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terça-feira, 7 de junho de 2011

Recapitulando..

Dólar para baixo, metais para cima
O dia de ontem foi emblemático. Alumínio, cobre, chumbo, estanho, zinco e níquel, todos em alta. Acompanharam também esse movimento: prata, platina, paládio e o ouro.
A regra geral é essa: dólar para baixo, metais para cima.
O dólar continua perdendo valor face às principais moedas, no mercado internacional. Investidores correm para os metais. As commodities agrícolas cairam, exceto a laranja. Provavelmente, os contratos tenham sofrido redução no mercado das commodities agrícolas em função da migração do dinheiro para os metais.
A liquidez injetada pelos Estados Unidos, a partir de novembro de 2010, com seu programa anticíclico levou à compra de US$ 600 bilhões de papéis do tesouro para favorecer a liquidez na economia norte-americana. Foi isso que derrubou o dólar e abriu espaço para os sucessivos recordes da cotação do ouro. A onça-troy (31,1 gramas) enlouqueceu, desde daquela ocasião.
De fato, com mais dólares em circulação, a tendência foi a de que a moeda americana se depreciasse e que os mercados mantivessem dispostos a buscar por ativos reeais, como as commodities, para investimento, em detrimento de moedas. O raciocínio é simples. Complicada é a operação.
Ajuda, entretanto, a entender o comportamento dos preços apresentados em postagem anterior sobre esse mercado.

Inflação é o problema do mundo

Depois da liquidez...
A liquidez excessiva foi usada como medida anticíclica. Mas, produziu inflação.
Veja só:
Quer saber? Até que o Brasil está bem. E mais, tratar esse problema de forma gradual foi difícil, mas funcionou. Entretanto, para amanhã espere um aumento da taxa  de juros de 0,5 %, ou podemos estar  assumindo riscos desnecessários. Seria bom dar um caráter definitivo aos objetivos desse governo em relação aos preços de nossa economia.

Commodities mudam suas posições

As industriais  apanham, enquanto a recuperação não toma jeito
As informações vêem pelas mãos do Fed de Dallas. Vamos tentar explicar o comportamento desses preços?
Toda vez que a incerteza aumenta, investidores priorizam a manutenção do valor real da riqueza. Assumem posições mais conservadoras. Correm para os metais e pressionam seus preços.
Energia e alimentos vão juntos, porque seus preços costumam ser influenciados pelo valor do dólar. O Dólar cai, esses preços sobem.
As commodities industriais esperam pela recuperação econômica do mundo. Enquanto isso também sobem porque são cotadas igualmente em dólar. Se ele cai, vale a pena fazer uma espécie de hedge natural.
As commodities constroem o mercado mais volátil e de maior risco. Evitem a tentação, pelo  menos até o panorama mundial definir-se mais claramente.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Será preciso mudar as regras de poupança?

Resultado da poupança, em maio
Outro fiasco. Agora já são dois meses seguidos.As retiradas das cadernetas de poupança são maiores que os depósitos. O saldo negatgivo é de R$ 1,301 bilhão, nesse mês de maio. Palavra do Banco Central.
No mês de abril o saldo havia sido negativos em R$ 1,762 bilhão.
Os rendimentos da poupança estão abaixo da inflação e, portanto, não precisa explicar mais nada. Poupança hoje é igual a perder dinheiro. Ou a remuneração é muito baixa ou fica abaixo da inflação.
As possibilidades de aplicar em renda fixa, com a Selic subindo, são muitas. O CDB é a mais convencional, mas existem outras como, por exemplo, o Tesouro Direto, as debêntures, as Letras de Crédito Imobiliário, Letras de Crédito do Agronegócio e os Certificados de Recebíveis Imobiliários.
A continuar com as regras atuais, a poupança virará um mico e o financiamento imobiliário pode ter seu funding mais escasso e mais caro.

Banco Central Europeu não quer ficar com o mico

Banco Central Europeu há dez semanas não participa do mercado secundário de dívidas soberanas
O programa de aquisição de dívidas soberanas do BCE está desativado. Há dez semanas o BCE não faz aquisição alguma e, nos bastidores do mercado, os comentários são de que o programa deverá ser extinto. Isso corresponderia a um recado duro do BCE para os países periféricos, sobretudo para Grécia, cujas medidas ficais precisariam ser aprofundadas. O governo  grego, com medo de perder sua governabilidade, não quer cortar mais do que já cortou. Por outro lado, a Europa parece unânime em não querer assumir o mico dessas dívidas, criado por uma política perdulária.
Duro pensar que isso seja verdade, mas há que se reconhecer que o BCE já fez um total de aquisições equivalente a mais de 75 bilhões de euros em dívida, e algumas delas já se encontram vencidas.
O programa foi criado para aumentar a liquidez no mercado secundário, mas, de fato, não conseguiu  evitar as intervenções externas em nenhum dos países contemplados no programa.
Pior é que as negociações têm encontrado tantos obstáculos que o desfecho está ficando cada vez menos previsível.

Mais uma contribuição da FEA USP.

Decio Zylbersztajn e sua imensa contribuição ao agronegócio brasileiro
Na próxima quarta-feira, dia 9 de junho, o professor da USP, Decio Zylbersztajn, lança o livro Os Caminhos da Agricultura Brasileira, que aborda questões referentes ao agronegócio. Em entrevista, o autor fala mais sobre a obra
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=187028&channel=99

sábado, 4 de junho de 2011

Curtas. Muito curtas 4

Brasil dominado pelas crenças ideológicas de um passado recente
Ibovespa encerrou com alta de 0,19%, aos 64.340 pontos e com elevação de 0,07%, na semana. O giro financeiro total foi de R$6,05 bilhões. Realmente, vai mal a bolsa.
Vejam a ironia: o PIB do primeiro trimestre cresceu1,3% em relação ao último trimestre do ano passado e 4,2% em comparação ao primeiro trimestre desse ano.
O resultado apontou para um consumo forte, que explica a inflação no período.
Dólar em queda de 0,13%, fechando a R$1,5750. Pobre Banco Central. Frágil e tímido colhe os resultados de sua submissão.

Curtas. Muito curtas 3

Estados Unidos não sustenta seu crescimento econômico. Recua.
A taxa de desemprego nos Estados Unidos cresceu para 9,1%, em maio. No mês anterior, essa taxa tinha sido de  8,9%. Pode ser apenas o efeito do terremoto japonês que desestruturou cadeias produtivas mundo afora. Pode ser também o efeito dos aumentos nos preços de petróleo. E pode ser um efeito combinado desses dois elementos. Realmente, fica difícil compreender as causas.
Embora a criação, no mês de maio, de 54 mil novas vagas de trabalho nos setores do comércio, de serviços e da indústria, os agentes econômicos manifestaram frustração. Esperavam algo em torno dos 150 mil vagas novas. Enquanto o setor privado criou 80 mil novos postos, o governo fechou cerca de 30 mil vagas.

Curtas. Muito curtas 2

Europa e seus enroscos
Na minha terra se diz que “está pior que curva de rio”.
O setor privado cresceu mais devagar em maio em relação ao mês anterior. Quer dizer que, “se já estava devagar, agora está quase parando”. A inflação, sem demanda, caiu. Obedeceu à mais simples regra econômica.A atividade industrial está muito baixa. O setor de serviços também.
De positivo, só o pacote acordado entre as autoridades da zona do euro, com a Grécia. Os helênicos renderam-se à necessidade de assumir novas medidas de austeridade fiscal. O mais importante é a aceitação grega em acelerar os projetos de privatização.

Curtas. Muito curtas 1

Investidores, na Ásia, reagem às ansiedades
que as notícias produzem
As decisões investimentos na Ásia estão em compasso de espera. Não se conhece o comportamento das autoridades chinesas em relação às persistentes pressões da inflação, bem como não se acredita na determinação chinesa de reduzir, de fato, o crescimento do país. As pressões sociais poderiam provocar convulsões políticas, a exemplo do norte da África e do Oriente Médio. O medo é que a moda pegue. Isso imobiliza as ações dos investidores na região.Desorientados, imobilizam-se em relação àquela à toda Ásia.

Interatividade, colaboração, engajamento


Agências digitais e empresa de análise de mídias sociais são a "bola da vez"
Em dois dias a WPP anuncia  a aquisição da agência de publicidade digital F.biz e 70% do capital social da Gringo. A compra da Gringo representa fato importante para a estratégia de crescimento global da no segmento de publicidade digital e interativa. Trata-se de segmento de crescimento muito rápido e do qual a WPP não quer ficar fora.
O Google, cuja estratégia é de diversificação, volta-se para o mercado das redes sociais e de colaboração. Adquiriu também nessa semana a PostRank, fornecedora de análise de mídias sociais.
Colaboração, interatividade, engajamento são as palavras que norteiam as redes sociais e os gigantes empresariais estão atrás desses mercados.

FEA seus eventos e iniciativas

De 6 a 11 de junho de 2011


06.06 Segunda

SEMINÁRIO ACADÊMICO
Informal credit and entrepreneurship: evidence from Brazil in the 1995-2002 period
Às 15h30, sala A1, FEA-1
Palestrante: Prof. Dr. Juliano Assunção (PUC-Rio)
Responsável: Prof. Dr. Gabriel Madeira
Realização: EAE
Inf.: 3091-5802
www.usp.br/feacon

07.06 Terça
EXPOSIÇÃO DE FOTOS DE ESPAÇOS COLABORATIVOS E PAINEIS DE CONSULTA À COMUNIDADE FEA SOBRE AMBIENTE COLABORATIVO
Para alunos, professores e funcionários
Dias 7 e 8 de junho, exposição durante todo o dia e consulta à comunidade nos intervalos das aulas da manhã e da noite, no saguão, FEA-1
Responsável: Profª. Drª. Silvia Casa Nova
Realização: Grupo Design Thinking/FEA e Universidade de Stanford
Apoio: FEA Futuro
Inf.: 3091-5820, ramal 132
silvianova@usp.br

TARDE DA ESCOLA AUSTRÍACA
- Palestra: A Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos, às 13h30, sala A1, FEA-1
Palestrante: Prof. Dr. Ubiratan Iorio (UERJ)
- Reunião do GEEA: Economia e Conhecimento, às 15h30, após palestra, com participação do palestrante
Responsável: Gabriel Oliva
Realização: Grupo de Estudos da Escola Austríaca (GEEA)
Inf.: 8563-3132
www.escola-austriaca.blogspot.com

OFICINA CORS
Discussão dos projetos de pesquisa:
- Sustainable Supply Chain Management: Um ensaio sobre o pensamento sustentável organizacional (Fausto Makishi, FZEA-USP)
- Formas Plurais e Assimetrias de Informação (Paula Schnaider, FEAUSP)
Das 14h às 17h, sala C7, FEA-1
Responsável: Profª. Drª. Maria Sylvia Macchione Saes
Realização: Center For Organization Studies (CORS)
Inf.:
www.cors.usp.br
cors@usp.br

REUNIÃO DE FORMAÇÃO E PALESTRA "ANISTIA E JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO
Das 17h às 18h30, sala E5, FEA-1
Palestrante: Raphael Neves
Responsável: Profª. Drª. Deisy Ventura
Realização: IRI-USP e IDEJUST
Inf.: 3091-5942
www.iri.usp.br

08.06 Quarta
FEIRA ANUAL DO LIVRO
Dias 8 e 9 de junho, das 9h às 22h, saguão, FEA-1
Responsável: Maíra Madrid
Realização: CAVC
Inf.: 3091-5970/5914

CORS LECTURE
The Institutional Antecedents of Coopetition: towards a theory of Resource munificence for industrial districts
Às 12h, sala Ruy Leme, FEA-1
Palestrante: Prof. Dr. Luiz F. Mesquita (Arizona State University e Insper)
Responsável: Profª. Drª. Maria Sylvia M. Saes.
Realização: Center For Organization Studies (CORS)
Inf: no site
www.cors.usp.br
cors@usp.br

VII FÓRUM DE ADMINISTRAÇÃO INTERNACIONAL
Innovation in marketing
Das 18h30 às 22h30, Auditório, FEA-5
Palestrante: Prof. Dr. Gilles Roehrich
(Université Pierre Mendes France, Grenoble, França)
Responsáveis: Profs. Drs. Celso Cláudio de Hildebrand e Grisi e Fábio Lotti Oliva
Realização: FEAUSP, PROCEB, FIA e Grenoble I.A.E
Inf. e Insc.: 3732-2029 / 3521
regianec@fia.com.br
www.fia.com.br
09.06 Quinta

SEMINÁRIO: EM BUSCA DE RELAÇÕES DE EQUILÍBRIO ENTRE O AGRO E A SOCIEDADE E LANÇAMENTO DE UMA REDE DE CONHECIMENTO SOBRE O AGRO BRASILEIRO
Das 9h às 13h, Auditório, FEA-5
Abertura, às 9h30, com os professores Reinaldo Guerreiro, José Vicente Caixeta Filho e Sigismundo Bialoskorski Neto
Responsável: Prof. Dr. Decio Zylbersztajn
Realização: PENSA
Vagas limitadas. Confirmar presença.
Inf. e Insc.: 2626-2385
redeagro@eventar.com.br

MÊS DOS BANKERS  Portfólio Manager
Às 18h, sala A1, FEA-1
Palestrante: Luiz Felipe Laudari Giovannetti (Itaú BBA)
Responsável: Camila Corrêa Silva
Realização: Liga de Mercado Financeiro FEAUSP
Inf.: no site
www.ligafeausp.com.br

10.06 Sexta
65ª. REUNIÃO DO NÚCLEO DE GESTÃO DE QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO - FEAUSP
Parcerias das operadoras de saúde para ações de QVT
Das 11h30 às 13h30, sala Ruy Leme, FEA-1
Responsável: Profª. Drª. Ana Cristina Limongi-França
Realização: Núcleo GQVT - FEAUSP
Inf. e Insc.: 3818-4004
climongi@usp.br
www.g-qvt.com.br

ÚLTIMO DIA DE INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA DE DOUTORADO EM ECONOMIA
Área: Economia do Desenvolvimento

Responsável: Prof. Dr. Pedro Garcia Duarte
Realização: Coordenação de Pós-Graduação do Departamento de Economia FEAUSP
Inf.: 3091-5802
http://www.usp.br/feaecon/posgraduacao.php?i=224

11.06 Sábado
PALESTRA SOBRE O CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Programa USP e as Profissões - Para alunos do Ensino Médio e cursinhos pré-vestibular

Às 9h, Auditório FEA-5
Responsável: Profª. Drª. Janina Onuki Realização: IRI-USP
Inf.: 3091-3511/3513

Defesas de Teses
Administração
FERNANDO ANTÔNIO COLARES PALÁCIOS
Doutorado
Processo estratégico na criação e implantação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP: esquema analítico e evidências empíricas
Dia 6 de junho, às 14h30, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Martinho Isnard Ribeiro de Almeida
Comissão: Profs. Drs. Vivaldo José Breternitz, Fernando Antonio Ribeiro Serra, Adolfo José Melfi e Fabio Lotti Oliva

Contabilidade
ADRIANA SILVA DE OLIVEIRA
Mestrado
Sistemas de informações gerenciais em indústrias multinacionais: um estudo de caso da implementação global do ERP e BI
Dia 9 de junho, às 14h30, sala A5, FEA-1
Orientador: Prof. Dr. Edson Luiz Riccio
Comissão: Profs. Drs. Rosana Carmen de M. G. Gonçalves e Edmir Parada Vasques Prado

Agende-se
JUNHO
FEA DEBATE
- O Brasil tem partidos políticos demais?
Dia 13 de junho, às 17h, Auditório, FEA-5
Palestrantes: Álvaro Dias, Senador da República e João Dionísio de Amoedo, ex-vice presidente do Unibanco
-
O Modelo de Universidade Norte-Americano
Dia 20 de junho, às 17h, em frente à Vivência, FEAUSP
Palestrante: Leonardo Stedille, aluno de Princeton
Responsável: Tiago Aguiar
Realização: FEA Debate
Inf.: por e-mail
feadebate@gmail.com

SEMINÁRIOS DE HISTÓRIA ECONÔMICA HERMES & CLIO
A cana, o café, os alimentos e o tráfico ilegal de escravos para a província de São Paulo
Dia 15 de junho, das 11h30 às 13h30, sala Delfim Netto, FEA-2
Palestrante: Prof. Dr. Carlos Alberto Medeiros Lima (UFPR)
Responsável: Prof. Dr. José Flávio Motta
Realização: HERMES & CLIO  Grupo de Estudos e Pesquisa em História Econômica
Inf.:
jflaviom@usp.br
www.usp.br/feaecon

PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA À TERCEIRA IDADE
Palestra: A administração de projetos pessoais
Dia 15 de junho, às 14h, sala a definir, FEAUSP
Palestrante: Profª. Drª. Ana Cristina Limongi-França
Responsável: Profª. Drª. Marina Mitiyo Yamamoto
Realização: Comissão de Cultura e Extensão Universitária FEAUSP
Inf.: 3091-5872, com Ricardo ou Rose
cpqcexfea@usp.br

SEMINÁRIO  TECNOLOGIA E DECISÕES GOVERNAMENTAIS: PROCESSO DECISÓRIO DA TV DIGITAL BRASILEIRA
Dia 16 de junho, das 10h às 11h30, sala Ruy Leme, FEA-1
Palestrante: Renato Cruz
Responsável: Prof. Dr. Abraham Sin Oih Yu
Realização: Núcleo Decide FEAUSP
Vagas limitadas
Insc.: por e-mail
willyhoppe@hotmail.com

SEMINÁRIO  GLOBAL CURRENCY COMPETITION
Dia 16 de junho, das 17h às 18h30, na sala A1, FEA-1
Palestrante: Prof. Dr. Jerry Cohen
Responsável: Profª. Drª. Maria Antonieta Del Tedesco
Realização: IRI-USP e CAENI/USP
Inf.: 3091-1898
www.iri.usp.br

WORKSHOP  "THE FUTURE OF GLOBAL GOVERNANCE - BRAZIL IN THE GLOBAL CLIMATE CHANGE REGIME"
Dia 16 de junho, das 9h às 18h, sala da Congregação, FEA-1
Responsáveis: Profs. Drs. Amâncio Jorge Silva Nunes de Oliveira e
Michael HARVEY
Realização: IRI-USP e Balsillie School of International Affairs - Universidade de Waterloo
Inf.: 3091-1898
www.iri.usp.br

JULHO
SUBMISSÃO DE TRABALHOS PARA O XIV SEMEAD
Ensino e Pesquisa em Administração
Até 10 de julho
SEMEAD: Dias 13 e 14 de outubro, na FEAUSP
Responsáveis: Profs. Drs. Lindolfo Galvão de Albuquerque e Martinho Isnard de Almeida
Realização: Programa de Pós-graduação em Administração FEAUSP
Inf.: 3091-5805
semead@edu.usp.br

CALL FOR PAPERS  INTERNATIONAL AGRIBUSINESS PAA-PENSA CONFERENCE
The Multiple Agro Profiles: How to Balance Economy, Environment and Society
Até 11 de julho
Conferência: De 30/11 a 2/12, em Buenos Aires
Responsáveis: Profs. Drs. Decio Zylbersztajn, Sebastian Senesi e Fernando Vilella
Realização: PENSA
Inf.: no site
www.pensaconference.org
Insc.: por e-mail ipaapc@pensaconference.org

11º CONGRESSO USP DE CONTROLADORIA E CONTABILIDADE E 8º CONGRESSO USP DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA EM CONTABILIDADE
Dias 28 e 29 de julho, na FEAUSP
Responsável: Prof. Dr. Welington Rocha
Realização: EAC-FEAUSP
Inf.: 3091-5820
Insc.: no site
www.congressousp.fipecafi.org

Informe-se
SEMINÁRIO - A Pegada Hídrica e sua aplicabilidade no setor público e privado: experiências nacionais e internacionais
Dias 13 e 14 de junho, no Auditório Oswaldo Fadigas, CCE/USP
Abertura do evento a partir das 18h
Realização: GovÁgua, PROCAM/USP, ITA e IEE/USP
Inf. e Insc.: no site
www.redevale.ita.br/swf

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O V PRÊMIO ECONOTEEN DE ENSAIOS
Para alunos do 2º e 3º ano do Ensino Médio das escolas públicas do estado de São Paulo
Até 15 de julho
Responsável: Prof. Dr. Antonio Carlos Coelho Campino
Realização: EAE
Insc.: no site
www.fea.usp.br/econoteen
econoteen@usp.br

7TH ILERA REGIONAL CONGRESS OF THE AMERICAS
5TH BRAZILIAN CONFERENCE OF LABOR AND EMPLOYMENT RELATIONS
Work in the Americas: Challenges and Opportunities
Dias 22 e 25 de agosto, na FECOMERCIO
Bolsa-auxílio para alunos de Pós-Graduação da USP: registrar-se no site do evento e enviar e-mail para
ibret@ibret.org
Responsável: Profª. Drª. Luciana Yeung
Realização: IBRET e ILERA
Inf.:
www.irca2011.com.br

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O XXV PRÊMIO JOVEM CIENTISTA
Cidades Sustentáveis
Até 31 de agosto
Realização: CNPQ, Fundação Roberto Marinho, Gerdau e GE
Inf.: (61) 3211-9410/9409/4575
premios@cnpq.br
www.jovemcientista.cnpq.br

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Alemanha ganhará uma filha pródiga

 A Grécia no colo da Alemanha
A Moody's rebaixou os ratings da Grécia, em moeda local para Caa1. Em moeda estrangeira, para B1. Arrematou com perspectiva negativa.
A agência de risco acrescentou ainda seu receio de que a reestruturação da dívida grega seja uma pré-condição para novos socorros. Isso, como se sabe, não está sendo aceito pelos governantes gregos que não estão dispostos a ter um custo político tão alto, nem impor a sua população custos sociais dessa magnitude.
Que fazer, então?
Pergunte para Senhora da Europa, a chanceler Ângela Merkel.
Mesmo trazendo o problema para o seio de sua economia, os alemães não terão alternativa: ruim com a Grécia, pior sem ela.

A Orquestra Sinfônica da USP

Um evento de gala
A Orquestra Sinfônica da USP apresenta em seu próximo concerto a Sinfonia Dante, de Franz Liszt, grandiosa obra inspirada na Divina Comédia de Dante Alighieri, com a participação das 150 vozes femininas do CoralUSP. No programa ainda serão interpretadas, sob a regência da Maestrina Ligia Amadio, a sinfonia Bleublancrouge, obra de inspiração na Revolução Francesa, de Raul do Valle e a composição Concerto para violino e orquestra, de Mendelssohn, com solos do violinista Shlomo Mintz (Rússia).
3 de junho - sexta-feira, às 12h (excertos do concerto de 4 de junho)
Anfiteatro Camargo Guarnieri - USP (350 lugares)
Rua do Anfiteatro, 109 - Cidade Universitária - São Paulo
Entrada Franca
4 de junho - sábado, às 21h
Sala São Paulo (1500 lugares)
Praça Júlio Prestes s/ nº
Ingressos de R$10,00 a R$ 50,00 (inteira)
Programa:
Raul do Valle
Bleublancrouge (versão II) (14')
Felix Mendelssohn
Concerto para violino e orquestra, op. 64, em Mi menor (26')
Franz Liszt
Sinfonia Dante, S. 109 (50')
Participação do CoralUSP (coro feminino)
Solista: Shlomo Mintz (Rússia)
Regência: Ligia Amadio
Compra de ingressos:Ingresso Rápido: http://www.ingressorapido.com.br Fone: 11 4003 1212
Bilheteria Sala São Paulo - Fone: 11 3223 3966
Anfiteatro Camargo Guarnieri - Fone: 3091 3000 - Rua do anfiteatro, 109 - Cidade Universitária
OSUSP - Orquestra Sinfônica da USP
Tel.: 11-3091-3000

Sinais divergentes

Economia norte-americana emite
sinais divergentes
Os pedidos de auxílio desemprego foram menores do que o esperado. Muito bom. Esse é o melhor sinal de recuperação que a economia pode emitir. Todos os esforços, no fundo, têm esse objetivo final. Se o nível de emprego aumentar, a renda sobe e o consumo cresce, ativando a produção que ampliará o nível de emprego. Fecha-se um importante círculo virtuoso da economia.
Entretanto, os altos estoques de petróleo vão em sentido contrário. Se o estoque sobe, imagina-e que o consumo está retraído, uma vez que a produção não está variando significativamente. Para corroborar essa hipótese, as encomendas à indústria apresentaram retração de 1,2%, em abril. Entender esses comportamentos divergentes passa pela defasagem, no tempo, dos significados de cada indicador. O de mercado de trabalho reflete fatos passados. Estoques de petróleo e encomendas industriais refletem expectativas futuras. Vale dizer que a economia nos Estados Unidos vinha, mesmo que de forma morosa, recuperando-se. Contudo, os agentes econômicos começam a perceber que a volta a um estado de estagnação é muito provável.
Lembra um certo bolero: "São dois pra lá, um pra cá".

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Dívida pública

Dívida pública sobe para R$ 1,73 trilhão em abril
Veículo: Brasil Econômico  -  Data: 24.05.11
Jornalista:Natália Flach
nflach@brasileconomico.com.br
O valor nominal do estoque da dívida pública federal (DPF) bateu recorde em abril. O montante, que inclui a dívida externa, atingiu R$ 1,73 trilhão. Em termos nominais, representa um salto de 2,34% sobre o total de março. De acordo com Fernando Eurico de Paiva Garrido, coordenador-geral de operações da dívida pública do Tesouro Nacional, isso se deve a dois fatores. O primeiro deles é que, nomês passado, foramfeitos cinco leilões tradicionais de títulos prefixados (cuja rentabilidade é conhecida desde o momento da aplicação) da dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi), que somaram R$ 47,84 bilhões. Em março, o total foi menor, de R$ 36,48 bilhões.
"Houve uma demanda muito grande por títulos no mês passado.
Além disso, o volume de vencimentos não foi muito expressivo, o que acaba aumentando o total da dívida pública", afirma. Os vencimentos da DPF para os próximos 12 meses caíram para 23,20% ante os 23,98% demarço.
A DPMFi cresceu 2,58% em abril ante a março, atingindo R$ 1,65 trilhão. Nomês passado, o governo fez uma emissão líquida no valor de R$ 25,95 bilhões e a apropriação de juros foi de R$ 15,62 bilhões, segundo relatório mensal divulgado ontem.
A boa notícia é que o perfil da dívida está melhorando aos poucos, segundo Garrido. A meta do Tesouro, descrita pelo Plano Anual de Financiamento, é aumentar a presença dos títulos prefixados na composição da DPF e, ao mesmo tempo, reduzir o volume de Letra Financeira do Tesouro (LFT), que são títulos indexados à Selic. A ideia é que os prefixados representem algo entre 36% e 40% da composição total até dezembro.
Em abril, o montante ficou abaixo da projeção, chegando a 34,81%, mas o percentual já apresentou melhora em relação a março (34,56%). "É uma mudança gradual. Neste ano, os vencimentos de títulos indexados à Selic serão maiores do que as emissões", diz Garrido. Em abril, foram emitidos R$ 37,17 bilhões e resgatados R$ 7,92 bilhões de LFT, o que representa, respectivamente, 13,56% e 14,62% do total do programa do Tesouro Direto. A parcela dos títulos corrigidos pela Selic, não considerando os contratos de swap, ficou em 32,13%, ante 32,34% do mês anterior. Já a participação dos papéis atrelados a índices de preços passou a 28,54%, ante 28,33%.
No entanto, Felipe Salto, economista da Tendências Consultoria, alerta que esse plano só dará certo caso a iniciativa do governo de reduzir a inflação com medidas macroprudenciais e aumento de taxa de juros se concretize. "O mercado tem acreditado na estratégia da política monetária do governo, o que explica essemaior interesse pelos títulos prefixados. Mas é uma incógnita se isso semanterá ao longo do tempo até termos certeza de que o superávit primário será atingido, de que haverá política fiscal efetiva e do montante que será emitido de dívida para sustentar o BNDES", afirma Salto.
Caso esse cenário não se confirme, é muito provável, segundo o economista, que o Banco Central tenha de intervir na economia aumentando a taxa de juros. Consequentemente, isso vai impulsionar o interesse pelos títulos indexados à Selic.
Custo da dívida O custo médio acumulado nos últimos 12 meses da DPF aumentou 0,09 ponto percentual em abril, chegando a 11,89% ao ano. Já a participação dos estrangeiros na dívida interna teve queda para 11,29% do total, contra 11,38%. A parcela dos títulos corrigidos pelo câmbio ficou positiva em0,49% emabril, contra 0,53% emmarço.
Indexação não termina no governo Dilma
Projeto de desatrelar preços e índices inflacionários só deve entrar em vigor quando os contratos terminarem Na época em que as maquininhas de remarcação de preços visitavam as gôndolas dos estabelecimentos comerciais com bastante frequência, decidiu-se atrelar índices inflacionários a determinados contratos com o intuito de proteger a sociedade da redução do poder de compra.
Veio, então, o Plano Real, em 1994, e, com ele, a estabilidade econômica. A nova moeda acabou deixando para trás inúmeras indexações, mas outras ainda estão enraizadas na economia brasileira.
É o caso do reajuste dos novos contratos de aluguel, que usam como base os valores do IGP-M, e dos salários, que aumentam de acordo com as elevações do Índice de Preços ao Consumidor (INPC), do IBGE.
De acordo com Sílvio Campos Neto, economista da Tendências Consultoria, os contratos que foram firmados não têm volta. Portanto, o projeto do governo de eliminar as indexações remanescentes só terá fim quando todos os contratos chegarem ao fim. "Isso pode demorar décadas", afirma. Uma das soluções que devem ser discutidas pelo governo é a mudança do uso do IGP-M pelo IPCA, que é um indicador que oscila menos.
A grande barreira para o projeto, segundo Celso Grisi, professor de MBA da Fipecafi, são os sindicatos. "O governo tem de dar exemplo e fazer ajustes fiscais.
As pessoas veem que os índices vão subir e acabam elevando os preços dos produtos por conta própria, o que acaba realimentando esse círculo vicioso." José Luiz Rossi Júnior, professor do Insper, diz que o governo tem de combater primeiro a inflação para depois pensar na desindexação. "Do jeito que está hoje é impossível desindexar.
Nenhum outro indicador é tão alto quanto o IPCA cabe ao BC ter uma postura mais rígida.

Focus - 27 demaio 2011

A comunidade empresarial faz pequenos ajustes nas previsões dessa semana
Inflação já é fato consumado para o final do ano. Câmbio e conta corrente, também. Pequeno aumento no IED para financiar o déficit em conta corrente, já previsto na casa dos US$ 60 bilhões.
O recado desse relatório semanal é que 2011 e 2012 serão anos de ajustes ao potencial de crescimento da economia para garantir a sustentabilidade do sistema econômico. Nada mau se, de fato, as previsões se realizarem.

América Latina e Ásia puxam a economia mundial

É momento de iniciar as previsões paa sustentar o planejamento estratégico para 2012
China, Índia, Brasil e outros países em emergentes mantém crescimentos mais acentuados que os países desenvolvidos e acabam trazendo algum ânimo à economia mundial.
Mesmo considerando a economia chinesa, o tamanho relativo dessas economias não consegue tirar a Europa e os Estados Unidos de suas recessões. O buraco gerado pelos desmandos das economias desenvolvidas é maior que o que se consegue gerar na somatória das riquezas nos em desenvolvimento.

Nas nações desenvolvidas, as políticas fiscais são concebidas com maior austeridade em função dos elevados níveis de déficit público. E isso compromete as perspectivas de crescimento no curto e no médio prazos.
A recuperação continua sendo puxada pelas maiores economias emergentes da Ásia – exceto o Japão-, e América Latina. Particularmente China, Índia e Brasil. Entretanto, as perspectivas de crescimento nesses países são prejudicadas pela necessidade de reduzir as inflações locais. Em termos de América Latina, convém lembrar que as economias do México, Argentina e Brasil, juntas, representam algo entorno de 80% do PIB regional .
Na velocidade econômica em que o mundo anda, teremos ainda quatro a cinco anos para que as taxas de emprego voltem aos níveis anteriores à crise, nos países desenvolvidos.
O crescimento dos Estados Unidos era de 2,9% em 2010.  Deve alcançar 2,6%, em 2011 e, talvez, 2,8% em 2012.
O Japão, depois das vicissitudes climáticas, deve registrar um crescimento de 0,7% em 2011, e não mais que  2,5% em 2012.
A Zona do Euro, pode chegar a um crescimento máximo esse ano de 1,6% e nada indica que será melhor em 2012. América Latina e Caribe, limitados pelas pressões inflacionárias, não deverão ultrapassar os 4,5% em 2011 e,  2012, tendem a repetir esse desempenho.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Presença dos bancos estrangeiro no país

ESPECIAL:BANCOS ESTRANGEIROS ELEVAM EM 18% PRESENÇA NO PAÍS EM 4 ANOS
Veículo: Agência Estado -  Data: 31/05/11
Jornalista: Alessandra Saraiva
Rio, 31 - O interesse dos bancos estrangeiros no mercado brasileiro continua em alta.
Levantamento feito pelo Instituto Fractal, usando dados do Banco Central (BC), indica que, de 2007 a 2011, houve um aumento de 18% no número de bancos no País com participação de estrangeiros em seu capital votante. Atualmente, existem 214 bancos sob controle total ou parcial de instituições financeiras estrangeiras. Deste total, mais da metade (128) tem controle estrangeiro, com participação de 90% a 100% do capital.
Responsável pelo levantamento, o diretor-presidente do Instituto de Pesquisa Fractal, Celso Grisi, comenta que o interesse estrangeiro não é um fenômeno novo. No entanto, ressalta que o apetite no mercado bancário brasileiro não diminuiu nem mesmo na época mais aguda da crise global, a partir de setembro de 2008.
Nos últimos quatro anos, 33 bancos nacionais ganharam participação estrangeira em seu capital votante. Deste total, mais da metade era formada por sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, ou SCTVM, e sociedades distribuidoras de títulos, ou SDTVM.
De olho nesse movimento, o escritório de Advocacia Tozzini Freire assessora cinco instituições estrangeiras que desejam entrar no mercado bancário brasileiro. A advogada Luciana Burr, sócia do escritório na área de Direito Bancário, surpreendeu-se com a atratividade do segmento. "Não dá para dizer o quanto de aumento isso representa, porque nunca tivemos um número assim de interessados", comenta.
Ela salienta que o apetite dos estrangeiros no sistema financeiro brasileiro não está voltado à área de varejo, de bancos comerciais, mas sim para bancos de investimento e private banking (administração de fortunas). Neste último nicho, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) também apurou um salto na movimentação de negócios. De acordo com a entidade, os recursos movimentados em private banking subiram de R$ 301,9 bilhões, em dezembro de 2009 (dado mais antigo disponibilizado pela associação), para R$ 399,6 bilhões, em março deste ano, um aumento de 32,3%.
Para o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV), Armando Castelar, esses movimentos têm caráter cíclico. Ou seja: não indicam necessariamente um afluxo contínuo de estrangeiros no setor bancário brasileiro para os próximos anos. Mas, o crescente interesse por negócios no Brasil foi atestado pelo próprio Castelar, quando atuou como analista na Gávea Investimentos, que teve 55% do capital vendido ao banco norte-americano JPMorgan.
Na avaliação de Castelar, ocorrem dois movimentos no mercado. O primeiro é o de bancos
estrangeiros acompanhando o interesse pelo Brasil das empresas com as quais essas instituições fazem negócio em suas matrizes. Na prática, uma empresa estrangeira se instala no País e o banco com o qual ela faz negócio em sua sede a "segue". "O outro movimento seria o interesse maior das instituições financeiras internacionais em investir em economias emergentes no cenário pós-crise global, após a recuperação dos efeitos negativos do cenário de turbulência internacional em suas matrizes", completou Castelar.
Para o sócio de transações da Ernst & Young Terco, Carlos Asciutti, de uma maneira geral o Brasil é a "bola da vez" para grandes fundos de investimentos. Segundo ele, fundos internacionais como KKR, Permira Advisers e Apollo já deram sinais de que querem intensificar ações no País. "Com o Brasil em alta no mercado internacional, é difícil para esses fundos justificarem a seus clientes porque ainda não têm presença forte no País", avaliou.
Asciutti comentou que outro nicho que cresce forte no País é o mercado de private equity
(investimentos em empresas de capital fechado). Segundo ele, este setor ainda é nascente no País."Em outras economias emergentes, o private equity responde por 1% do Produto Interno Bruto (PIB); aqui no Brasil, é menos de um terço disso", comentou o especialista.
Mas, os brasileiros também estão atentos a esse potencial de crescimento. Recém-saído da Vale, o ex-presidente da mineradora Roger Agnelli, seguindo uma tendência cada vez mais comum, teria mencionado a colaboradores que pensa em montar uma gestora de recursos ou um fundo de private equity, após o término de sua quarentena de 12 meses.
PARTICIPAÇÃO ESTRANGEIRA EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO PAÍS
Fontes: Banco Central do Brasil - Bacen /Diretoria de Normas e Organização do Sistema Financeiro - Dinor e Instituto Fractal de Pesquisa de Mercado.

Oscilações cambiais

Não é só com o real
O mercado cambial é tão volátil quanto as condições econômicas internacionais.
Veja o que a crise de 2008 fez com o dólar.
Veja o que a crise das dívidas fez com o euro.
Veja o caminho de volta do dólar.