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domingo, 20 de março de 2011

Autoridade monetária esforça-se no câmbio

Dólar sobe seguindo deterioração
dos mercados externos
VEÍCULO: Agência IN - Data - 16 DE MARÇO DE 2011
Simone e Silva Bernardino
O dólar subiu nesta quarta-feira, acompanhando a deterioração das principais bolsas de valores mundiais em meio aos problemas no Japão após o terremoto, os riscos de catástrofe nuclear e o rebaixamento do rating de Portugal, que trouxe de volta os temores em relação à saúde fiscal dos países europeus.
Depois de oscilar entre R$ 1,662 e R$ 1,677, a moeda americana terminou com ganhos de 0,24%, vendido a R$ 1,671. A divisa americana também se valorizou ante o euro e a libra. Os conflitos políticos no mundo árabe e a agenda econômica dos Estados Unidos também não favoreceram os negócios.
Celso Grisi, diretor presidente do Instituto de Pesquisas Fractal avalia que o dólar tende a se valorizar ante o real no curto prazo, mas sem muitas forças e se acomodar no médio, já que o Brasil continua atrativo ao capital externo.
“Apesar de lenta, a economia norteamericana dá sinais de recuperação, as coisas na Europa também estão melhorando. Enfim, as expectativas de recuperação global são boas e o rebaixamento da nota de Portugal apenas reafirma que há dificuldades no país”, comenta o executivo. Ontem, a agência de classificação de risco Moody’s rebaixou a nota de solvência portuguesa em dois graus, de A1 para A3. “A economia portuguesa apresenta um desempenho sofrível e já era o momento de expressar a recente deterioração fiscal em uma nota mais baixa”, afirma.
Na agenda, os dados sobre a economia dos EUA vieram em direções opostas. O Índice de Preços ao Produtor (PPI) expandiu 1,6% em fevereiro deste ano, contra taxa de 0,8% (dado revisado) no mês anterior - resultado acima do previsto. Já o número de licenças concedidas para a construção de novas casas recuou 8,2% no mês passado para 517 mil permissões, enquanto se previa crescimento para 570 mil. Na Europa, o desemprego no Reino Unido chegou a 8% no trimestre concluído em janeiro, afetando um total de 2,53 milhões de pessoas - um recorde desde 1994 -, analistas previam manutenção da taxa, em 7,9%.
Por aqui, o Banco Central (BC) divulgou que o fluxo cambial está positivo em US$ 7,429 bilhões em março até o dia 11. Em igual período de 2010, a cifra estava negativa em US$ 956 milhões. No acumulado do ano, o saldo está positivo em US$ 30,361 bilhões.
E mantendo a rotina, a autoridade monetária comprou dólares no mercado à vista.

sábado, 19 de março de 2011

Angola e Cabo Verde são veleidades diplomáticas

Lições venezuelanas. Lições bolivianas.
Lições angolanas.
As exportações bolivianas de recursos não renováveis representam 87% de todas as vendas do país, muito próximas dos 97% que representam as vendas de petróleo nas exportações da Venezuela.
Outra semelhança econômica está no fato de que os ambos países têm suas populações muito dependentes de alimentos importados. 80% dos alimentos consumidos pela população venezuelana provem do exterior, enquanto na Bolívia esse percentual é de 60%.
Os investimentos estrangeiros são baixíssimos em função da falta de segurança jurídica e da instabilidade dos quadros institucionais nesses países. Esses dois elementos desestimulam o produtores locais a expandir suas propriedades e de investir na mecanização de suas lavouras.
É hora de repensar esse o modelo.
O Itamaraty parece ter despertado dos oito anos de sonhos Sul-Sul. Foi bom, e o sonho deve continuar, sem excluir nossos devaneios em relação ao Norte. Temos apenas dois acordos bilaterais de comércio:
1)- com Serra Leoa, país com área total de 71.740 km² e uma população estimada em 6 296 803 habitantes (Wikipédia)
2)-com Angola, produtor de petróleo, em fase de crescimento, mas com um dramático perfil demográfico (Wikipédia), para o século 21:
    • População urbana: 57%
    • Crescimento demográfico: (2005 - 2010): 2,81%
    • Taxa de fecundidade (2006): 6,54
    • Taxa de natalidade (2002): 46 por mil
    • Taxa de mortalidade (2002): 25,8 por mil
    • Taxa de mortalidade infantil (est. 2006): 131,9/mil nascidos vivos (192º)
    • Expectativa de vida: 42,7 anos (190º): homem: 41,2 anos e mulher: 44,3
Parecem-nos meritórios, sem dúvida, mas há de se reconhecer sejam poucos substantivos, em termos de comércio mundial.
Pensando no Brasil, recisamos também ampliar nossas relações Norte-Sul. Esses acordos bilaterais são indutores relevantes de novos crescimentos.

Um país, suas coincidências e ironias

Brasil no Golfo
A Petrobrás acaba de receber autorização dos Estados Unidos para instalação da primeira unidade de extração e armazenamento de Petróleo e de gás, no Golfo do México.
Os Estado Unidos permitiram a instalação de planta flutuante, de tal maneira que possa ser transportada para outra região, em caso de qualquer ameaça climática.
 
Tudo é parte de um plano de segurança ambiental para a zona.
Coincidentemente, essa aprovação precede, em dias, a vinda do Presidente Obama ao Brasil. Irônico, também?

O odioso imperialismo nas Américas

Bolívia perde oportunidade de processar seu gás
O governo brasileiro autorizou a instalação de duas planta de uréia na região centro-oeste, usando gás boliviano. Portanto, eventuais plantas que o governo da Bolívia viessem a ser montadas já não encontrariam mais espaços no mercado regional.
Essa iniciativa brasileira provocou reações contrárias no país vizinho e suscitou uma nova onda de sentimentos contra o imperialismo brasileiro. Tudo o que não precisava.
Falta sensibilidade para tratar um vizinho cujas fronteiras conosco são tão extensas. São 3.400 km que começam no Pantanal e vão Floresta Amazônica a dentro. Sua economia precisa de produtos de maior valor agregado e sua população precisa ver ampliada a criação de novos empregos.
 A Bolívia vive da exploração de seus limitados recursos naturais.
Hoje, o presidente dos Estados Unidos chega ao Brasil. Vamos mostrar a eles nossa revolta com o tratamento comercial que nos dispensam. Eles querem investir na área de petróleo para garantir o abastecimento de seu país. Precisamos evitar que nossos recursos naturais sejam transformados em riqueza norte-americana. Nossos recursos naturais não serão tratados como o pau-brasil.
Irônico, não?

Nasce uma nova estrela entre nós

Peru atrai investimentos de países
da América Latina

O Peru cresce de forma a surpreender os analistas No mês de fevereiro, o crescimento foi de 10,02% superior ao mesmo mês do ano passado. O crescimento acumulado, nos últimos doze meses, é de 9,28%.
O desempenho peruano tem atraído investimentos estrangeiros. Interessante observar que esse recursos investidos têm origem, em grande parte, na própria região. São brasileiros, colombianos, chilenos, argetinos, etc.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Mais um BBB na América Latina

Colômbia BBB é grau de investimento
A agência de avaliação de riscos Standard & Poor´s elevou a nota da dívida soberana colombiana de BB para BBB.

Investidores, preparem-se. Agora a Colômbia já pode emitir bônus no mercado internacional.
Em toda América Latina apenas o México, Brasil, Chile, Peru e Panamá têm posições de rating que permitam essas emissões . A Bolivia, por exemplo, mnatém nota B.

Ninguém mais quer ter moeda forte


O Japão precisa "derrubar" o iene
O Banco Central Europeu participou em esforço integrado para enfraquecer a moeda japonesa. A autoridade monetária da Zona Euro colaborou na ação conjunta patrocinada pelo G7 para enfraquecer o iene, segundo afirmações da Bloomberg, na Europa.
A confirmação veio pelo porta-voz do Banco Central Europeu : “o BCE confirma que participou em intervenção, como referido num comunicado do G7”.
O esforço quer evitar danos maiores à economia daquele país que poderia ter suas contas externas em forte deterioração. Dado o estreito mercado interno, a economia japonesa é dependente de sua capacidade exportadora e, como se sabe muito bem no Brasil, moeda forte subtrai a competitividade das exportações locais.

Moeda japonesa em alta

Em meio a à crise, a alta gerou estranheza
A lógica é a mesma: dólar demais e moeda local de menos
BandeNews TV - 5a feira  -  17/03/11

quinta-feira, 17 de março de 2011

Dólar tende a subir com tragédia no Japão

Aversão a risco e necessidade de recursos para a reconstrução do país podem levar à retirada de dólares e ienes do Brasil
Aline Cury Zampieri e Olívia Alonso, iG São Paulo
15/03/2011 05:44
A tragédia no Japão tende a provocar uma valorização do dólar no Brasil no curto prazo. Segundo economistas, duas lógicas entram nessa conta. Na primeira, problemas dessa magnitude tradicionalmente provocam aversão a risco e fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, para os desenvolvidos, como os Estados Unidos. Na segunda, o medo com relação ao futuro pode fazer com que japoneses levem de volta para casa parte do capital que possuem em outros mercados.
Henrique Santos, economista-chefe da Ativa Corretora, conta que na aversão a risco, a fuga de capitais de países emergentes para economias tidas como mais seguras aumentaria a procura por dólares, o que provoca a desvalorização do real na comparação com a moeda norte-americana. A situação também faz com que economistas descartem aplicações de grandes fundos de pensão mundiais em países que não tenham chancela de grau de investimento por agências de risco, ou seja, estejam quase livres de ameaças.
“Embora o País tenha melhorado sua classificação de investimento, não é natural que os recursos sejam migrados de um país seguro – como o Japão – para um emergente – como o Brasil”, diz Daniel Motta, professor de economia do Insper. Em geral, segundo ele, se os investidores quiserem realocar seu capital, buscarão um destino com as mesmas características do ambiente anterior. “Pode ser que saiam do Japão para os Estados Unidos, por exemplo.”
No caso da tendência de retorno de recursos, diz José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, o medo com relação ao futuro e à desvalorização de investimentos tende a fazer com que muitos japoneses residentes no país ou no exterior repatriem ienes aplicados em outros países, para se proteger ou investir na reconstrução das áreas afetadas. Isso diminuiria operações financeiras de carry trade no Brasil, que são aplicações nas quais se toma dinheiro a uma taxa de juros em um país para depois aplicá-lo em outra moeda, onde as taxas de juros são maiores. “Com esses problemas, parte do dinheiro que vinha para o Brasil procurando as taxas mais altas retorna ao país de origem pois, num primeiro momento, assume-se que os japoneses vão precisar de seu dinheiro para proteção e recuperação do país”, afirma.
Nem mesmo os altos juros pagos pelo Brasil deverão atrair os recursos até então alocados no Japão, segundo os economistas. “Uma pequeníssima parte do portfólio até poderia vir para cá, caso o investidor queira uma rentabilidade maior. Mas se ele investe no Japão, que tem juro baixo e pouco risco, apesar de todos os problemas, é mais provável que ele não queira correr o ‘risco Brasil’”, diz Celso Grisi, professor de Economia da Universidade de São Paulo (USP) e diretor do instituto de pesquisas Fractal.
Neutralizadores
Ambos os conceitos, no entanto, embutem atualmente possibilidades atenuantes. No caso da aversão a risco, o economista-chefe da Ativa lembra que o dólar teve comportamento diferente do tradicional durante as crises recentes no Oriente Médio e na África. “O voo para a qualidade, de busca de dinheiro teoricamente mais seguro em países desenvolvidos, não aconteceu nas últimas crises. O dólar não se valorizou na comparação com o real.” Ele diz que a questão ainda não pode ser tomada como padrão, pois foi pontual, mas esse comportamento poderia indicar que mercados antes considerados seguros perderam um pouco de sua força atrativa.
A segunda atenuante diz respeito à atitude do governo japonês de anunciar a injeção de dinheiro no país, que pode servir como neutralizadora da tendência de repatriação de ienes. O Banco do Japão (BOJ) planeja oferecer trilhões de ienes (dezenas de bilhões de dólares) ao mercado monetário, em uma operação de emergência destinada a debelar o nervosismo do mercado após um forte terremoto e tsunami atingiram o nordeste do país, informou a agência de notícias Jiji. Esse efeito apaziguador já teria sido sentido no câmbio de segunda-feira, que não se valorizou (o dólar caiu 0,24% na comparação com o real na segunda-feira). Injetando dinheiro na economia, o governo diminui a necessidade de repatriação de recursos.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Agora foi a vez de Portugal

Moody's rebaixa a nota da solvência portuguesa
A nota da Moody's para Portugal vem de A1 Para A3, apesar do plano de austeridade anunciado pelo governo na semana passada. O fato é que o plano não convenceu.
 A avaliação refere-se a dívida soberana do país e marca o conjunto das incertezas e debilidades que o governo de Portugal não conseguiu afastar de sua economia.
A Moody’s acredita que Portugal terá grandes dificuldades em cumprir o programa econômico, mesmo que receba a prometida assistência do Fundo Europeu de Estabilização Financeira. No plano interno, Moody's destaca a fragilidade da demanda doméstica e os grandes problemas que o país terá que enfrentar nos próximos anos com o mercado de trabalho estagnado como está. Haveria necessidade de se proceder a reformas estruturais para alterar esse quadro do emprego, mas a agência não vê, no médio prazo, sinais de recuperação nos níveis de investimentos, capazes de produzir empregos ou de estimular o aumento de salários.
Embora as críticas feitas à agência pelas autoridades econômicas da União Europeia, a economia portuguesa apresenta um desempenho sofrível e já era momento de expressar a recente deterioração fiscal em uma nota mais baixa.

terça-feira, 15 de março de 2011

Quebrando o termômetro?

Bruxelas resolveu regular as agências de riscos
Os ministros de Economia da Zona do Euro pedem a Comissão Europeia urgência nos estudos que objetivam regular as agências de classificação de riscos. As decisões de rebaixamento das notas em relação à Grécia e Espanha por terem sido tomadas poucos dias antes dos governos anunciarem seus planos de ajustes e de reformas provocou suspeitas entre os ministros europeus.
Na semana anterior a Moody's rebaixou as dívidas de Portugal e da Grécia, surpreendendo os ministros que haviam feitos pronunciamentos elogiosos às ações empreendidas pela Irlanda, Grécia e Portugal.
A supervisão das atividades das “Big 3” - Moody's, Standard & Poor's e Fitch-, continua sendo um problema não resolvido na União Europeia. O que mais incomoda, sem dúvida, é o regime oligopolístico dessas operações que induzem a suspeitas de manipulação de informações. 
As maiores críticas são patrocinadas por Paul Grawuwey, um acadêmico de destaque naquela região. Não se trata de uma voz isolada, de vez que autoridades econômicas de vários países já manifestaram, de forma recorrente, seus descontentamentos.
Essa história vai pegar fogo na Europa. A doença não se resolveu, mas o termômetro incomoda. Vou apresentar a recente história desse conflito em postagem sucessiva.

Reconstrução levará Japão a novo ciclo de crescimento

Próximos 2 anos serão de retomada da produção; em seguida, país deixará para trás a estagnação que dura 20 anos, dizem economistas
Olívia Alonso, iG Economia   -   14/03/2011 17:32
A economia japonesa, depois de cerca de 20 anos de estagnação, deverá engatar a marcha do crescimento. A tragédia natural que destruiu parte do país na última semana traz perdas humanas imensuráveis. O perigo nuclear traz preocupação. Mas, quando a situação japonesa é avaliada apenas do ponto de vista macroeconômico, o país terá uma oportunidade de crescimento, segundo economistas. Eles acreditam que passado um momento inicial de retomada de atividade produtiva, que deve durar de um a dois anos, a economia japonesa deverá ter um avanço expressivo.
“Em menor proporção, o Japão deverá ter um revival do avanço que aconteceu no país após a 2ª Guerra Mundial”, diz Reinaldo Gonçalves, professor titular de Economia Internacional do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nas décadas de 1950 e 1960, a economia do país deslanchou. No ano de 1968, por exemplo, cresceu mais de 12%.
No entanto, nas duas décadas seguintes, os japoneses avançaram 4,5%, em média. A partir de 1990, foram raras as vezes que superaram 3% de avanço anual. “O país está estagnado há 20 anos, desde 1991, quando terminou o fluxo de investimentos para lá. Agora, poderá voltar a crescer.”
Após dois anos difíceis, de reconstrução, economistas dizem que a economia japonesa deverá apresentar um crescimento forte.
Mas o mesmo não aconteceria em outros países, segundo os especialistas, pois poucas economias têm a mesma capacidade de recuperação da japonesa. “O Japão tem um colchão de segurança”, diz Lia Valls Pereira, coordenadora do Centro de Comércio Exterior do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getulio Vargas. O país asiático possui grandes reservas de capitais e a população tem como característica cultural a formação de poupança.
“A situação é totalmente diferente do que houve no Haiti, que é um país carente. O Japão tem uma economia estabilizada e, apesar de perder uns anos se reconstruindo, tem todas as condições de se recuperar”, afirma Daniel Motta, professor de Economia do Insper. Assim, da mesma forma que conseguiu se levantar após o terremoto de Kobe, em 1995, desta vez o país não deverá ter problemas para financiar sua reconstrução e retomar o consumo.
A estimativa de perdas nas regiões afetadas pelo terremoto e pelo tsunami é de cerca de 15 trilhões de ienes (aproximadamente R$ 284,5 bilhões a R$ 305 bilhões), diz o Credit Suisse em relatório. Mas o Japão possui reservas sete vezes superiores a este valor, de aproximadamente US$ 1,3 trilhão (cerca de R$ 2,2 trilhões), lembra Gonçalves. “Só em ouro, os japoneses têm US$ 35 bilhões (R$ 58 bilhões), que é exatamente o montante estimado para os prejuízos das seguradoras com a tragédia”, diz o professor da UFRJ. "Com esses recursos, o Japão vai tirar de letra a reconstrução", diz Gonçalves.
Reconstrução
Na opinião dos economistas, serão necessários dois anos, no máximo, para a economia japonesa entrar em uma trajetória de crescimento. Neste período, pode ser que os japoneses percam o posto de terceira maior economia do mundo para a Alemanha, depois de já terem sido ultrapassados pelos chineses no ano passado. Mas a aposta é que devem recuperar a posição nos anos seguintes.
“O PIB deverá sofrer impactos no curto prazo, sobretudo em função dos efeitos negativos da catástrofe natural sobre o setor de alta tecnologia. Mas acredito que os japoneses levarão dois anos para se recompor”, afirma Celso Grisi, professor de Economia da Universidade de São Paulo (USP) e diretor do instituto de pesquisas Fractal.
Neste primeiro ano, o Japão será palco de dois movimentos: investimentos fortes em infraestrutura e aumento do consumo das famílias. "Não será um ano de crescimento econômico, mas sim de “retomada de atividade”, diz Motta, do Insper.
Os setores de telecomunicações, de portos, industrial e comercial, que foram destruídos, receberão uma injeção de recursos para serem refeitos. Também serão destinados capitais para a compra de máquinas e equipamentos. Ao mesmo tempo, os japoneses que perderam suas casas e carros vão colocar a mão na poupança e voltar a comprar esses ativos.
"A demanda por investimentos para a reativação de todas as cadeias produtivas, como de telefonia, automóveis e informática, por exemplo, deve manter a economia e movimento", acrescenta Grisi. A partir daí, será como um ciclo virtuoso. “Automaticamente, surgirão novos empregos e a renda vai crescer e continuar a puxar o consumo”, diz o professor.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Irlandeses com os bolsos furados

Os bancos irlandeses precisam de
mais de 10 bilhões de euros.
O valor adicional para atingir o nível de capitalização imposto no plano de socorro será 10 bilhões de euros. O montante só estará disponível para as instituições financeiras após serem conhecidos os resultados dos testes de stress.
O mercado, entretanto, acredita que esse valor adicional ainda será excedido. A ideia de que o sistema bancário irlandês é grande demais para a economia e que precisa ser reduzido é quase uma unanimidade entre os analistas. A UE induz as instituições financeiras a reduzir seus riscos de crédito e preparar suas posições de balanços para resistirem aos testes de stress.

Remando contra a correnteza

Bolsas periféricas sobem na Europa
As bolsas européias caem como reflexo da catástrofe japonesa. Ficam em alta as bolsas da Grécia, Portuga e Espanha. Elas estariam sendo impulsionadas pelo acordo obtido entre os líderes da Zona Euro, para a flexibilização do Fundo Europeu de Estabilização Financeira.
No acordo, os países europeus resolveram expandir o plano de resgate para as nações mais endividadas. Não deu outra, as bolsas dos periféricos, que andam pela hora da morte, reagiram. Até na Itália a bolsa está em alta.
Diante das incertezas mais recentes, as maiores expectativas de perdas estão associadas à bolsa alemã. Aguardemos.

Reações do mercado

Wall Street em queda. Perspectivas com a economia japonesa não são boas.
As bolsas norte-americanas mostram-se reticentes em relação aos efeitos do terremoto, de sexta-feira no, Japão. Os principais mercados dos EUA abriram em baixa.
Curioso observar que o petróleo também está em baixa, refletindo a expectativa de seu menor consumo, decorrente da suposição de redução do ritmo industrial japonês. As indústrias de telefonia móvel esperam também um impacto bastante negativo em suas cadeias produtivas.

FEA em samana agitada

Eventos raros disponíveis a todos
De 14 a 19 de março de 2011
Notícia: O vice-reitor da Universidade de São Paulo, professor da FEA, Hélio Nogueira da Cruz, recebeu dia 3 de abril, o título de “Cidadão Honorário de São Carlos”, em reconhecimento à contribuição para o desenvolvimento do município.
14.03 Segunda
CONCURSO PARA PROFESSOR DOUTOR DO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA
Área “Métodos Quantitativos” RDIDP – Edital 28/2010
Início dia 14, às 8h, sala A13, FEA-1
Candidatos: Profs. Drs. Marislei Nishijima, Daniel Domingues dos Santos, Fernanda Brollo, Alexandre Nunes de Almeida, Antonio Christian Petru Movila Unanian Dias Feliciano da Silva, Francisco Marcelo Monteiro da Rocha e Romero Cavalcanti Barreto da Rocha
Comissão: Profs. Drs. Denisard Cnéio de Oliveira Alves, José Paulo Zeetano Chahad, Mirian Rumenos Piedade Bacchi, Marcelo Cunha Medeiros e André Portela Fernandes de Souza
Responsável: Valéria Lourenção
Realização: ATAc-FEA
Inf.: 3091-5801, com Ézio ou Janete
ezioduarte@usp.br / miranete@usp.br
SEBO CAVC
A migração anual dos livros
De 14 a 25 de março, das 8h às 22h, na Vivência, FEA
Responsável: Maíra Madrid
Realização: CAVC
Inf.: 3091-5914
PROGRAMA “A UNIVERSIDADE ABERTA À TERCEIRA IDADE”
Palestra: A questão fiscal no Brasil
Às 14h, sala a definir, FEAUSP
Palestrante: Prof. Dr. Juarez Alexandre Baldini Rizzieri
Responsável: Profª. Drª. Marina Mitiyo Yamamoto
Realização: Comissão de Cultura e Extensão Universitária FEAUSP
Inf.: 3091-5872, com Ricardo ou Rose
cpqcexfea@usp.br
15.03 Terça
AULAS E SIMULADO DE GMAT
Para alunos interessados em participar dos processos seletivos Roland Berger, BCG, Integration e A.T. Kearney
Dias 15, 17 e 18 de março, às 11h15, sala a definir, FEAUSP
Responsáveis: João Vitor Bezerra e Eduardo Aranibar
Realização: FEA Consulting Club
Inf.: por e-mail
joaov.bezerra@gmail.com / eduardoaranibar0103@gmail.com
16.03 Quarta
PALESTRA SOBRE A FUNDAÇÃO ESTUDAR – PROGRAMA DE BOLSA DE ESTUDOS
Das 11h15 às 12h, Auditório, FEA-5 e das 18h15 às 19h, sala G2, FEA-1
Responsável: Greice Tavares
Realização: Fundação Estudar
Inf.: greiceellen@hotmail.com
SEMINÁRIO E LANÇAMENTO DO LIVRO
A Gestão da Amazônia: Ações Empresariais, Políticas Públicas, Estudos e Propostas
Às 11h30, sala da Congregação, FEA-1
Responsável: Prof. Dr. Jacques Marcovitch
Realização: FEA, IEA, Fundação Bunge, INPA e Edusp
Release disponível: http://bit.ly/ezhWxm
Confirmar presença por e-mail
mudarfuturo@usp.
MESA-REDONDA E LANÇAMENTO DO LIVRO
Energia Nuclear: do Anátema ao Diálogo
Às 15h, Auditório, FEA-5
Debatedores: Prof. Dr. José Goldemberg (IEE) e Leonam dos Santos Guimarães (Eletrobras Eletronuclear)
Responsável: Prof. Dr. José Eli da Veiga
Realização: FEAUSP, IEA, Nesa e Editora Senac
Release disponível: http://bit.ly/e60DRI
Inf.: 3091-1685, com Inês Iwashita
Transmissão no site: www.iea.usp.br/aovivo
ineshita@usp.br
SEMINÁRIO - AS MUDANÇAS DOS EQUILÍBRIOS ESTRATÉGICOS DO SÉCULO 21
Das 17h às 19h, sala G1, FEA-1
Palestrantes: Prof. Dr. Pascal Boniface
Responsável: Profª. Drª. Maria Hermínia Tavares de Almeida
Realização: IRI-USP
Inf.: 3091-5942
http://www.iri.usp.br/
17.03 Quinta
APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DE EXTENSÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE (PESC) AOS INGRESSANTES 2011
Às 11h15 e às 18h, sala G1, FEA-1
Responsável: Prof. Dr. Carlos Alberto Pereira
Realização: PESC
Inf.: 3091-9094
pesc@usp.br
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO – BASE DE DADOS BIBLIOGRÁFICOS DA USP - DEDALUS
Apresentação do catálogo online das Bibliotecas do SIBi/USP
Das 11h30 às 13h e dia 22 de março, das 18h às 19h30, CIEP (sala A5), FEA-1
Responsável: Dulcinéia Dilva Jacomini
Realização: Biblioteca da FEA
Inf.: por e-mail
bibfea.atend@usp.br
SEMINÁRIO – POLÍTICA BRASILEIRA PARA AS MIGRAÇÕES: INTERESSE NACIONAL VS. DIREITOS HUMANOS
Das 17h às 19h, sala A1, FEA-1
Palestrantes: Jobana Moya (imigrante boliviana no Brasil) e Paulo Sérgio de Almeida (Presidente do Conselho Nacional de Imigração)
Responsável: Profª. Drª. Deisy Ventura
Realização: IRI-USP
Inf.: 3091-1898
http://www.iri.usp.br/
18.03 Sexta
SEMINÁRIO – CRIANDO VALOR A PARTIR DO CONHECIMENTO E DA SUSTENTABILIDADE - 20º Prêmio Ernesto illy de Qualidade do Café para Espresso
Das 8h30 às 12h30, Auditório, FEA-5
Palestrantes: Profs. Drs. José Goldemberg, Decio Zylbersztajn, Carlos Clemente Cerri, João de Almeida Sampaio Filho (Secretário da Agricultura do Estado de São Paulo) e Dr. Andrea Illy (Presidente da illycaffè)
Responsável: Prof. Dr. Decio Zylbersztajn
Realização: Universidade do Café Brasil, PENSA, FIA e FEAUSP
Inf.: 3732-2034
unilly@unilly.com.br
Release disponível: http://bit.ly/f4860C
Inscrições até 15 de março, no site:
www.unilly.com.br
21º SEMINÁRIO PROFUTURO
As perspectivas pós-crise para o Brasil na próxima década
Das 8h30 às 13h, sala da Congregação, FEA-1
Responsável: Prof. Dr. James Terence Coulter Wright
Realização: PROFUTURO - FIA
Vagas limitadas
Inscrição no site: http://bit.ly/fgm0cP
Programação no site:
www.fia.com.br/profuturo
Inf.: 3818-4021
profuturo@fia.com.br
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO – RECURSOS INFORMACIONAIS: BANCO DE DADOS, PERIÓDICOS, ELETRÔNICOS, SERVIÇOS E ORGANIZAÇÃO DO ACERVO
Apresentação das fontes de pesquisa disponíveis na Biblioteca da FEA
Das 11h30 às 13h e dia 23 de março, das 18h às 19h30, CIEP (sala A5), FEA-1
Responsável: Dulcinéia Dilva Jacomini
Realização: Biblioteca da FEA
Inf.: por e-mail
bibfea.atend@usp.br
Defesas de Teses
Economia
RAPHAEL DOS SANTOS VELOSO MARTINS
Mestrado
“Cost-push channel of monetary policy: estimation and simulation”
Dia 14 de março, às 15h, sala A5, FEA-1
Orientador: Prof. Dr. Gilberto Tadeu Lima
Comissão: Profs. Drs. Pedro Garcia Duarte e Fabio Neves Perácio de Freitas
Administração
WILSON WEBER
Doutorado
“Grupos estratégicos: estudo da concorrência no setor farmacêutico brasileiro”
Dia 15 de março, às 14h, sala 217, FEA-5
Orientador: Edison Fernandes Pólo
Comissão: Profs. Drs. Fábio Lotti Oliva, Hamilton Luiz Correa, Francisco Antonio Serralvo e Sérgio Luiz do Amaral Moretti
Agende-se
MARÇO
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO – ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS NBR 6023/2002
Orientação na elaboração de referências bibliográficas de acordo com a NBR 6023
Dia 22 de março, das 11h30 às 13h e dia 19 de maio, das 18h às 19h30, CIEP (sala A5), FEA-1
Responsável: Dulcinéia Dilva Jacomini
Realização: Biblioteca da FEA
Inf.: por e-mail
PALESTRA – O NOVO BRASIL
Pré-lançamento do livro O Novo Brasil: As Conquistas Políticas, Econômicas, Sociais e nas Relações Internacionais
Dia 23 de março, das 10h30 às 13h30, sala da Congregação, FEA-1
Lançamento do livro: Às 19h, no Museu de Arte Moderna, em São Paulo
Palestrante/Autor: Prof. Dr. Albert Fischlow (Columbia University)
Responsável: João Vitor Bezerra
Realização: Liga de Mercado Financeiro FEAUSP
Inf.: no site
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO – CITAÇÕES EM DOCUMENTOS NBR 10520/2002Apresentação das características exigidas na NBR 10520 para apresentação de citações em documentos
Dia 14 de abril, das 11h30 às 13h e dia 24 de maio, das 18h às 19h30, CIEP (sala A5), FEA-1
Responsável: Dulcinéia Dilva Jacomini
Realização: Biblioteca da FEA
PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO – ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS NBR 14724/2005
Apresentação da estrutura de trabalhos acadêmicos conforme a NBR 14724
Dia 28 de abril, das 11h30 às 13h e dia 26 de maio, das 18h às 19h30, CIEP (sala A5), FEA-1
Responsável: Dulcinéia Dilva Jacomini
Realização: Biblioteca da FEA
MAIO
OFICINA SIMULAB – PRÉ- 8º CONTECSI
Laboratório de Gestão, Simulador organizacional, Jogo de empresas e Pesquisa aplicada
Dias 30 e 31 de maio, às 9h, na FEAUSP (sala a definir)
Responsável: Prof. Dr. Antonio Sauaia
Realização: SIMULAB
Inf.: 3091-5985 ou 3021-6868
Insc.: no site
asauaia@usp.br; contecsi@usp.br
JUNHO
8º CONTECSI - Congresso Internacional de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação
De 1 a 3 de junho, na FEAUSP
Responsável: Prof. Dr. Edson Luiz Riccio
Realização: TECSI/FEA/USP
Inf.: no site
11º CONGRESSO USP DE CONTROLADORIA E CONTABILIDADE E 8º CONGRESSO USP DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA EM CONTABILIDADE
Dias 28 e 29 de julho, na FEAUSP
Responsável: Prof. Dr. Welington Rocha
Realização: EAC-FEAUSP
Inf.: 3091-5820
Informe-se
CALL FOR PAPERS - EXTENDED DEADLINE - 7th ILERA Regional Congress of the Americas
5th Brazilian Conference of Labor and Employment Relations
Work in the Americas: Challenges and Opportunities
Até 15 de março de 2011
Congresso: Dias 22 e 25 de agosto de 2011, na FECOMERCIO
Bolsa-auxílio para alunos de Pós-Graduação da USP: interessados devem fazer seu registro no site do evento e enviar e-mail para ibret@ibret.org, manifestando interesse
Responsável: Profª. Drª. Luciana Yeung
Realização: IBRET e ILERA
15º SEMINÁRIO DE PEDAGOGIA UNIVERSITÁRIA
Educação Superior no Brasil e na USP: fundamentos históricos e políticas educacionais
Dia 18 de março, às 14h, sala do Conselho Universitário, USP
Palestrante: Profª. Drª. Lisete Gomes Arelaro (Diretora da FE)
Responsável: Profª. Drª. Telma M. Tenório Zorn
Realização: Pró-Reitoria de Graduação da
USP
Transmissão por videoconferência para os campi de São Paulo (EACH), Bauru, Ribeirão Preto, Pirassununga e Piracicaba
Inf. e Insc.: www.prg.usp.br/cap
cap.pro-g@usp.br

domingo, 13 de março de 2011

Será deslumbrante

Pessoalmente, não perco esses
raros momentos
Abrindo a Temporada de 2011, a OSUSP apresenta nos dias 14 e 15 de março, programa dedicado aos compositores Tchaikovsky e Camargo Guarnieri. Sob a regência da maestrina Ligia Amadio, o concerto conta com a participação do pianista russo Denis Kozhukhin, vencedor do Concurso Internacional Rainha Elisabeth.
Confira a programação completa:

14 de março – segunda-feira, às 12h (excertos do concerto de 15 de março)Anfiteatro Camargo Guarnieri (350 lugares)
Rua do Anfiteatro, 109 – Cidade Universitária – São Paulo
Entrada Franca
15 de março – terça-feira, às 21h
Sala São Paulo (1500 lugares)
Praça Júlio Prestes s/nº
Ingressos de R$ 5,00 a R$ 50,00
Programa:
Camargo Guarnieri
Toada à moda paulista – 4’
Tchaikovsky
Concerto para piano e orquestra nº 1 - 32’
Sinfonia nº 5 – 50’
Solista: Denis Kozhukhin
Regente: Ligia Amadio
Compra de ingressos:
Anfiteatro Camargo Guarnieri - Fone: 11 3091 3000 / 2392 (Rua do Anfiteatro, 109 – Cidade Universitária)
Bilheteria Sala São Paulo - Fone: 11 3223 3966 (vendas a partir do dia 7 de março)
Ingresso Rápido - Fone: 11 4003 1212 / www.ingressorapido.com.br (vendas a partir do dia 7 de março
OSUSP - Orquestra Sinfônica da USP
http://www.sinfonica.usp.br/
www.twitter.com/osusp
Tel.: 11-3091-3000/2392

sábado, 12 de março de 2011

Acessando a Fia - Fundação Instituto de Administração

PROCEB e você.
Marketing para os mercados emergentes é tema de palestra online organizada pelo PROCEB da Fundação Instituto de Administração.
Trata-se de palestra que será disponibilizada a todos quantos tiverem interesse em conhecer a análise comparativa sobre consumo em países como China, Índia e Brasil. Haverá participação do internauta em chat sobre o tema.
A palestra“Administração do Marketing para Acesso aos Mercados Emergentes” estará disponível no site: http://www.webconferencia.fia.com.br/proceb2011, no dia 14 de março, segunda-feira, às 19h. Durante e após a palestra, estarei online, em chat, para tirar dúvidas e debater sobre questões com os internautas para os 500 primeiros acessos.
Os objetivos são os de identificar oportunidades para a colocação de produtos e investimentos brasileiros na produção e distribuição em países emergentes, bem como a exploração de matérias-primas, materiais secundários, partes e peças a serem importadas, para tornar mais competitiva a empresa brasileira.
Esse debate acontece no mesmo momento em que o PROCEB/FIA assina novos convênios internacionais, com a Universidade de Shangai, na China, e com a Universidade de Yekaterinburg, na Rússia.
Esses convênios comporão o Global MBA, a ser lançado no ano de 2012 pela Fundação Instituto de Administração.
Entender esses mercados emergentes é essencial para ampliar os negócios. “Neste momento de internacionalização das empresas, perceber e desenvolver estratégias de marketing para países emergentes é fundamental para o crescimento das companhias. Por isso, na ocasião, faremos um comparativo sobre o consumo em alguns países, como China, Índia, entre outros, com dados identificados no Brasil e em organismos internacionais, para entender e pensar em modelos diferenciados de marketing para essas nações”.(Trecho de apresentação da palestra presencial realizada no auditório da FEA/USP).
Esta palestra faz parte do planejamento de cursos de Pós-graduação organizado pelo PROCEB/FIA sobre Gestão Internacional, Marketing Internacional e Comércio Internacional, são eles: Administração das Relações Internacionais; Administração de Marketing: Acesso aos Mercados Emergentes; Comércio Internacional; Comunicação, Mercados e Tecnologia da Informação; Consultoria Empresarial; Controladoria de Marketing; Engenharia de Marketing; Governança dos Negócios: Direito, Economia e Gestão; Marketing Farmacêutico e curso de MBA Gestão de Negócios, Comércio e Operações Internacionais.
Evento: Palestra “Administração do Marketing para Acesso aos Mercados Emergentes”
Data: 14/03/2011 – segunda-feira   -   Horário: às 19h
Disponível no site: http://www.webconferencia.fia.com.br/proceb2011
Coordenação: Prof. Dr. Celso Grisi e Prof. Dr. Fábio Lotti Oliva
Sobre o PROCEB: programa multidisciplinar de pesquisa, ensino e assessoria em gestão dos negócios internacionais, que desenvolve competências nesta área a partir da cooperação com outros programas afins no âmbito da USP e com grupos internacionais de estudo.
Entre as principais finalidades do programa estão capacitação profissional em administração internacional em diferentes níveis; desenvolver estudos e pesquisas nessa área de conhecimento; investir na disseminação de conhecimentos gerados mediante publicações; organizar um banco de dados com informações e referências nessa área; oferecer serviços de assessoria e suporte a empresas, órgãos da administração pública e demais intervenientes no comércio exterior.
Sobre a FIA:
Eleita por três vezes, desde 2005, como a melhor Escola de Negócios do Brasil, a FIA, um dos mais conceituados e respeitados centros educacionais do País, possui 30 anos de atuação no setor. A Instituição de Ensino Superior (IES), credenciada junto ao MEC (Ministério da Educação), atua em três frentes: ensino, pesquisa e consultoria, capacitando-a para desenvolver estudos e prestar serviços nos mais variados campos de especialização da Administração.

Até tu, Brutus?

Onde chegamos! O dólar cai mais dois pontos.
E justo na Bolívia.
Nessa sexta-feira a cotação do dólar caiu dois pontos, estabelecendo uma nova relação com o Boliviano, a moeda da Bolívia. A taxa cambial agora é de US$ 1,00= Bs 7,00.
A moeda boliviana apreciou-se em mais dois centavos, representando uma valorização de 0,28%, segundo o Banco Central daquele país. É a sexta queda desde o início desse ano, cuja causa está no descongelamento cambial que as autoridades monetárias bolivianas estão promovendo no país.
As razões para essa decisão decorrem das pressões inflacionárias produzidas na economia pela importação de produtos, cujos preços internacionais continuam subindo. 
O Banco Central da Bolívia confirmou seu compromisso com a preservação do poder aquisitivo da moeda local, lembrando que a tendência de alta prosseguirá. O Banco Central da Bolívia não abre mão de políticas monetária e cambial austera e com isso o dólar americano "apanha" até na Bolívia. É ver para crer.

México em vias de aprovar o TLC com Perú

México, Colômbia e Peru
O Governo mexicano pediu ao Senado urgência na aprovação do Tratado de Livre Comércio e na assinatura das negociações realizadas com o Peru. O objetivo é o de assegurar a participação do país no comercio global.
A subscrição de tratados comerciais são definitivamente importantes para garantir a modernidade da economia mexicana, evitando retrocesos econômicos, defasagens tecnológicas e perda de competitividade do país.

A abertura comercial é fundamental também para economía peruana e, ao mesmo tempo, para a economía colombiana. O papel que países como o Brasil e o México têm a cumprir na região não tem sido devidamente compreendido pelos Governos desses dois maiores países latino americanos. O Brasil continua "de costa para a América Latina".
Convém lembrar que o Peru atravessou toda a crise sem perder sua condição de investment grade e que a Colômbia pasará a ter papel relevante no fornecimento mundial de alimentos.
Esses acordos não deveriam deixar a diplomacia brasileira dormir tão sossegada.