como
alvo as ações policiais, tidas como muito violentas, e contra a exclusão das
populações das periferias das grandes cidades, tomadas pelo sentimento de
injustiça em relação aos imigrantes que vivem nos subúrbios dessa cidade. Mais
recentemente as manifestações ganharam mais força, com a população
intensificando a violência em seus protestos contra as reformas trabalhistas
propostas pelo Governo.
No
Brasil, ocorrem protestos contra o governo Dilma, contra as necessárias Reforma
da Previdência e das relações trabalhistas e a favor da Lava a Jato.
No
mundo todo, o povo participa, vigia com maior atenção a gestão pública.
Políticos
precisam entender a nova realidade e reassumir seus compromissos com a
sociedade. É momento de deixar à margem os interesses de grupos e de pessoas e
de produzir o atendimento às crescentes demandas sociais. Elas estão se
reproduzindo em velocidade muito rápida, tornando-se iminentes e os governantes
não conseguem responder a elas com a presteza que a sociedade exige.
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