Sinais
contraditórios causam dúvidas
Sinais
contraditórios em tempos difíceis como esse que vivemos são comuns. Ao sair de
crise tão profunda, as economias mostram vigor e revelam fraquezas que costumam
conviver de maneira antagônica. A
Europa, por exemplo, mostrou que economia alemã continua firme, muito embora a
crise da Ucrânia tenha se aprofundado. O índice de sentimento das empresas
cresceu para 111,2 pontos em abril, atingindo sua melhor marca desde julho de
2011. Por outro lado, na França, a confiança do consumidor caiu de 101 pontos em
março, para 100 pontos no mês de abril. Nos
Estado Unidos, as contradições foram ainda mais fortes. As encomendas de bens
duráveis aumentaram de fevereiro para março 2,6%. Nisso, só há o que comemorar.
Entretanto os Pedidos de Auxílio Desemprego Semanal cresceram para 329
solicitações. Aqui, só o que lamentar. No
Brasil, IPC-S da 3ª. quadrissemana de abril
aumentou 0,78%. Na semana anterior, o índice havia registrado crescimento de 0,86%.
Não deixa de ser uma queda na velocidade de crescimento dos preços, embora o
desempenho atual ainda aponte altas consideráveis no sistema de preços
nacional. Mesmo assim, a Sondagem Industrial de abril, em sua primeira prévia,
aponta que a confiança da indústria apresentou alta de 0,3% em relação ao mês
anterior. Nesse instante, a confiança do empresário da indústria está com 96,5 pontos. Inflação e confiança subiram juntos. Dá para
explicar? Contradições
devem observadas no longo prazo e não merecem explicações imediatas.
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
Modernização chinesa
Ambientalistas
já podem comemorar
A
melhor notícia que chega da China é a aprovação pelo parlamento do país da
primeira lei de proteção ao meio ambiente no país. Daqui para frente, empresas
que venham a causar danos ao meio ambiente poderão sofrer punições pecuniárias de
alto valor. A
decisão evidencia a disposição dos governantes em modernizar a economia e de
inserir a China no contexto das preocupações dos organismos mundiais com a preservação
do planeta. Foi apenas um primeiro passo, mas de inegável importância para os
ambientalistas que lutam pror um mundo mais limpo. Por
outro lado, o Conselho do Estado do país aprovou abertura para investimento
privado para 80 projetos de infraestrutura do país. Trata-se de medida de
natureza liberal que moderniza a economia chinesa, permitindo a maior participação
de capital privado na economia. Essa decisão bem que poderia estimular o
governo brasileiro a estabelecer marcos regulatórios definitivos e acelerar o
processo de privatização que ainda se arrasta em meio a tantas barreiras e discussões
ideológicas.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Ao Deus dará
No Ministério da Fazenda existem
apenas espectadores
O IPCA-15 alcançou 0,78% em abril,
acumulando em 12 meses, vergonhosos 6,19%. A Fipe confirmou a tendência de alta
no seu IPC, apontando para elevação de 0,63%, na segunda quadrissemana de abril.
Fica difícil crer que o indicador se conserve
abaixo do teto da meta (6,5%) nesse ano. Seria necessária tal reversão nessa
tendência que reduziria ainda mais as previsões sobre o crescimento nacional. De maneira coerente, o
dólar fechou em alta de 0,36%, cotado a R$ 2,249, mesmo com a surpreendente entrada
dessa divisa, com finalidade especulativa, no país. Podemos esperar por novas altas na taxa
Selic e pela manutenção dos influxos de dólar no mercado financeiro. Dólar mais
barato compromete a balança comercial e ajuda no combate a inflação.
Importações crescentes e importações decrescentes comprometem o crescimento e as contas externas.
Altas da Selic têm o mesmo sentido. Tudo isso estarrece a população pela ausência
de decisões na política econômica.
Alibaba e os 40 ladrões
Comércio eletrônico ainda é
mistério financeiro
A empresa
chinesa Alibaba, segundo analistas, tem sua receita predominantemente formada
por comissões de vendas dos produtos que comercializa e da publicidade que veicula
em seu site. Em março desse ano, a empresa abriu o processo para lançamento de
IPO nos EUA, que deve acontecer logo após a Páscoa. Tudo foi
muito bem preparado, como se depreende da divulgação dos resultados do primeiro
trimestre do ano. Receitas e lucros cresceram de forma acentuada no balanço
trimestral, levando analistas a imaginar que o valor de mercado a empresa
Alibaba alcance agora US$ 168 bilhões. São velhas estratégias que a cada IPO se repetem
nos Estados Unidos. Invariavelmente acabam enriquecendo poucos e empobrecendo muitos,
sobretudo perdem os que entram nesses investimentos sem conhecer os riscos
desse negócio. Afinal, comércio eletrônico ainda é um mistério para o mundo
financeiro.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Road Show na Europa e EUA
Há amplo interesse em renda fixa e cautela
no
mercado de ações
Contribuição de Roberto Padovani,
Economista Chefe da Votorantim Corretora. roberto.padovani@votorantimcorretora.com.br
Há amplo interesse em renda fixa e cautela no
mercado de ações
Foram mais de 60 clientes com
diferentes perfis e que atuam nos mercados de renda fixa e variável.
Condições de liquidez são favoráveis. O ambiente externo não é negativo para os emergentes. Apesar das dúvidas
em relação ao crescimento na China e à mudança de viés de política monetária
nos Estados Unidos, a liquidez continua elevada e há disposição em se assumir
riscos.
Crise de confiança em relação ao País
persiste. Mesmo que no curto prazo sejam
reconhecidos alguns sinais de mudança na estratégia de política econômica, a
perda de credibilidade é profunda e duradoura. Dúvidas gerais sobre o
financiamento externo dos mercados emergentes, associadas a fatores locais,
como incertezas sobre a estabilidade das regras e baixo crescimento, ainda
influenciam negativamente a confiança dos investidores. Contribui para este
cenário a possibilidade de um racionamento de energia, gerando dúvidas
adicionais sobre o crescimento e inflação. Neste ambiente, os investidores
aguardam resultados concretos, como uma taxa de inflação mais baixa,
crescimento maior e melhores resultados fiscais e em contas externas. Há também
o temor de que a reorientação de política econômica não seja mantida. Da mesma
forma, o ciclo político entrou definitivamente no radar dos investidores.
Renda fixa atrai capitais. Apesar das desconfianças, segue a avaliação de que a economia brasileira
não caminha para a ruptura, o que poderia ameaçar de modo mais claro a capacidade
de pagamento das empresas. Neste ambiente, a remuneração relativa no mercado de
títulos mais que compensa os riscos e mantém a atratividade do País. O
investidor externo também mostra interesse nos mercados locais de juros e
câmbio. As principais restrições ocorrem pela oferta: volatilidade cambial,
alta dos juros e menor crescimento doméstico limitam emissões locais.
Investidor de renda variável permanece
avesso ao risco. Ainda que o ambiente global
favoreça a volta dos fluxos em renda variável e os investidores acreditem que
boa parte do pessimismo local já esteja precificada, persistem as dúvidas sobre
a estabilidade de regras e sobre as condições de crescimento, o que afeta o
retorno esperado das empresas. De modo geral, o mercado deve ser guiado por
eventos, como eleições e racionamento: persiste o temor de que a economia
caminhe para uma recessão, embora a possibilidade de alternância política possa
limitar os cenários mais negativos.
sábado, 12 de abril de 2014
Seca e inundação no mundo
O clima está abusando da paciência do mundo
O Oceanographic and Atmospheric Administration
dos Estados Unidos divulgou um novo relatório, afirmando que
a probabilidade de o fenômeno climático
El Niño aumentar sua
intensidade no restante do ano
são maiores do que 50%.
Em março, a instituição havia afirmado que essa probabilidade seria de no máximo de 50%. No mesmo momento, o Bureau de Meteorologia da Austrália informou que a probabilidade do desenvolvimento do El Niño, no resto de 2014, é maior que 70%. No Japão, a agência climática local vê grande possibilidade de que, pela primeira vez em cinco anos, o país possa experimentar o padrão de tempo que provoca inundações e secas ao redor do mundo durante o verão e outono. É bom preparar seus aparelhos de irrigação, no campo, e iniciar a racionalização do uso da água, nas zonas urbanas.
Em março, a instituição havia afirmado que essa probabilidade seria de no máximo de 50%. No mesmo momento, o Bureau de Meteorologia da Austrália informou que a probabilidade do desenvolvimento do El Niño, no resto de 2014, é maior que 70%. No Japão, a agência climática local vê grande possibilidade de que, pela primeira vez em cinco anos, o país possa experimentar o padrão de tempo que provoca inundações e secas ao redor do mundo durante o verão e outono. É bom preparar seus aparelhos de irrigação, no campo, e iniciar a racionalização do uso da água, nas zonas urbanas.
Fatos ocorrem em direções diversas
Entregando os pontos
Europa
A
Fitch cogitou aumentar a nota de crédito de Portugal de negativa para positiva.
O desempenho fiscal está acima do previsto. Trata-se da mais nova conquista
lusitana. Na Alemanha, o índice de preços ao consumidor CPI subiu em março 0,3%
ante o mês anterior.
A
União Europeia vive momentos de ansiedade com a situação da Ucrânia. A crise de
abastecimento do gás russo parece uma realidade cada vez mais próxima.
Estados Unidos
A
Universidade de Michigan anunciou seu índice de sentimento do consumidor norte-americano:
82,6 pontos em abril, contra 81pontos em março. Por outro lado, o índice de
preços ao produtor - PPI, subiu apenas 0,5% em março em relação ao mês
anterior. A inflação é esperada, mas está longe de começar.
Brasil
Vive
a angústia de sua inflação e de seu baixo crescimento. A impressão que fica é que o governo está resignado com essa situação. O marasmo da política econômica
mostra que o arsenal a que seus administradores se referiam em passado recente
acha-se esgotado. As concessões parecem imobilizadas pela ausência de marcos
regulatórios convincentes. O desrepresamento dos preços não foi encaminhado e
soa como uma ameaça quase inevitável para os agentes econômicos. As taxas de
juros fazem a alegria dos banqueiros e atraem capitais especulativos derrubando
o dólar a patamares ainda menores. Exportadores já não sabem o que fazer. O
quadro é de abandono econômico.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Mundo agora 3
Asia: ações para retomada do
crescimento dos principais PIB's locais
A agência de classificação de ratings
Moody’s entendeu que os estímulos do governo da China a sua economia pode ser importante
elemento para incrementar o crescimento do país. Acredita que o pacote expressa
a capacidade do governo de adotar medidas tempestivas para dar impulso ao crescimento
do o PIB, ainda em 2014. De
modo também positivo, a agência de classificação de ratings Fitch manteve a
nota de crédito da China em A+, com perspectiva estável. Entre
as medidas de estímulo ao crescimento do PIB está a decisão do Banco de Desenvolvimento da China de liberar 100 bilhões de
yuans em empréstimos para o programa de habitação até o mês de abril. Esse
valor é 4,5 vezes maior que o concedido no mesmo período do ano anterior. O Banco Central do Japão decidiu, por
unanimidade, manter a atual política monetária. O objetivo é do expandir a base
monetária em 60 trilhões de ienes a 70 trilhões de ienes, por ano. A Comissão reguladora de Ativos
mobiliários na China aprovou uma parceria para que investidores possam negociar
ações, de grande capitalização, nas bolsas de Hong Kong e de Xangai. O superávit
comercial da China foi de US$7,71 bilhões no terceiro mês do ano, surpreendendo
aos analistas, cujas expectativas encontravam-se bem abaixo desse valor. Mas, o
volume negociado foi mais fraco, de vez que as importações caíram 6,6% em
março, em relação ao mesmo mês no ano anterior, enquanto as importações
recuaram 11,3%, no mesmo período.
Mundo agora 2
Europa e seu desempenho recente
Divulgado
o aumento da produção industrial da França de 0,1% no mês de fevereiro em
relação ao mês anterior. Embora fraco, o desempenho industrial manteve-se no
território dos números positivos. O CPI, medida da inflação, veio com alta anualizada
de 0,6% em março. Curioso observar que o déficit comercial francês recuou para €
3,378 bilhões em fevereiro, bem inferior ao déficit de janeiro, de € 5,61 bilhões. Na
Itália, a produção industrial caiu 0,5% em fevereiro em relação ao mês
anterior. Já
na Alemanha, a produção industrial cresceu 0,4% de janeiro para fevereiro. O
Banco Central alemão esperava mesmo por um primeiro trimestre de expansão mais
forte e anuncia uma expectativa de menor crescimento para os próximos três meses.
Na Espanha, a produção industrial manteve-se estável em fevereiro, enquanto o Reino
Unido registrou um avanço de 0,9% de janeiro para fevereiro. A
Europa reage de forma lenta em função de resultados ruins apresentados por
alguns países, sobretudo os periféricos.
Mundo agora 1
Estados
Unidos
Anunciado
o déficit orçamentário dos Estados Unidos de US$ 413,2 bilhões de outubro de 2013
e março de 2014. Esse valor é 31% inferior ao do mesmo período do ano anterior.
Dentro dos esforços de recuperação da crise norte-americana, o governo achou
espaço para cortes fiscais, ainda que esses cortes provocassem efeitos
negativos sobre o crescimento do país. Uma demonstração muito clara de que é possível
crescer mesmo sob um regime de austeridade fiscal. Também
foram anunciados dados sob o mercado de trabalho do país. O número de pedidos
de auxílio desemprego, feitos por trabalhadores que entraram pela primeira vez
com essa solicitação, segundo o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos,
apresentou queda para 300 mil pedidos, na semana encerrada em 5 de abril.
Trata-se do menor número semanal, desde maio de 2007. Foram 32 mil pedidos a
menos nessa semana. Importante
observar se essa queda continua como uma tendência firme para os próximos meses. Olho também na evolução da taxa de desemprego, pois uma queda mais acentuada no desemprego estimula a revisão da política de estímulos monetários no país.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Agriculltores em festa
Preços dos grãos vão se manter atraentes
As produções brasileiras de soja e de milho não
apresentaram revisões tão significativas, conforme aponta a INTL FCStone. A
produção de soja sofre apenas alguns ajustes regionais, mas em termos nacionais
a estimativa manteve-se estável no mês de maio em relação a abril, em 87,6 milhões de toneladas. Uma bela safra que poderia ter
sido melhor, não fosse a seca que atingiu boa parte das áreas produtoras. Quanto ao milho, a redução apresentou
nesse mês um novo recuo, só que dessa vez o recuo foi mais discreto do que nas
previsões anteriores. A INTL FCStone prevê queda para 71,2 milhões de toneladas
de milho no ano agrícola 2013/14. Essas previsões começam a apontar que
os preços devem permanecer em patamares atraentes para os agricultores no
Brasil e no exterior, sobretudo se considerarmos as reduções ocorridas na
produção dos Estados Unidos e da Austrália.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Notícia boa?
A notícia é boa. Resta saber para quem.
O
relatório de emprego nos Estados Unidos mantem o otimismo em relação à
recuperação norte-americana. Registrou no mês de março a criação de 192 mil novas
vagas de trabalho. As
análises dos dados de emprego e dos índices de confiança do consumidor e do
empresário desenham uma perspectiva interessante para os Estados Unidos. Para
o Brasil, esses resultados mostram-se muito bons. Entretanto, seria conveniente
que não fossem melhores a ponto de produzir inflação e provocar uma alta de
juros naquele país. Isso provocaria a redução da liquidez mundial que, em
termos cambiais, seria desastroso para o Brasil.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Desajustes
As correções só serão
possíveis no longo prazo
A FGV publicou o IPC-S
referente a março. A alta mensal foi de 0,85%. Em fevereiro, o indicador havia registrado
crescimento de 0,66%. O IPC-S até março acumula 2,51%. Nos últimos doze 12
meses o indicador apresenta alta de 6,09%. Pelo visto o Bacen não
terá alternativa para hoje e deve subir a Selic entre 0,25% e 0,5%. Quanto à balança comercial brasileira, o resultado é considerado o pior
primeiro trimestre, desde o início de sua série histórica, com déficit de US$ 6,07
bilhões. Esses desajustes são frutos de
políticas econômicas desastradas praticadas desde anos e não serão revertidos
no curto prazo. Portanto, as empresas devem preparar-se para conviver com as
dificuldades impostas pela inflação, pelo câmbio e pelo baixo crescimento.terça-feira, 1 de abril de 2014
A bolsa tem reagido
Os
estrangeiros estão de volta.
O Ibovespa encerrou o mês de março com
maior alta mensal, desde o janeiro de 2012. Só em março, a alta foi de 7,05%. A verdade é que os estrangeiros têm
feito aportes sucessivos durante todo o mês. Mas esse movimento já tem algum
tempo. Em fevereiro, estrangeiros acreditavam mais no Brasil que os próprios
brasileiros. Brasileiros reduziam suas posições, enquanto o capital externo
aumentava seu ingresso na bolsa do país. Mais recentemente, é o Fed, com os
discursos de sua presidente, quem trouxe otimismo ainda maior aos agentes
econômicos. E o dólar, que rotineiramente gosta de
estar na contramão do Ibovespa continua caindo.Fechou no último dia de março cotado
a R$ 2,254. "Durma-se com um barulho desse".
Um evento muito oportuno
Recomendo para quem tiver disponibilidade
A Fundação Instituto de Pesquisas
Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) debaterá as
parcerias público-privadas (PPPs), a consolidação de normas
internacionais (IFRS) e publicação dos três níveis de governo, e a modernização
e desburocratização de governos e os impactos nas finanças públicas durante o
"III Encontro de Coordenação Orçamentária, Financeira e Fiscal
Intergovernamental de Países Ibero-americanos", evento que acontece os dias
2 e 4 de abril de 2014. O
encontro reunirá secretários da Fazenda, representantes da Secretaria do
Tesouro Nacional, do Banco Mundial, do Banco Interamericano de Desenvolvimento,
da Secretaria do Tesouro Nacional, da CEPAL (Comissão Econômica para a América
Latina e o Caribe) e especialistas em Finanças Públicas da América Latina.
Haverá debates sobre Finanças e Receitas Públicas, Orçamento Público,
Coordenação intergovernamental e Recursos Humanos e Administração Financeira. A
abertura do evento ocorrerá, nesta quarta-feira (2), a partir das 9 horas e
contará com participação do Dr. Andrea Calabi, Secretário da Fazenda do Estado
de São Paulo; do Professor Dr. Iran Siqueira Lima, Presidente da FIPECAFI
(Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e
Professor da FEA-USP; José Tostes Neto, Coordenador dos Secretários no
CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária); Jorge Mattar, Diretor
do ILPES-CEPAL - Nações Unidas (Divisão de Planejamento Econômico e
Social da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe); Javier
Pérez Torres, Diretor-Geral do INDETEC (Instituto para el Desarrollo Técnico de
las Haciendas Públicas) do México; Cristina Ruiz, Vice Presidente del Foro
Permanente de Direcciones de Presupuestos y Finanças de La República Argentina;
Celia Carvalho, Presidente do GEFIN (Grupo de Gestores das Finanças Estaduais)
e Roberto Yamazaki, Coordenador da Administração Financeira do Estado de
São Paulo. O evento
contará com a presença de mais de 250 convidados, além da participação de
autoridades, técnicos e gestores financeiros da Argentina, Brasil, Chile,
Colômbia, Equador, Peru, República Dominicana, México, Espanha, entre outros
países. A ação é organizada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo,
em parceria com GEFIN (Grupo de Gestores das Finanças Estaduais) e com o apoio
da Fipecafi e ocorrerá no Grande Auditório da Secretaria da Fazenda do Estado
de São Paulo, Avenida Rangel Pestana, 300 - 17º andar - Centro- Sé - São Paulo
(SP).Oscilações no crescimento munidal
A difícil recuperação do mundo
Na
China, o índice dos gerentes de compras industriais, conhecido pela sigla PMI,
subiu de 50,2 pontos, em fevereiro, para 50,3 pontos, no mês de março. Uma alta
tão leve não tem qualquer significado em termos de crescimento econômico. Toda
vez que o PMI aparecer acima dos 50, estamos diante de uma expansão da
atividade de compras. Ao contrário, medidas abaixo dos 50 pontos indica contração
da atividade de compras. Janet
Yellen, a nova presidente do Fed, acalmou os mercados, afirmando que a economia
e o mercado de trabalho ainda não podem ser considerados em estado de normalidade.
Fez questão de divulgar que, no seu entendimento, a autoridade monetária será
indispensável à recuperação do ritmo da economia norte-americana. Concluiu
sua fala de forma evasiva, “pelo menos por mais algum tempo”.
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