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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Para quem mora no exterior

Ofertas de franquias para o exterior
A Sodiê Doces, empresa franqueadora para bolos e, agora, para salgados, cogita expandir suas atividade para Miami e Orlando. Estejam atentos. O negócio é promissor.
No próspero segmento de Açaí processado, a Food Brasil, projetou fábrica  em Poços de Caldas (MG) para ampliar sua capacidade produtiva e já pensa em atuar no exterior. Igualmente, a Nutty Bavarian, com suas nozes glaceadas, e outros produtos, também estuda franquear  seus negócios para os Estados unidos e Europa, incluindo Espanha, Portugal.
Esses negócios, de administração relativamente simples, podem ser oportunidades de ampliação de renda familiar em cada um desses países, até porque permitirá que pelo menos uma pessoa a mais da família possa contribuir para a renda domiciliar.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Catalunha perde a força para o racha

Algumas decisões empresariais foram esquecidas pelos separatistas
O movimento começou forte. Em poucos dias, as manifestações contrárias começaram a aparecer. Milhares de pessoas foram às ruas para protestar contra o movimento separatista.
Já temos dois bancos que resolveram mudar sua sede, deixando o território Catalão. Há dez dias atrás a Sabadell também deixou a Catalunha. Na esteira dessas decisões outras empresas já mostram intenções semelhantes.
É bom lembrar que, tradicionalmente, instabilidades e turbulências no plano político não combinam com vida econômica. A riqueza pode mudar de lugar.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Primeiro a Alemanha, depois a Espanha e, em seguida Portugal

Agora é a vez da França
Enquanto o Brasil vive a às voltas com sua recessão crônica e com problemas políticos sérios para aprovar suas reformas trabalhista, tributária e previdenciária, na Europa, a França parece mostrar fôlego para resolver os mesmos problemas de maneira mais rápida.
Com uma crescente população em idade economicamente ativa e com produtividade elevada, a França acaba de eleger um legislativo de maioria liberal, disposta a dar apoio às medidas reformista de Macron, destravando os investimentos em sua economia e dando novo impulso ao crescimento econômico e à redução do desemprego. Portugal e Espanha, tidos anos atrás como os maiores riscos na periferia da União Europeia, crescem a taxas surpreendentes. A Alemanha continua a exibir sua saúde econômica, enquanto o Reino Unido patina nas suas ideias separatistas, com sua moeda em baixa no mercado internacional. Bancos deixam Londres à busca de Frankfurt. Paris será uma opção interessante para as instituições financeiras, se Macron andar rápido no plano tributário e trabalhista.
O Brasil, exportador de matérias primas, tem perdido participação em vários mercados globais e, se não superar a crise política em que se vê metido, não conseguirá por fim à longa recessão que experimenta nos últimos anos e, nem mesmo reduzir os níveis de desemprego e de insegurança que enfraquecem o mercado nacional.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Investidores são homens de fé

Nada, de fato, faz o investidor perder a confiança no Brasil
A crise política é imensa. A crise econômica não é menor. Mas os investidores estão entusiasmados. Só nessa semana, ainda que muito curta devido ao feriado de quinta-feira, tivemos as seguintes notícias:
1)- A CMA GCM, companhia de navegação de capital francês, divulgou a conclusão do acordo para aquisição da Mercosul Line, empresa de cabotagem (navegação entre portos do mesmo país) pertencente a Maersk Line.
2)- A Maersk havia comprado a alemã Hamburg Sud, dona da Aliança que, por sua vez, é líder no tráfego marítimo doméstico brasileiro. Temia uma ação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica do Brasil que, provavelmente apontaria para concentração no mercado de cabotagem.
3)- A empesa norte-americana AGCO, empresa que detém a marca Massey Ferguson, e uma das grandes produtoras mundiais de máquinas agrícolas, está concluindo a aquisição milionária da Kepler Weber, tradicional produtora de silos e equipamentos para armazenagem de grãos. Esse negócio estaria na casa dos US$ 200 milhões.
4)- O banco espanhol Santander avalia a compra do brasileiro Banco Original. O Original tem forte atuação no agronegócio, área de interesse estratégico do Santander.
5)- Também já circulam rumores sobre a venda da Vigor. As maiores interessadas seriam as francesas Danone e Lactalis.  O processo de venda estaria em estágio inicial. Haveria ainda duas outras interessadas, uma mexicana, outra suíça.
Os investidores estrangeiros demonstram um grande interesse em ativos brasileiros, sobretudo para os chamados investimentos externos diretos. Nada abala a fé desses homens. Eles querem frequentar o mercado nacional porque esperam dele uma boa rentabilidade.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Sem horizontes

Os Estados Unidos não participarão dos problemas mundiais?
O encontro anual dos líderes dos sete países mais industrializados do mundo mostrou que a liderança mundial norte americana está agonizando. Não houve evolução nos assuntos referentes ao clima. A única preocupação compartilhada por todos, inclusive pelo presidente Trump, diz respeito ao terrorismo. Em termos de política econômica, os resultados foram desastrosos e não se desenhou qualquer agenda para temas relevantes, como por exemplo, o livre comércio.
Em relação à imigração, cada país vai poder decidir quantos imigrantes deseja acolher e quando, podendo fechar as fronteiras, se necessário. A necessidade dos italianos de dividir com os outros países os milhares de refugiados que chegam às ilhas sicilianas, foi ignorada. A ausência dos Estados Unidos em temas importantes para o futuro da economia mundial foi a nota triste do evento. Essa ausência significa a renúncia de Tump à liderança mundial. Seu pedido para que todos deixem de exportar para o país foi patética e melancólica. Pobre homem.

sábado, 20 de maio de 2017

Frigoríficos abrigam grandes trapaças no Brasil

O fornecimento de carne bovina ficou mais difícil para o Brasil 
O panorama mundial da carne poderia ter sido muito favorável ao país. A Austrália vive uma seca intensa, com suas pastagens comprometidas e com escassez de boi gordo. A Argentina ainda está de baixo d’água depois de tantas chuvas. O gado já não resiste a persistência da umidade elevada, com um estado corporal muito fraco, no exato momento em que o inverno  se aproxima.
Haveria espaço para que as exportações brasileiras fossem melhor remuneradas. Mas o escândalo da "carne fraca" comprometeu essa possibilidade. A JBS, maior fornecedor mundial de carne bovina, está envolvida nesse episódio e, para complicar o que já era difícil, acaba de comprometer-se com uma delação premiada que expõe suas práticas comerciais e empresariais. As possibilidades de qualquer recuperação de suas exportações estão comprometidas, no curto e no médio prazos, pelo desrespeito completo às normativas dos programas de integridade. Os problemas para a próxima semana não são menores. A Comissão de Valores Mobiliários abriu mais quatro processos administrativos referentes a denúncias de irregularidades em negócios nos mercados de capitais, envolvendo os principais acionistas do grupo e a própria JBS. Um dos processos trata de uso de informação privilegiada em operações no mercado de dólar futuro e com ações da JBS. Um outro investiga a atuação do Banco Original e da J&F no mercado de derivativos. Outro, de natureza jurídica assemelhada analisa a atuação da própria JBS no mercado de dólar futuro. E por final, mais outro processo investiga negociações do controlador da JBS com ações da companhia.
Nessa sexa-feira, o grupo J&F não aceitou os termos do acordo de leniência propostos pelo Ministério Público Federal, que previa pagamento de R$ 11,17 bilhões. Aqui, as consequências para o grupo podem ser fatais.
Disso se aproveitam os Estados Unidos, avançando as negociações para fornecimento do produto para a China. O mercado chinês para importações de carne bovina do Brasil está na casa dos US$ 4 bilhões por ano.
Os Estados Unidos tiveram suas exportações para China suspensas em 2003 em função do problema da "vaca louca". A tese vencedora, do então ministro da agricultura do Brasil, sustentou que nossa carne provinha de “boi verde”, alimentados apenas pelas das pastagens brasileiras. Entretanto, os escândalos sucessivos protagonizados pela indústria da carne, facilitou as renegociações entre China e Estados unidos que devem estar concluídos no final do próximo mês, conforme anuncia o Departamento da Agricultura norte-americano. A China impõe aos pecuaristas americanos que suprimam a utilização de medicamentos que estimulam o crescimento dos animais a serem importados por ela. Impõe também uma cláusula de rastreabilidade que possa permitir o controle dessa obrigação e dos demais movimentos dos rebanhos. O cumprimento dessas cláusula não é tão simples, pois pate dos terneiros que vão à terminação em território americano é fornecida pelo México.
Disso tudo, fica um recado forte para Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes: compliance, segurança alimentar e rastreabilidade são prioridades definitivas para os próximos anos.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Os resultados da união Europeia está atrelado à Alemanha

Governo da Alemanha cogita de
crescimento maior em 2017
O governo da Alemanha cogita o aumento do crescimento de seu PIB para 2017 e 2018. Esse fato traz maior otimismo aos analistas que já projetam aumento na demanda global.
O governo estima uma expansão de 1,5 %, em 2017, e de 1,7 % em 2018, alta de 0,1 ponto percentual para ambos em relação à projeção anterior, do início do ano.
O impacto no mercado de trabalho previsto é de um aumento de cerca de 1 milhão de vagas este ano e no próximo, desembocando no aumento da demanda doméstica e no aumento da arrecadação tributária.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Diplomatas terão que entrar em ação

O custo da vocação colonizadora 
A decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia abriu uma disputa paralela entre a Grã-Bretanha e a Espanha pela posse do pequeno território ultramarino de Gibraltar
Gibraltar pertence à Grã-Bretanha, mas a Espanha reivindica desde há muito tempo esse território. A Grã-Bretanha já deixou claro que não abre mão de Gibraltar.
No caso das Ilhas Malvinas, onde a posse da ilha era disputada com a Argentina, a solução se deu por meio de um conflito militar, inútil e descabido do ponto de vista diplomático
Agora, a disputa pela posse de Gibraltar deverá se prolongar, pelo menos, até a conclusão da negociação da saída do Reino Unido da União Europeia - Brexit, o que deve tomar minimamente dois anos.
É indiscutível a beleza desse território.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Selic para baixo

Foi dada a partida
O Banco Central do Brasil já sinaliza com reduções da taxa básica de juros nas próximas reuniões.
Nessa última reunião, a decisão de manter a Selic foi acompanhada  por observação sobre uma eventual flexibilização da política monetária. O Bacen entendeu que o crescimento da confiança dos agentes no alcance das metas para a inflação possa produzir melhoria nas condições econômicas do país. Um alerta, sem dúvida, evasivo, mas que deixa antever que a Selic poderá ser reduzida já na próxima reunião de outubro. Os juros futuros recuaram na BM&F com o aumento da expectativa de corte na Selic. A queda foi mais acentuada nos contratos de curto prazo.
Como se sabe, a bolsa sempre antecipa os movimentos da realidade e sugere rápidas alterações nos portfólios de investidores.
Politicamente, essa medida reforçaria a legitimidade do governo federal. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Inovações no direito de autor

Um bom começo
Os portais e sites, que se alimentam do trabalho alheio, poderão ter que pagar a jornais, revistas e editoras da União Europeia pelo uso de conteúdo, total ou parcial, de notícias e artigos que veiculem em suas próprias páginas.
Trata-se de uma modernização das regras do direito autoral que já vinha sendo reclamada há algum tempo.
A Comissão Europeia proporá uma nova uma legislação de direito autoral para o bloco econômico, embutindo a obrigatoriedade do pagamento de uma taxa de uso do conteúdo produzido.
É de estranhar não aparecer explicitamente no texto proposto, nem em sua justificativa, a figura do autor.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Em cima da hora

Inflação relutante
A última manifestação do Copom aponta uma redução dos riscos inflacionários, enfatizando a redução dos preços de serviços.
De fato, o IBGE mostrou alta do IPCA de 0,61% IBGE. Esperava-se algo em torno de 0,5%. O lado positivo, entretanto, é que o índice de difusão foi menor. Veio de 69,4% para 66,8% nesse mês. Ainda pressionam os preços alimentos, saúde e comunicação.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O dragão começa a se mover

A China renova o otimismo do mercado
A economia chinesa respondeu de forma maior do que a prevista aos últimos estímulos monetários e fiscais, pondo de lado os temores relativos ao aprofundamento da desaceleração do nível de sua atividade.
Novos indicadores publicados no dia de hoje mostram uma atividade mais robusta em março no setor industrial. Os investimentos em ativos fixos registraram crescimento de 10,7%. As notícias dessa manhã ainda dão conta da recuperação do setor imobiliário e de uma inesperada retomada do mercado de crédito.
O PIB cresceu 6,7% nos primeiros três meses deste ano em relação a igual período do ano passado, desfazendo as expectativas mais pessimistas de analistas e investidores.
A expansão do crédito dirigiu-se ao setor imobiliário e aos investimentos em infraestrutura. Isso faz sugere um novo ciclo de crescimento de duração ainda não previsível, remanescendo como entrave as reformas estruturais que o país não consegui fazer deslanchar.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

É difícil entender

Os preços e seus mistérios
Hoje no Valor Econômico uma interessante reportagem sobre o preço do milho mostra que para os produtores de carne está sendo mais barato importar milho do Brasil e da Argentina que compra-lo no meio oeste americano.
Uma conjunção de câmbio desvalorizado e queda do frete marítimo tornaram o milho produzido aqui muito competitivo. Para ajudar, o frete ferroviário americano está nas alturas, elevando o preço final do milho produzido nas regiões tradicionalmente produtoras.
Quanto tempo vai durar isso? Pouco. O real já iniciou uma rota de correção, desvalorizando-se diante das moedas fortes. A safra americana promete ser muito boa e os estoques nos Estados Unidos estão “saindo pelo segundo ladrão”.
Logo esses estoques terão que ser comercializados para abrir espaço para a entrada do milho novo, ampliando a oferta expressivamente. A tendência, portanto, é de queda nos preços do produto nos próximos períodos. No Brasil, os preços estão variando entre 45 e 50 reais, no Sul e no Sudeste. 

quinta-feira, 17 de março de 2016

Fed está cauteloso

 Juros mantidos nos EUA
A produção industrial norte-americana recuou 0,5% em fevereiro. Em janeiro, havia apresentado avanço de 0,8%. A utilização da capacidade instalada da indústria, como um todo, recuou. O,4%, vindo para 76,7%.
Esses recuos não devem impressionar os analistas, sobretudo porque a indústria de transformação, tida sempre como a mais importantes para a sustentação da atividade econômica, cresceu 0,2%.
Ainda assim o Fed não perdoou e manteve a taxa de juros nos 0,5%. Para isso, pesou na decisão, não só o ritmo da economia norte-americana, como as instabilidades internacionais. O mercado de trabalho vai bem, reduzindo o nível de desemprego consistentemente e o consumo continua a crescer.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Em cima da hora


Os investidores ficam atrás do toco
Com crise e tudo, vejam o Boletim da Bolsa, mostrando números surpreendentes: 
E as médias diárias de março quase atingem os 7.500 milhões
Estamos próximos do início da recuperação?

Um ano de dar trtisteza

Em cima da hora
O PIB da indústria foi o que apresentou o maior recuo:  6,2. O setor de serviços apresentou recuo de 2,7%, enquanto a agropecuária cresceu 1,8%.
Os investimentos tiveram queda de 14,1%, em 2015. O consumo das famílias recuou 4,0%. Os gastos do governo caíram 1,0%.
O setor externo contribuiu com 2,8 pontos percentuais no ano, com crescimento de 6,1% das exportações e queda de 14,3% das importações.


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Nossas instituições avançam

Em meio a tantos desmandos, as instituições resistem
O Boletim da Monteiro de Castro Advogados, relativo ao período de 5/02/2016 a 21/02/2016, informou que foi concluído o julgamento do primeiro caso de insider trading na esfera criminal no Brasil.
“Na conclusão do julgamento que apurou o primeiro caso de insider trading na esfera criminal julgado no Brasil, pelo Superior Tribunal de Justiça, argumentos propostos pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) foram acolhidos pelo órgão superior. O julgamento do Recurso Especial, acerca da ação penal do caso "Sadia/Perdigão", reafirmou que (i) o crime de insider é de natureza formal e de perigo abstrato e, portanto, independe de resultado; (ii) ainda que se trate de operação societária não concluída, a informação pode ser considerada relevante, mesmo na fase inicial de tratativas, e desde que ela seja capaz de influir na decisão de investimento; e (iii) a conduta do Diretor de Relações com Investidores que se utilizar de informação relevante privilegiada apresenta alto grau de reprovabilidade. Configurado o crime de insider, confirmou-se a condenação às penas de prisão e de multa no valor de aproximadamente R$ 350 mil ao então DRI da Sadia.”

Fundo do poço?

No fundo do poço pode ter uma mola.
Três fatos nessa segunda feira parecem apontar para o fim da piora das expectativas:
 -  A saída do Ministro Cardoso deixa a ideia de que ele não quer estar no ministério no momento do impedimento da presidente. Seria uma saia muito justo par ele.
 -  As compras, pelos não-residentes, de contratos futuros do índice da bolsa registram aumentos sucessivos nas duas últimas sessões dos dias 25/02 (157.191) e 26/02 (167.735) de fevereiro. Isso é dinheiro estrangeiro no mercado financeiro nacional.
 - O jornal Valor Econômico também informou que o indicador antecedente da economia, calculado pela FGV e pelo The Conference Board, subiu em janeiro pelo segundo mês consecutivo, puxado pela melhora relativa na confiança da indústria, dos serviços e do consumidor, no período.
    Essas coisas parecem convergir para a ideia de que haverá mudanças muito em breve na política brasileira. O fundo do poço parece ter chegado. Agora precisamos da tal mola capaz de nos arremeter para fora do dele rapidamente


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Brasil em crise

CCR adquire imóvel para construção de novo aeroporto no Estado de São Paulo
A CCR S.A. adquiriu imóveis situados nos municípios de Cajamar e Caieiras, pelo valor total de R$387.415.275,93.
Os imóveis possuem área de até 12 milhões de metros quadrados e estão relacionados ao projeto de implantação de novo aeroporto na região metropolitana de São Paulo.

Só para lembrar

Declaração Anual de Capitais
Estrangeiros no Exterior
Estão obrigadas a prestar informações ao Banco Central, pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País, que detenham, em 31 de dezembro de 2015, valores de qualquer natureza (ativos em moeda, bens e direitos mantidos fora do território nacional), cuja soma totalize montante igual ou superior a US$ 100.000,00.
As declarações deverão ser entregues até às 18 horas do dia 05 de abril de 2016.