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Mostrando postagens com marcador Marketing. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 19 de maio de 2017

As mudanças não param de impactar modelos de negócios existentes

Três condições para vencer no mundo digital
O mundo digital supõe três habilidades para manter competitividade empresarial.
1a) Ser rápido, ou seja, a empresa precisa ter a capacidade de se mover rapidamente, com agilidade, para perceber e responder às mudanças do consumidor, concorrentes disruptivos e condições de mercado em velocidade cada vez maior.
2a) Ser granular, acessando os dados e promovendo análises desses dados com a menor granulometria, de modo a alcançar, em tempo real, os nichos e sub-segmentos com maior potencial de compras.
3a) Ser crescentemente conectado, alavancando sua conectividade pela maior pró-atividade conferida às ações relativas ao ecossistema digital, formado por consumidores, clientes e funcionários. Essas ações devem ter os objetivos de proporcionar transparência e aprofundar o engajamento de todo o ecossistema com a empresa.
A tecnologia fará cada empresário rever seu modelo de negócio para manter-se competitivo e financeiramente saudável.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Marketing digital

Integrar canais de distribuição
Já não se discute mais sobre as rivalidades entre canais físicos e digitais. Agora, os esforços estão centrados em como integrá-los de forma a permitir a relação do cliente com a marca. Afinal, é com a marca e seus produtos que o cliente quer se relacionar para ver suas necessidades atendidas.
A palavra de ordem é integrar e-commerce, vendas diretas, vendas corporativas e lojas físicas, por meio da digitalização das lojas, tornando-as mais interativas. As lojas devem disponibilizar internet, terminais com múltiplas funções, vendedores munidos de dispositivos móveis e acesso a informações, já que os clientes virão às lojas, de modo geral, depois de consultarem preços, produtos e qualidade na internet. Vendedores precisam ter informações mais ricas porque serão mais questionados.

Filas, nem pensar. As gerações mais novas querem ter terminais próprios para efetuarem seus pagamentos, sem demoras. Se possível aplicativos que permitam pagar pelo seus dispositivos móveis.Querem também terminais que permitam realizar todo o processo de escolha de produtos. O pessoal da loja deve se concentrar na preparação e na entrega dos produtos comprados.
As lojas devem aprender a gerir seus estoques. Adaptá-los às novas circunstâncias da demanda. Nada de vendas perdidas por falta de itens no estoque e nada de estoques excessivos, pois isso pressionaria o capital de giro da loja. Tudo requer investimentos em tecnologia, marketing digital e logística.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Sobe e desce no comércio internacional

Dólar em queda
Dólar abaixo do R$ 3,50 começa a complicar a vida do exportador brasileiro. É de notar que estamos em meio a uma debandada do capital especulativo que até então arbitrava as taxas de juros nacionais e se aproveitava dos eventos políticos que impulsionaram o Ibovespa.
A boa notícia vem do Reino Unido que divulgou alta de 2,0% de sua produção industrial em abril, quando comparada ao mês anterior.
A má notícia é que as exportações chinesas sofreram recuo de 4,1% em maio, face a igual período do anto anterior. A demanda nos países ricos parece ter encolhido para os produtos chineses.
Resultado de imagem para commodities brasil
As commodities agrícolas têm apresentado altas sucessivas repondo, de certa maneira, as perdas pela valorização do real.
O sobe e desce dos preços relativos traz nova turbulência ao comércio exterior brasileiro. 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Experiências do consumidor

Experiências do consumidor são medidas nos contatos com a empresa
Clientes elegem os produtos e as marcas que querem consumir. Oferecer experiências singulares, distintas e memoráveis é a próxima fronteira do marketing. O esforço desse profissional é monitorar o que se tem chamado de jornada do cliente. Em outras palavras, acompanhar as reações e avaliações dos clientes em todos os pontos de relacionamento dele com a empresa, desde a pré compra até o pós-venda e a próxima recompra. No percurso percorrido ele deve ser levado ao convencimento da relevância da empresa e de seus produtos e serviços para suas decisões relativas às escolhas que faz.
A adoção dessa prática é intensa e cresce a cada dia. Considere a possibilidade de implantação da Jornada do Cliente rapidamente, ou você pode ficar para trás. 

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Mundos físico e digital se unem

A experiência de cliente virou coqueluche
nos canais de Marketing
Ao estudar 400 CMO’s de grandes empresas com operação no Brasil, a FIA/PROCEB identificou, no final do primeiro trimestre de 2016, a adoção quase generalizada (55% dos respondentes) das medidas qualidade, satisfação e engajamento dos clientes como os principais indicadores do desempenho de marketing das organizações. Esses indicadores somam-se hoje ao NPS e com ele rivalizam como medidas mais importantes das empresas.
A jornada do cliente, ainda em fase inicial, já mostra acentuada aceitação pelos entrevistados. 45% deles entende ser esse um instrumento apropriado para aferir as experiências vivadas pelo consumidor, permitindo ganhos expressivos na qualidade do aperfeiçoamento das relações com esses clientes. Muitos dos executivos de marketing já atribuem à Jornada do Cliente resultados referentes à fidelização de seus clientes.
Os mundos físico e digital estão se fundindo, levando as pessoas a esperar interações consistentes e personalizadas com marcas em todos os canais e dispositivos. 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Brasil em polo passivo

Comissão Europeia inicia investigação antidumping 
Aberta, pela Comissão Europeia, nesse mês de dezembro, a investigação para averiguar a existência de dumping sobre as importações europeias de determinados óxidos de manganês, originários do Brasil, Geórgia, Índia e México.
Os produtos atingidos pela investigação são os óxidos de manganês (fórmula química : MnO), com uma pureza em peso líquido de 50% e mais de 77% de manganês.
Os exportadores e associações de exportadores no Brasil devem entrar em contato com a Comissão Europeia, em até 15 dias da abertura da investigação, a fim de se identificarem e receberem o questionário do produtor/exportador para resposta. O prazo para a resposta do questionário é de 37 dias, a partir da abertura da investigação.
E não é que o Brasil passou para o polo passivo das questões de comércio internacional. 

sábado, 12 de setembro de 2015

Economias abertas também precisam de alta tecnologia

O baixo crescimento mundial
provoca sobressaltos
A exportações tailandesas caminham para mais um ano de crescimento negativo, em meio ao fraco consumo privado e à redução da demanda externa.
Com a economia aberta, as exportações são as maiores causas do emprego e, portanto, da renda nacional. São também responsáveis pelas receitas fiscais do governo e pela formação das reservas cambiais. As exportações, incluindo as reexportações, respondem por dois terços do PIB nominal da Tailândia.
Segundo analistas, essas reduções sucessivas decorrem da desaceleração das economias da China e do Japão, além da queda da demanda de eletrônicos.
Nesse último caso, o problema está na área de marketing , no capítulo do comportamento do consumidor. A preferência das cadeias globais de abastecimento desloca-se agora em direção aos produtos do setor de alta tecnologia de eletrônicos para atender as demandas mais sofisticadas dos países desenvolvidos.

Enquanto a China e o Japão não recuperarem os níveis anteriores de atividade econômica, resta à Tailândia a tentativa de reduzir essas perdas, aproveitando-se de sua localização geográfica e aumentar as exportações para a região conhecida pela sigla CLMV: Camboja, Laos, Myanmar e Vietnã. Vai ser difícil.
Os mercados se sofisticam e as empresas, bem como os setores da econômicos, precisam acompanhar os novos padrões de consumo. A Indochina não será um substituto a altura dos mercados ricos.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Comércio administrado e não livre-comércio

Brasil e da Argentina assinaram novo
acordo automotivo, por um ano.
Interessante notar a forma com que o acordo Brasil-Argentina sobre exportações de automóveis e autopeças foi apresentado ao público brasileiro: Chamou-se de “Novas Regras de Livre-Comércio de Veículos”.
Trata-se de inovação na nomenclatura do comércio mundial, envolvendo a expressão “livre-comércio” que se fosse livre, não precisaria de acordo algum. Sem dúvida, mais um intervencionismo, com chapa branca, de ambos os lados, costurado em área de livre-comércio.
De qualquer forma, os termos da inexistente liberdade comercial envolvem as seguintes cláusulas principais:
  1. Para cada 1 milhão de dólares em automóveis comprados da Argentina, sem imposto de importação, o Brasil poderá exportar até 1,5 milhão, também sem imposto na Argentina.
  2. Fica mantida a relação de mercado que é de 11% de veículos argentinos no mercado brasileiro, contra 44,3% de unidades brasileiras, no mercado argentino.
  3. Volta o sistema “flex”. O sistema “flex” fazia parte do último acordo com os argentinos.
  4. Manutenção, em ambos os setores produtivos, de uma participação mínima nos respectivos mercados de veículos, de 11% de automóveis argentinos no Brasil e 44,3% de brasileiros na Argentina.
  5. Entrada em vigor em 1° de julho e vale até 30 de junho de 2015.

Até junho do ano passado, para cada US$ 1 importado do país o Brasil podia vender US$ 1,95. Quando o acordo venceu, foi renovado até o meio deste ano. A verdadeira intenção da indústria brasileira é a de manter o fluxo de comércio, mas para isso terá que aumentar a complementaridade produtiva com o país vizinho.
Todas essas regras precisarão ser removidas para realmente chegarmos ao que se chama de livre-comércio.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Marketing Experience

Construindo Marcas no varejo
Ofertas personalizadas, eventos patrocinados, recompensas exclusivas, prestação de serviços de apoio ao uso, vantagens de compras, lançamentos de produtos e coleções segmentados, ambientes de compras diferenciados e outras iniciativas produzem sentimentos de reconhecimento e fazem os clientes sentirem-se privilegiados. Pelo menos é o que diz a boa teoria de marketing.
Nesse sentido, pesquisa realizada entre as marcas mais bem sucedidas entre seus consumidores mostra alguns elementos essenciais e que explicariam o sucesso das marcas:
1) Apresentar diferentes formatos de lojas, para agradar aos variados tipos de público
2) Possuir programa de fidelidade que consiga simultaneamente: produzir benefícios relevantes ao cliente, facultar experiências exclusivas com a marca e apoiar o consumidor com informações e serviços no uso do produtos.
3) Tornar a relação interativa com seus clientes, dando a eles a oportunidades de serem ouvidos em seus anseios e em suas necessidade não atendidas.
4) Apresentar portfólio com extensão, profundidade e consistência de maneira a permitir que as ofertas possam atingir vários segmentos de mercado, sem desembocar em qualquer inconsistência ou contradição que acarretem dissonâncias prejudiciais à marca.
5) Para isso, os posicionamentos de marcas e sub-marcas requerem esforços distintos e, até mesmo, agências distintas, para evitar perdas de  negócios potenciais, em regiões ou segmentos específicos.
6) Aumentar o pedido médio pela oferta de produtos e serviços em forma de kits, atendendo às variadas necessidades de uma única vez, com um a ida única ao ponto de venda.
7) Oferta de financiamento competitivos para amparo a volumes mais altos praticados pelo cliente.
Esse pontos nos faz pensar que a escolha da marca, e a preferência que ela consiga desenvolver, decorre hoje, muito mais da capacidade de entender e atender aos clientes, do que de sua presença na mídia. Isso tem sido sustentado pelos melhores profissionais do marketing, mas o que se observa em relação aos gastos de comunicação não dá apoio as afirmações tão radicais.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Critério de classificação sócio-econômica evolui no Brasil

Reproduzo texto que recebi por email da ABEP. Considero-o como uma importante evolução  do pensamento de marketing no Brasil
Um novo retarato do Brasil
Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa apresenta nesta semana o novo modelo de classificação socioeconômica para fins relacionados ao estudo do consumo no País
Por Jonas Furtado
jfurtado@grupomm.com.br
Na terça-feira 14, os líderes dos maiores institutos brasileiros de pesquisa se reunirão para o encontro bianual de dirigentes do setor. A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) aproveitará o evento para apresentar oficialmente o Novo Critério de Classificação Econômica Brasil, previsto para ser adotado a partir de 1º de janeiro de 2014. Dentre as principais diferenças para o critério utilizado atualmente, estão a substituição da renda declarada por variáveis indicadoras de renda permanente, a expansão da abrangência geográfica e a inclusão da composição familiar, do porte dos municípios e da região onde estão localizados como parâmetros fundamentais para a segmentação dos padrões de consumo dos brasileiros.
O Critério Brasil é uma evolução do indicador criado pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), no final da década de 1960, para definir uma segmentação mais apropriada da população em classes econômicas e a avaliação do poder de compra de grupos homogêneos.
Com o aumento da importância do consumo (que em 2012 respondeu por 63% das riquezas geradas no País) na composição da economia brasileira na última década, a atualização do critério tornou-se uma demanda urgente de agências, anunciantes e veículos. “É necessária uma segmentação mais adequada do mercado para que as empresas saibam exatamente onde concentrar investimentos. Hoje, mais da metade da população do Brasil está inserida dentro da classe C. É muita gente para se direcionar uma estratégia e o aprimoramento do critério permitirá segmentar essas pessoas”, diz Suzana Pamplona, diretora de insights estratégicos da Johnson & Johnson.
A executiva enaltece a abrangência do novo critério, que leva em conta dados dos 62 mil domicílios cobertos pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE em todo o País. O indicador atual cobre 11 mil domicílios de nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Distrito Federal, Salvador, Recife e Fortaleza), por utilizar a amostragem do levantamento socioeconômico do Ibope. “Boa parte do crescimento do Brasil não vem dos grandes centros. A introdução de cidades pequenas e médias dará melhor visibilidade do que acontece no País”, avalia Suzana.
A maior assertividade propiciada pelo novo critério também é celebrada pelo diretor de mídia para São Paulo da DPZ, Boaventura Júnior. “As empresas estão vendendo mais e querem saber para quem, assim como querem conhecer o potencial de crescimento do mercado em que estão inseridos, para lançar produtos específicos” analisa. “Haverá uma modificação na tabela de mídia de alguns veículos, especialmente os mais segmentados, que conhecerão melhor o poder de compra de seu público”.
Origem do novo Modelo
A Abep estudava a adoção de um novo modelo para o Critério Brasil quando, em abril de 2012, os caminhos da entidade se cruzaram com o dos professores Wagner Kamakura, da Escola de Negócios da Universidade de Duke (EUA), e José Afonso Mazzon, da Faculdade de Economia e Administração da USP. Críticos dos métodos em vigor, há dois anos eles desenvolviam um modelo a ser aplicado para uma segmentação socioeconômica mais realista em relação ao potencial de consumo da população brasileira. O projeto resultou em um artigo encaminhado para o Marketing Science Institute, que pode ser premiado na conferência anual do instituto europeu, a ser realizada na primeira semana de junho, na Turquia. O trabalho já está entre os três finalistas.
O modelo proposto por Kamakura e Mazzon usa 35 variáveis indicadoras de renda permanente (como educação, condições de moradia, acesso a serviços públicos, posse de bens duráveis e ativos financeiros e não financeiros) para determinar o potencial de consumo dos domicílios em relação a 20 categorias de produtos e serviços (dentre as quais, alimentação no domicílio e fora de casa, artigos de limpeza, vestuário e saúde e medicamentos). Uma das principais vantagens é a possibilidade de classificação mesmo que apenas parte dessas variáveis seja determinada. “O conceito de renda permanente é o mais adequado para o estudo do consumo, porque considera não apenas a renda corrente dos domicílios. Os gastos envolvem o acúmulo de bens e ativos financeiros e a expectativa das condições de vida para o futuro”, explica Luis Pilli, diretor-geral da Abep, que conduz o processo de implementação do Novo Critério Brasil. Isso possibilita estimar onde as pessoas alocarão seus recursos em caso de aumento de renda.
Luis Pilli e José Mazzon: Maior abrangência geográfica é um dos diferenciais do novo modelo.
“É um critério mais adequado metodologicamente e gerencialmente mais eficiente para a segmentação de mercado. As respostas propiciam maior precisão, uma vez que permitem a caracterização do consumo não só por categorias mas também em termos demográficos, de exposição à mídia, de estilo de vida e valores, propiciando o que o mercado chama de segmentação psicográfica, que leva em conta atitudes, interesses e opiniões”, afirma Mazzon. “Assim como o poder de compra não é igual nas diferentes regiões do Brasil para um mesmo tipo de família, não dá para equiparar o consumo de indivíduos com a mesma renda mas que vivem em municípios com porte distintos ou em domicílios cuja estrutura familiar seja díspar. Os padrões serão muito diferentes”.
O modelo foi desenvolvido para possibilitar tanto a comparação com estudos mais antigos feitos no Brasil (desde que contemplem a estrutura familiar, a região e o porte de município dos entrevistados, além de um mínimo de 15 variáveis previstas no novo critério) feitos no Brasil, quanto com padrões de consumo verificados em outros países, construindo, assim, uma base internacional de dados. “Hoje as multinacionais não conseguem comparar o desempenho de seus produtos em diferentes mercados. Por esse modelo, seria preciso incluir mais uma variável fundamental, para distribuir pesos diferentes para fatores mais menos importantes dependendo dos países envolvidos. É ainda um sonho, mas perfeitamente factível”, assegura Mazzon.
Denominação
O novo modelo divide a população brasileira em sete estratos socioeconômicos. As denominações definitivas ainda não foram definidas – por enquanto, foram ordenadas por números de 1 a 7, sendo 1 a mais alta e 7 a mais baixa. Existe tanto a possibilidade de que continuem desta forma quanto voltem a ser classificadas por letras, como acontece no modelo atual. A Abep estimulará o debate e ouvirá a opinião da indústria da comunicação a respeito do tema a partir do evento desta terça-feira 14.
COMPARAÇÃO ENTRE OS MODELOS*

Novo Critério Brasil
(estimativa)
Critério Brasil
atual
C**
Brasil
RMs***
RMs***
C**
1
2.8%
4.6%
4.5%
A
2
3.6%
5.9%
9.1%
B1
3
15.1%
18.5%
19.3%
B2
4
20.6%
23.9%
25.6%
C1
5
20.6%
23.1%
23.2%
C2
6
22.8%
18.4%
17.1%
D
7
14.5%
5.6%
1.1%
E
100%
100%
100%
(*)A comparação é feita em cima de dados da POF relativos ao ano de 2009
(**)Classe
(***)Regiões Metropolitanas cobertas pelo levantamento socioeconômico do Ibope.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Um modelo novo?

Banco da IBM nomeia representantes
locais para crescer
A IBM já havia entendido que é preciso oferecer o funding do financiamento se quiser vender suas máquinas.
 Seu banco basicamente opera com leasing e com financiamentos para aquisição dos hardwares.
Nesses últimos tempos, acompanhou o nível de atividade dos mercados de sua atuação e elegeu aqueles com maior potencial de crescimento. Nomeou novos representantes no Rio de Janeiro, Interior de São Paulo, Rio Grande, Bahia e Paraná.
A ideia é intensificar os pontos de oferta de financiamento, reforçando o share da companhia em locais onde a liderança possa ser conquistada. Nesses locais, um dos principais segmentos eleitos pela IBM é o de pequenas e médias empresas, que já representa cerca de 20% das vendas da unidade brasileira.
Bancos médios e pequenos poderiam encontrar nesse modelo uma alternativa de expansão de seus negócios, levando apoio financeiro a grandes empresas por meio de algumas operações de financiamento. Que tal experimentar? 

sábado, 25 de agosto de 2012

A recuperação se confirma

Supermercados apresentam outro
crescimento de vendas
As vendas nos supermercados de São Paulo registraram crescimento, em julho. O resultado foi atribuído às férias que, segundo os especialistas, provocaram aumentos nas linhas de alimentos e bebidas.
Na base desse crescimento estão as desonerações de alguns poucos produtos, o aumento da renda real, o crescimento no nível do emprego na cidade São Paulo e o crescimento do crédito. Não é a toa que os índices de inflação têm apontado os grupos de alimentos, bebidas e despesas pessoais como os responsáveis pelo crescimento dos preços. O reflexo positivo se dá no faturamento dos supermercados que mantém grande otimismo em um ano como esse.
Fica também evidenciado que o mercado ainda apresenta sinais expressivos de demanda reprimida. Os novos entrantes no consumo, impulsionados pela emergência social, pressionam os preços dos produtos básicos, enquanto a parte da população que já havia se beneficiado dessa ascensão econômica e social, mergulha no mar das marcas com prestígio intermediário ou premium.
A ascensão vem em ondas. Mais fortes e visíveis, no início do processo, e se propaga, em ondas mais fracas, em direção à qualificação das demandas, ao longo do tempo.
O fenômeno é duradouro, dando vitalidade à recuperação, e a sua irmã siamesa, a inflação.

sábado, 16 de junho de 2012

Sinais dos tempos

A retração econômica mudou o
comportamento do anunciante?
Não há como negar que a retração faz estragos em todos os setores econômicos. A área financeira no Brasil, por exemplo, surpreendida pela abrupta queda dos juros reage de forma aparvalhada aos novos tempos. Os programas de demissões já estão sendo preparados em vários setores. Ninguém quer ser o primeiro para não cair na antipatia do governo. Também não é prudente ser o último.
Interessante notar no campo da publicidade que a internet passou a ocupar, no primeiro trimestre desse ano, a segunda mídia em receitas publicitárias, superando os jornais, conforme apontou a pesquisa realizada pela Interactive Advertising Bureau. Nesse primeiro trimestre, a web atingiu um share aproximado de 12% dos totais de gastos em publicidade, passando a ocupar o honroso segundo lugar nos gastos em mídias.
Jornais tiveram sua participação reduzida, lembrando que os custos com mídia impressa chegaram a patamares abusivos. Salvo algumas poucas exceções, a TV está sendo usada como mídia vendedora, em substituição aos jornais que tradicionalmente fizeram esse papel. As mensagens oferecem preços, descontos, prazos e financiamentos a prazos longos e juros baixos. Comerciais com objetivos de posicionamento de marcas e produtos ficaram mais raros e os planos de comunicação aproveitam-se dos conceitos e significados construídos em épocas de bonança.
A internet ainda é relativamente muito barata e tem uma eficácia maior em tempo como esses.

terça-feira, 20 de março de 2012

O país vive sob o regime comunista?

Órgão de controle da concorrência,
em país comunista.
O velho Marx estaria virando no caixão. A China e seu órgão antitruste preocupam-se com a concentração de mercado.
O Google está comprando a Motorola. Para isso aguarda apenas pela aprovação chinesa. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos já aprovou o negócio de quase US$ 13,0 bilhões. A União Europeia também.
É possível, numa situação tão esdrúxula como essa, que o desfecho a ser dado ao caso pela agência da China (que cuida dos monopólios dentro de seu país), venha a exigir um aumento expressivo da participação do estado chinês na composição do capital social da nova empresa.
Seria irônico o Ocidente tomar uma lição dessa natureza: concentrações não interessam ao bom funcionamento dos mercados.
Monopólio? Só de estado, pô!

sábado, 10 de março de 2012

Descabimento tecnológico

Nos Estados Unidos, funcionários ignoram as políticas de segurança de suas instituições. Será?
A pesquisa, sob encomenda de clientes privados, foi realizada pela Harris Interactive, nos Estados Unidos, via internet, no início desse ano. Foram 2.541 respondentes. Deles, 1.391 trabalham em período integral ou meio-período.
Os resultados assustam:
1)  54% dos entrevistados declaram nem sempre seguir as políticas de segurança de TI das suas empresas
2)  33% deles sequer conhecem essas políticas
3)  21% colocam em risco a segurança dos números de cartões de crédito dos clientes, relatórios financeiros e documentos fiscais e de RH.
4)  51%, afirma que copiou, digitalizou ou imprimiu informações confidenciais no trabalho.
5)  13% dos funcionários dizem precisar, no local de trabalho, de uma senha ou um código de acesso para liberar essas ações.
6)  54% entendem que os computadores representam a maior ameaça à segurança da rede das suas empresas, em comparação com outros dispositivos de TI.
7)   39% dizem que se preocupam pelo menos às vezes com a preservação da segurança de informações confidenciais.
8)   86% se preocupam pelo menos um pouco com informações pessoais.
9)  77%, com dados dos clientes.
10)              77%, com informações dos funcionários.
11)              70%, com as informações confidenciais da empresa.
 A ser verdade, estamos diante do caos. Entretanto, quero questionar essa pesquisa. Estudos feitos por meio da internet apresentam sempre resultados controversos e sua qualidade, à luz da metodologia científica, sempre aparece comprometida: a amostra não é aleatória, os controles sobre as respostas não são possíveis, não se tem certeza sobre quem está do outro lado respondendo. Esses cuidados não são mais valorizados pelos compradores de pesquisa. O custo é variável determinante da decisão de compra.
Agora imagine se o comprador dessas informações resolver pelo desenvolvimento de um produto ou serviço com base nesses resultados. Produtos novos apresentam, tradicionalmente na prática de marketing, baixos índices de sucesso. Pelas mais variadas razões, os lançamentos de produtos costumam fracassar. O marketing desenvolve, para minimizar esse problema, um rico instrumental de pesquisas e de metodologias de desenvolvimento de produtos para que a taxa de sucesso seja cada vez maior. Até os softwares de gestão de conhecimentos são utilizados para isso.
Fico aqui pensando na loucura desses contratantes de pesquisa. O que já é difícil vai ficar ainda mais complicado. Afinal, sem informações, erra-se muito, mas, com informações erradas, erra-se muito mais.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Perdendo valor

As 10 marcas que mais perderam valor
em 2011
No o dia 21 de outubro do ano passado o blog "erros de marketing" publicou a matéria que reproduzo agora, para análise posterior.
"Todos os anos a consultoria Interbrand divulga o ranking das marcas mais valiosas do mundo. A lista de 2011 acabou de ser publicada e é, novamente, encabeçada pela Coca-Cola. O destaque positivo dessa edição é a Apple, que avançou várias posiçõespelo segundo ano consecutivo.
Mas.. se por um lado algumas empresas se dão bem conseguindo manter uma marca forte, outras se dão mal. E essa é a lista das 10 marcas que mais perderam valor nos últimos 12 meses:
Sinceros parabéns do Erros de Marketing para Nokia, Nintendo, Sony, Yahoo!, Dell, Nescafé, Ikea, Blackberry, MTV e Morgan Stanley."
É bem verdade que "podemos aprender com o erro alheio".

domingo, 11 de dezembro de 2011

Sobre a carne, no Brasil

Relatório Semanal da CMIX
Disponível nos sites:
Reproduzo texto do Relatório Semanal da CMIX enviado pelo amigo Emmanoel Zullo Godinho, de Toledo, no Paraná. O grifos são nosso.
“O presidente do frigorífico Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, disse que o Brasil produzirá 50 milhões de bezerros até o final deste ano. Para 2012, haverá um crescimento de 3% a 4% desses animais.
No Brasil, estamos caminhando para o ponto de inflexão do ciclo da pecuária. Temos aumento de estoques de vacas e bezerros. Poucos países estão nesse processo de recomposição do rebanho. O criador brasileiro ainda está com boa produtividade, disse o executivo.
Segundo ele, em um mundo de demanda crescente, o Brasil ocupará uma posição única no mundo como fornecedor de carne bovina, já que o que se observa é uma redução na produção da proteína nos principais concorrentes do país, principalmente os desenvolvidos. Na Europa, estão diminuindo os subsídios à produção; nos Estados Unidos, temos o menor rebanho dos últimos 60 anos e o foco está no subsídio ao etanol e os produtores estão deixando a atividade pecuária para investir em etanol. Na Austrália, temos rebanho estável (flat) e não aumenta por falta de água. Na Argentina, problemas internos políticos prejudicam o setor. Estamos no lugar certo para produzir proteínas explicou o executivo. Ele também disse que 2012 será um período sem grandes "surpresas" no preço da arroba do
boi. Os contratos negociados na BM&FBovespa indicam preços 5% menores para o ano que vem, declarou. Com relação à demanda, no mercado doméstico, é "bastante pujante, ainda mais com crescimento de renda da população." O Nordeste é uma região-foco da empresa para o ano que vem.
No mercado externo, conforme Queiroz, a demanda por carne bovina continuará, principalmente em mercados em desenvolvimento. Sobre China, o executivo disse que há um grande potencial de aumento de demanda. O consumo per capita na China é pouco, cerca de 3 quilos/ano. Mas fizemos uma conta: se cada chinês consumir pelo menos um hambúrguer a cada dois meses, há um aumento de um quilo no consumo per capita/ano. Vemos que a China cada vez mais está se direcionando para um consumo ocidentalizado declarou. Hoje, 8% do volume exportado da companhia são para Hong Kong e China continental. Se incluir países do Oriente Médio, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos, países que também estão mais flexíveis para exportações de proteínas, esse  porcentual passa para 40%. Queiroz informou que sua unidade no Paraguai está operando normalmente, com produção  destinada ao mercado interno, Brasil e Rússia. Para o Chile, grande mercado consumidor da carne paraguaia, a empresa está atendendo o país de unidades brasileiras. Essa é a beleza da diversificação geográfica ressaltou. Sobre o embargo russo a frigoríficos brasileiros, Queiroz se mostrou confiante na reversão da medida adotada pelo país. Os técnicos estão visitando  unidades brasileiras, inclusive algumas nossas. Só de estarem fazendo essas visitas, é um sinal de reversão do embargo e até novas habilitações de unidades em breve declarou.”
Portanto, o mercado de carne bovina continuará muito bom, pelo menos por mais alguns anos, puxando a carne de porco e de frango para a mesma direção.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Logotipia 3

O que não vemos nas marcas
Formas e significados podem se perder. Em muitos casos, estão evidentes para uns e não são visíveis para outros.

Famoso chocolate. Repare no urso que a montanha nos alpes suíço forma.





As penas coloridas do logo da emissora americana representam seus 6 departamentos, a cabeça do pavão representa o telespectador


Site para compra de fonts,  reparem que o My formam uma mão



Marca genérica de Doritos, reparem nos dois Ts alegres e o molho entre eles