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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eventos da Semana

Acontece na FEA/USP
14.12 Segunda
SEMINÁRIO - “PRODUÇÃO E COMÉRCIO EM UMA ÁREA DE ABASTECIMENTO REGIONAL (Atibaia, Bragança, Nazaré – 1799 a 1830)”
Às 14h, sala 5, FEA-2
Palestrante: Déborah Oliveira Martins dos Reis (doutoranda PPGHE – FFLCH/USP)
Responsável: Profª. Drª. Luciana Suarez Lopes
Realização: HERMES & CLIO
http://www.usp.br/feaecon/nucleos_ex.php?i=9&e=19
15.12 Terça
LANÇAMENTO DO LIVRO: GESTÃO DE CARREIRAS NA EMPRESA CONTEMPORÂNEA
Às 19h, na sala da Congregação, FEA-1
Autores: Ana Carla Scalabrin, Angeli Kishore, Betina Silvestri Miranda, Elza Fátima Rosa Veloso, Jacquelaine Florindo Borges, Joel Souza Dutra, Luciano Venelli Costa, Marcos Aurélio de Araújo Ferreira e Tania Casado
Organizador/Responsável: Prof. Dr. Joel Souza Dutra
Realização: Editora Atlas
Inf.: 3818-4007, com Elaíse
16.12 Quarta
SEMINÁRIO ACADÊMICO
Non-exclusive Dynamic Contracts, Competition, and the Limits of Insurance
Às 11h30, sala A3, FEA-1
Palestrante: Pricila Maziero - The Wharton School - University of Pennsylvania
Responsável: Prof. Dr. Márcio Issao Nakane
Realização: EAE/FEA-USP
Inf.: 3091-5886
Defesas de Teses
Administração
1) MURILO ALVARENGA OLIVEIRA
Doutorado
“Implantando o laboratório de gestão: um programa integrado de educação gerencial e pesquisa em administração”
Dia 14 de dezembro, às 14h, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Antonio Carlos Aidar Sauaia
Comissão: Profs. Drs. Marisa Pereira Eboli, Edgard Bruno Cornachione Junior, Nilson José Machado, Ruthberg dos Santos
2) SILVIO CARVALHO NETO
Doutorado
“Dimensões de qualidade em ambientes virtuais de aprendizagem”
Dia 15 de dezembro, às 14h, sala 215, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Hiroo Takaoka
Comissão: Profs. Drs. César Alexandre de Souza, Edmir Parada Vasques Prado, Daniel Facciolo Pires e Wilson Massashiro Yonezawa
3) FLÁVIA HELENA DANTE ALVES BRAVIN
Doutorado
“Comunicação do posicionamento de marketing das instituições de ensino superior”
Dia 15 de dezembro, às 14h30, sala 217, FEA-5
Orientadora: Profª. Drª. Ana Akemi Ikeda
Comissão: Profs. Drs. Geraldo Luciano Toledo, Cristianne Cordeiro Nascimento Tavares, Moises Ari Zilber e Silvio Augusto Minciotti
4) FABIO MATUOKA MIZUMOTO
Doutorado
“Estratégia e ação empreendedora em empresas familiares: uma análise sobre capital humano e capital social”
Dia 16 de dezembro, às 9h, sala 217, FEA-5
Orientadora: Profª. Drª. Maria Sylvia Macchione Saes
Comissão: Profs. Drs. Décio Zylbersztajn, Moacir de Miranda Oliveira Junior, Sergio Giovanetti Lazzarini e Fabio Ribas Chaddad
5) JEFFERSON LEANDRO ANSELMO
Doutorado
“Gerenciamento de projetos em negócios baseados em projetos: uma proposta integrada das dimensões operacional, organizacional e estratégica”
Dia 16 de dezembro, às 14h30, sala 215, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Antonio Cesar Amaru Maximiano
Comissão: Profs. Drs. Roberto Sbragia, Hamilton Luiz Corrêa, Alonso Mazini Soler e Adriane Monteiro Cavalieri Barbosa
6) MARCELO SAMUEL DA COSTA MAGALHÃES
Mestrado
“Processos de decisão de compra de produtos de higiene pessoal entre dois canais: farmácia e supermercado”
Dia 17 de dezembro, às 9h30, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. José Augusto Giesbrecht da Silveira
Comissão: Profs. Drs. Nuno Manoel Martins Dias Fouto e Flavia Angeli Ghisi Nielsen
7) WAGNER TOYAMA CASSIMIRO
Mestrado
“A relação entre grupos de eventos de aprendizagem e desenvolvimento de competências individuais”
Dia 17 de dezembro, às 9h30, sala Ruy Leme, FEA-1
Orientadora: Profª. Drª. Marisa Pereira Eboli
Comissão: Profs. Drs. Graziella Maria Comini e Maria José Tonelli
8) EMILIO FLORES MAMANI
Doutorado
“Estratégias de organização industrial: estudo exploratório em agrupamentos de criadores de truta em Puno, Peru”
Dia 17 de dezembro, às 14h, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Celso Claudio de Hildebrand e Grisi
Comissão: Profs. Drs. Adelino De Bortoli Neto, Fabio Lotti Oliva, Francisco Antonio Serralvo e Antonio Jesus de Britto Cosenza
9) KAVITA MIADAIRA HAMZA
Doutorado
“Gestão do valor para o cliente e posicionamento estratégico: um estudo de caso no mercado empresarial”
Dia 17 de dezembro, às 14h, sala A13, FEA-1
Orientador: Prof. Dr. Geraldo Luciano Toledo
Comissão: Profs. Drs. Lino Nogueira Rodrigues, Antonio Carlos Barroso de Siqueira, Claudia Szafir Goldstein e Thelma Valéria Rocha
10) GILSON DITZEL SANTOS
Doutorado
“Estudo empírico da relação entre qualidade da informação e impacto individual no contexto organizacional”
Dia 17 de dezembro, às 14h, sala Ruy Leme, FEA-1
Orientador: Prof. Dr. Hiroo Takaoka Comissão: Profs. Drs. Ronaldo Zwicker, César Alexandre de Souza, Diógenes de Souza Bido e Alexandre Reis Graeml
11) VIVALDO JOSÉ BRETERNITZ
Doutorado
“Contribuições ao processo de construção de estratégias para a bancarização da população de baixa renda com o uso de dispositivos móveis”
Dia 21 de dezembro, às 9h, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Martinho Isnard Ribeiro de Almeida
Comissão: Profs. Drs. Fernando Antonio Ribeiro Serra, Leonel Cezar Rodrigues, Mauricio Fernandes Pereira e Emerson Antonio Maccari
Economia
1) BRUNO WESTIN PRADO SOARES LEAL
Mestrado
“Lei do preço único e seus desvios: existe algum padrão?”
Dia 16 de dezembro, às 14h, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Mauro Rodrigues Junior
Comissão: Profs. Drs. Marcio Issao Nakane e Sergio Kannebley Junior
2) TIAGO TOLEDO FERREIRA
Mestrado
“Arranjos institucionais e investimento em infraestrutura no Brasil”
Dia 17 de dezembro, às 14h, no CIEP, Biblioteca
Orientador: Prof. Dr. Carlos Roberto Azzoni
Comissão: Profs. Drs. André Franco Montoro Filho e Werner Baer
3) MARACAJARO MANSOR SILVEIRA
Mestrado
“A matemática nas ciências sociais: o caso da Economia”
Dia 17 de dezembro, às 16h, sala 215, FEA-5
Orientadora: Profª. Drª. Leda Maria Paulani
Comissão: Profs. Drs. Eleutério Fernando da Silva Prado e João Leonardo Gomes Medeiros
Ciências Contábeis
1) MÔNICA SIONARA SCHPALLIR CALIJURI
Doutorado
“Avaliação da gestão tributária a partir de uma perspectiva multidisciplinar”
Dia 16 de dezembro, às 9h30, sala 215, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Alexsandro Broedel Lopes
Comissão: Profs. Drs. Carlos Alberto Pereira, Roberto Quiroga Mosquera, Arthur Ridolfo Neto e Heleno Taveira Torres
2) EDILMAR ARAKAKI GUSKUMA
Mestrado
“Evidências da satisfação no trabalho com base nas demonstrações financeiras publicadas”
Dia 17 de dezembro, às 9h, sala 215, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Bruno Meirelles Salotti
Comissão: Profs. Drs. Luiz Paulo Lopes Fávero e Wilson Toshiro Nakamura
3) RENÊ COPPE PIMENTEL
Doutorado
“Propriedades do lucro contábil e determinantes do coeficiente de resposta ao lucro no Brasil”
Dia 17 de dezembro, às 14h, sala 207, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Iran Siqueira Lima
Comissão: Profs. Drs. Alexsandro Broedel Lopes, Eduardo Kazuo Kayo, Wilson Toshiro Nakamura e André Luiz Oda
Informe-se
1) LANÇAMENTO DO LIVRO – MUNDO EM TRANSE – Aquecimento Global ao Ecodesenvolvimento
Dia 14 de dezembro, às 16h30, Livraria Cultura do Conjunto Nacional
Autor/Responsável: Prof. Dr. José Eli de Veiga
Realização: Editora Autores Associados e EAE
Inf.: 3091-5802/5803
2) LANÇAMENTO DO LIVRO - CONTROLE GERENCIAL: UMA ABORDAGEM DA CONTABILIDADE GERENCIAL NO CONTEXTO ECONÔMICO, COMPORTAMENTAL E SOCIOLÓGICO
Dia 15 de dezembro, das 18h30 às 21h30, Livraria da Vila (R. Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena)
Participantes: Artur Roberto do Nascimento e Emanuel Junqueira
Responsáveis/Autores: Profs. Drs. Fabio Frezatti e Welington Rocha
Realização: Editora Atlas
Inf.: 3814-5811

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Resultado da Enquete

Carreira é o maior interesse
Preocupação com a condução da carreira e oportunidades de novos desafios para alavancá-la demonstram-se como os itens de maior interesse  de todos os votantes. Aliás o numero de votantes está crescendo.
Vamos todos fazer um esforço para trazermos esses assuntos para o blog. Esse esforço trará benefícios para todos.
De minha parte, procurarei pelas melhores novidades sobre esse tema.

Carta Capital - Interiorização da economia brasileira

Presença: uma inspiração estratégica,
uma vocação do Bradesco



Portal IG 12.12.09 - Fusõe e Aquisições

Analistas vêem espaço para novas fusões e aquisições

Ainda existe espaço para fusões e aquisições no setor bancário brasileiro, afirmam especialistas. Mas após o forte processo de consolidação no segmento verificado nos últimos anos, as possibilidades hoje estão na compra de instituições menores pelas grandes, ou ainda de bancos com atuação em nichos de interesse específico.
 A concentração bancária começou no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) com o intuito de tornar o mercado financeiro brasileiro menos vulnerável. Segundo o professor da USP Alberto Borges Matias, ao se unir, os bancos buscaram ganho de escala e a melhoria de seus indicadores.
“Tudo é por oportunidade”, diz o professor Alberto Matias. Normalmente, um pequeno ou médio tem como fornecedor de recursos o grande banco. Quando enfrenta um problema com liquidez, o menor acaba “se entregando”.
Instituições maiores podem se interessar pela aquisição de bancos com competências específicas, como private banking - segmento dedicado a clientes com patrimônio elevado -, por exemplo, segundo Celso Grisi, do Fractal. “Para um banco que tenha interesse em avançar no private, é muito razoável que busque uma instituição que atue fortemente nisso, como o Alfa.”

Ele afirma ainda ver espaço para a aquisição de bancos europeus que já têm presença no Brasil e estratégias bem estabelecidas e cita como exemplo o Deutsche Bank, por sua atuação com empresas grandes, operações sindicalizadas e com agências do governo. “Poderia interessar ao Banco do Brasil, ao Bradesco ou ao Itaú Unibanco, por exemplo, que veriam a compra com bons olhos até porque aumentariam sua penetração na zona do euro”, afirma. 

Safra

“Ainda há bancos que podem ser alvo de cobiça dos maiores, mas eu acho que o processo maior de consolidação parou”, diz Grisi. Segundo ele, uma operação razoável de se pensar seria a compra do banco Safra, que tem porte maior e cuja aquisição seria significativa para elevar a competitividade do comprador diante dos concorrentes. No entanto, ele diz que as chances disso acontecer são mínimas. “O Safra não é um banco posto à venda”. 
Bancos estrangeiros

Outra tendência apontada pelos especialistas é a vinda de bancos do exterior para o Brasil, tanto os que ainda não têm presença local como os que já estão no País, que poderiam expandir sua atuação. “Bancos estrangeiros continuam vindo para o mercado brasileiro, como o Banco da China, por exemplo. Essa é uma possibilidade”, diz Felix, da Deloitte. Grisi, da Fractal, cita o Citibank, que, segundo ele, poderia se tornar um banco de varejo no Brasil, como os cinco maiores bancos atuais. Uma outra estratégia dos bancos estrangeiros é comprar ações em momentos de liquidez mais baixa, quando os ativos tendem a estar desvalorizados, portanto, mais baratos. Grisi dá como exemplo um aumento da participação Bank of America no Itaú. (Atualmente, a instituição norte-americana possui participação de 5,41% no banco brasileiro).

domingo, 13 de dezembro de 2009

Correspondentes bancários

Correspondentes bancários e o varejo

Estudo qualitativo levado a cabo pela FRACTAL no início do segundo semestre de 2009, com 100 varejistas, operando nas praças de São Paulo e Rio de Janeiro, permitiram entender, de forma mais profunda, motivações, barreiras e outros likes e dislikes, desses proprietários de pequenos negócios, com as atividades de correspondente bancário.
As verbalizações sobre a decisão de tornar-se um correspondente bancário revelam o desejo de seus proprietários / gerentes de encontrarem uma nova vertente de crescimento para seus faturamentos e lucros. O elemento motivacional subjacente à decisão de tornar-se correspondente bancário é o desejo de potencializar os negócios do estabelecimento através:

• do aumento do número de clientes trazidos ao estabelecimento pela nova atividade;

• da fidelização dos clientes atuais pelo aumento do número de idas ao estabelecimento e pelo estreitamento do relacionamento provocado pelo maior número de contatos;

• da otimização do uso dos recursos já existentes, como aluguéis e tempo ocioso de funcionários.

De forma subsidiária, é elemento motivacional não desprezível, o diferencial mercadológico do estabelecimento, em relação à concorrência, direta ou indireta, em sua área de influência.
Esse diferencial está expresso, de um lado, na facilidade e na conveniência dos serviços prestados e, de outro, no prestígio que a marca do banco confere ao estabelecimento. É quase que um endosso, uma referência de credibilidade, emprestado pelo banco ao estabelecimento.
Trata-se do prestígio que o estabelecimento passa a gozar na micro-região onde atua.
Em sentido contrário, a maior barreira à decisão em credenciar o estabelecimento como correspondente bancário está associa-se aos problemas decorrentes da segurança.
A segurança envolve três elementos:
a) o estabelecimento, pelos valores recebidos;
b) no transporte de numerários;
c) a segurança pessoal do proprietário ou gerente, de quem se sabe ter a posse ou guarda desses valores diários.
Algumas vezes os valores se acumulam de um dia para o outro, causando uma sensação de exposição do negócio a riscos elevados. Em regiões não centrais, o problema é tido como mais agrave.
Seguros, segundo os entrevistados, não cobrem o risco completamente. Suas coberturas são parciais e não podem dar conta do receio com as conseqüências pessoais de um sinistro.
Sua percepção, no momento inicial da decisão de tornar-se correspondente B é reduzida. Trata-se de risco percebido após a decisão, que está a merecer algum tratamento adicional, conquanto remanesça o problema dos custos que venha a produzir.
Quando o comerciante tem que escolher entre dois ou mais bancos, seus critérios baseiam-se nos serviços e benefícios que poderão oferecer aos seus clientes: quanto maior a qualidade dos serviços prestados ao seu público, maior são os benefícios para o seu estabelecimento.
Os elementos dessa comparação envolvem:
1. A compatibilidade da proposta operacional de correspondente com a operação da própria loja. Ou seja, a operação de correspondente bancário não pode comprometer a operação comercial em curso. Lay-outs, mobiliários existentes, decoração, comunicação visual, fluxo de pessoas no estabelecimento e, mesmo, o nível sócio-econômico dos usuários finais devem guardar compatibilidade e adequação com a natureza da atividade empresarial desenvolvida pelo estabelecimento.
2. Aliás, isso confirma que o correspondente bancário busca essa atividade como forma de potencializar seu negócio e de expandi-lo via prestação de serviços.
3. A facilidade de conduzir a nova operação: uso de tecnologia amigável (fácil de ser absorvida por funcionários, com equipamentos de fácil operação). Sob esse aspecto é relevante que o sistema seja ágil, evitando congestionamentos no estabelecimento ou irritação do cliente com seu negócio principal. Treinamentos oferecidos: técnicos, para garantir a qualidade da operação e, comerciais, para garantir uma venda de qualidade e em maior volume à clientela.
4. Material promocional de qualidade para impulsionar as vendas.
5. Sistemas de controle: dado o manuseio intensivo de numerário, o correspondente bancário teme perder o controle do negócio. Ele próprio busca por soluções mais eficientes para redução desse risco e procura entender como os concorrentes lidam com esse problema.
Em síntese, as comparações feitas pelos correspondentes bancários dizem respeito às sinergias estabelecidas entre esse negócio e o negócio principal de seu estabelecimento.
Compreender a lógica de operação de cada estabelecimento parece ser o melhor caminho para fidelizá-lo.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Consumidores velhos e seus novos comportamentos

Perplexidades atuais sobre novos comportamentos incorporados
às decisões de compras

Não se deveria estar perplexo com nossos consumidores. Eles, agora, como no passado, tentam maximizar os benefícios auferidos para cada unidade monetária despendida no seu consumo. Na microeconomia, utilidade sempre foi o nome desse jogo nos estudos sobre o consumidor. A mudança se deu foi no marketing. O consumidor introduziu tecnologia em seu processo de compra. Sua atividade de busca de informações tornou-se muito mais fácil e rápida. O consumo de tempo e dinheiro na obtenção de informações reduziu-se muito. Também as avaliações referentes ao pré e ao pós compra não estão mais dependentes apenas das experimentações pessoais e da lenta propagação das informações pela mídia boca a boca.
É verdade que nada substitui a loja no contato com o produto, na sua gratificação imediata da compra, no atendimento pessoal (quando esse é bom) e no desfrute do ambiente de compra, que pode associar-se à recreação, entretenimento e outros aspectos sociais. Mas, o comércio eletrônico tem trazido maior conveniência e facilidade ao ato de compra. Tem dispensando idas ao ponto de venda, esperas em filas e as tensões próprias das lojas cheias e mal localizadas, iluminadas, climatizadas, desprovidas de estacionamentos. Mais do que isso, o comércio eletrônico é uma fonte muito rica de informações e que pode se tornar ainda melhor, se o consumidor recorrer ao chamado comércio social. Utilizar redes sociais dá a esse consumidor todas as informações necessárias as suas decisões. Informações sobre o produto, seu desempenho, qualidade, preços, usos e benefícios. As comparações com produtos sucedâneos e concorrentes estão facultadas. Eis com o os riscos percebidos e as dissonâncias cognitivas podem surgir, desaparecer, agravarem-se ou reduzirem-se. Tudo à base do melhor compartilhamento de informações que, emitidas de forma completamente espontânea, tornam-se críveis como nenhuma outra que lhe possa chegar.
A mudança deu-se no campo do marketing. É bem o momento de repensar nossa teoria, não porque, necessariamente, tenhamos que mudá-la ou avançá-la. Mas, talvez porque ela possa explicar mais e melhor os comportamentos novos. Certamente teremos que mudar nossas estratégias para alcançar esses novos consumidores. A transformação está só no começo. Logo teremos o comércio móvel se intensificando e a chegada do comércio via TV digital. Há grandes desafios, mas não há razões para perplexidades ou alarmismos inúteis. Vamos apenas mudar.

O lançamento reuniu o melhor de nossa elite intelectual

Fundamentos de Administração
Na noite da última sexta feira, na Livraria da Vila, reuniram-se os amigos do Hélio Janny Teixeira, do Sérgio Salomão e da Clodine Janny Teixeira. Intelectuais, jornalistas, executivos, professores, pesquisadores. Uma noite de festa para comemorar o lançamento do livro Fundamentos da Administração. Uma noite de convívio agradável com gente muito especial. Como pano de fundo o livro. Certamente, dessa noite, o livro não foi o essencial.

Agora, o livro, esse sim, é um encontro com a essência da teoria administrativa. Uma síntese do contúdo gerencial contemporâneo, conduzida pelo fio integrador da história da administração. Transparece o encadeamento acadêmico construído na vivência das salas de aulas. Emergem, do contexto e da  narração, figuras de grandes amigos que acabam marcando a vida dos autores. Todos ligados aos desafios da vida acadêmica intensa da FEA/USP ou da turbulenta atividade consultiva da FIA, ou, ainda, de ambas, simultaneamente. Eis como a obra é: história integrando as análises. Resultados e casos, incentivando à síntese. Empirismo e teoria. Sirvam-se de tudo isso.
RECOMENDO FORTEMENTE, como leitura obrigatória, aos que empreendem, aos que administram e aos que ensinam a arte do gerenciamento.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Comportamentos no trabalho

Gartner afirma que a utilização de computadores próprios no trabalho aumenta 
A pesquisa aponta que o número médio de empregados que utilizam seus notebooks pessoais crescerá de 10% para 14%, em 2010. Ao longo dos anos, as empresas têm adotado políticas que facultem o uso dos computadores pessoais no trabalho.
Nisso, duas coisas ficam difícil de entender. A primeira, associada ao comportamento generoso desse funcionário, pondo ativos pessoais a serviços das organizações americanas, inglêsas e alemãs. Concordemos que generosidade financeira e despreendimento econômico não são elementos característicos da população daqueles países. Não será possível admitir, em tempos de pens e outros acessórios, a idéia de que a facilidade e a conveniência do uso da própria máquina ultrapasse a fronteira financeira desse funcionário.
Em segundo lugar, custa crer que os problemas com sigilo e confidencialidade estejam, na avaliação das empresas, subestimados pelos de redução de seus custos ou investimentos. Ainda que a obsolescência acelerada possa induzir à inversão de valores empresariais, estamos falando de algo que poderá fragilizar organizações, seus objetivos e estratégias.
A investigação alcançou 528 gerentes de TI de empresas, com mais de 500 funcionários, no Reino Unido, Alemanha e USA. A amostra é pequena para concluir-se tanto, mas, enfim, é a amostra que temos.
Essa despreocupação, ou excessiva confiança, traduz os problemas pelos quais a governança em TI atravessa nesse momento. Sinceramente, é preocupante imaginar que fucionários de marketing não se achem atraídos por uma boa base de dados de empresas seguradoras ou de cartões de crédito. Difícil crer que programas e softwares relacionados às áreas de produção deixem de interessar a um engenheiro aeronáutico da Boeing. Ou, ainda, que um computador de funcionário da Lufthansa não seja objeto de desejo de outro da British Airways. Fico imaginando a segurança dos sistemas de inteligência competitiva dessas empresas.

Pansonic adquire 50% da Sanyo

Por US$ 4,6 bilhões Panasonic
fica com metade da Sanyo
Demorou mais de uma ano para o negócio se concluir. Agora foi anunciado. A Panasonic formalizou a compra de 50,19% das ações da Sanyo por US$ 4,6 bilhões. É de estranhar o fato de o valor pago ser inferior ao valor atual das ações da Sanyo, cotadas ontém a 176 ienes.
A concentração continua acelerada. Quando acontece na Ásia não se discute a concentração. Entretanto, essas empresas vivem dos mercados ocidentais.

Instabilidades oscilações e volatilidades futuras

2010, o ano das "balas perdidas"
no mundo financeiro
Combater a crise produzida pelo setor financeiro privado exigiu dos governos nacionais uma pronta ação capaz de estancar as quebras e seus possíveis efeitos em cadeia. Evitar a propagação do contágio e preservar a liquidez  os sistemas monetários nacionais eram as palavras de ordem. Tudo foi feito por meio de empréstimos que hoje transformaram-se em bombas, sem hora certa para explodir. Estados estão endividados para além do suportável. Agentes econômicos privados serão obrigados a negociar suas dívidas, pela simples razão de que não serão capazes de honrá-las.
Dubai foi o primeiro caso. Grécia e Espanha, quase simultaneamente, estão deixando o "cadastro positivo internacional". Difícil saber de que lugar virá o próximo tiro. Estão na lista das possíveis "balas perdidas" economias ricas como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e Irlanda. Os investidores olham para as dívidas internas desses países e se assustam com a relação dívida/PIB. Reino Unido mais 80%, Alemanha mais de 60%, Irlanda mais de 80%. No plano internacional, o antigo bloco soviético faz água. A dívida externa da região supera 100% do PIB. No setor privado internacional, estima-se que vá vencer, no próximo ano, mais US$ 200bilhões.
As previsões feitas em todo  mundo desconsideram o efeito das "balas perdidas". Não se sabe de onde virão e muito menos quem as disparará. Uma coisa é certa. Ainda que se exercitem as melhores negociações para a rolagem dessa montanha de papéis, cujos prazos vão se vencer rapidamente, e ainda que haja disposição em socorrer e amparar os credores, eles são muitos e endividados para além de suas capacidades de pagamento. 2010 será um ano de montanhas russas, inesquecível para os que gostam de riscos. Perigoso para a economia real.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Pesquisa requer cuidados

Pesquisando a Classe A. Um desfio e tanto


http://www.portaldapropaganda.com/marketing/2008/07/0014

Espanha e Grécia no mesmo saco?

Depois de um período de prestígio,
Espanha decepciona investidores.
O Banco Central Europeu não discute o rebaixamento da nota dada ao crédito espanhol (de estável para negativa) pela agência de classificação Standard & Poor´s. Apenas considerou, em comentário lacônico, que a nota é difícil de ser contestada. Incitado a falar mais sobre a nota, o BCE se pronunciou por meio de um dos membros de seu Comitê Executivo: "Es corta, está en internet y es para todos los públicos".
Os mercados reagem negativamente aos rebaixamentos da Espanha e da Grécia, pois os investidores entendem que, no fundo, as notas refletem o desempenho dessas economias.

Liquidez exagerada provoca especulações

O impacto da Selic no bolso do cidadão
Veículo: Diário do Comércio de SP
Data: 10/12/09 -
Patrícia Büll  

A decisão tomada ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic, a taxa básica de juros, nos atuais 8,75% ao ano já era esperada, mas não impediu que alguns empresários entoassem o coro dos descontentes. Afinal, além de ser o principal instrumento para o controle da inflação, é ela que baliza o custo dos financiamentos de bens produtivos e do crédito e também influencia diretamente na vida financeira do cidadão comum.
Evolução – Para se ter uma ideia, desde o início do ano, quando o Copom reduziu a Selic de 13,75% para 12,75% ao ano – a primeira de uma série de cinco quedas consecutivas, até alcançar os atuais 8,75% ao ano – o juro básico teve redução de cinco pontos percentuais: queda de 36,4%. No mesmo período, o juro para pessoa jurídica caiu de 31% ao ano em janeiro, para 26,5% em outubro (queda de 19,6%) e para pessoa física saiu de 55% ao ano para 44,2% (redução de 14,5% até outubro). Em igual período, o prazo médio de financiamento para pessoa física foi de 16 para 17 meses.

Na opinião de Manuel Henriquez Garcia, professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP e vice-presidente do Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon-SP), foi a manutenção da Selic em queda, combinada com a política fiscal anticíclica do governo que ajudou o Brasil a atravessar a crise sem grandes percalços e sair dela rapidamente.

Expectativa de alta – Porém, a mesma demanda interna aquecida que ajudou o País durante a crise será a responsável pela provável mudança de postura do Copom em relação à Selic no próximo ano. A expectativa geral é que a economia brasileira terá um crescimento robusto em 2010, o que deve pressionar os preços.
"O BC já tem como certo que haverá aumento de preços por conta do crescimento da demanda e que precisará adotar uma postura mais severa e começar a elevar a Selic, talvez já no segundo trimestre", diz Fábio Kanczuk, professor de economia da FEA/USP. Até lá, ele acredita que o real apreciado ajudará a manter os preços sob controle, pois permite o crescimento da importação.

Muita liquidez – Celso Grisi, diretor-presidente do Instituto de Pesquisa Fractal, chama a atenção para o "excesso de liquidez" no mercado. Para ele, os R$ 85 bilhões de recursos vindos do 13º salário, mais o montante que o BC injetou no mercado para comprar dólares e manter o real no patamar atual (R$ 6 bilhões só em outubro), mais os recursos provenientes das operações de crédito, elevaram demais o volume de dinheiro circulando, o que dará ainda mais munição para o banco mudar o tom de suas reuniões, preparando o mercado para um aumento da Selic.


"Pelo menos até o final do primeiro trimestre não acredito que o BC faça qualquer movimento. Seria um contrassenso por conta das medidas anticíclicas que ainda vigoram para estimular a produção. Mas também não haverá novas reduções por causa do aumento dos preços no horizonte", diz Grisi.

E os jornais?

Transformações na mídia impressa também.
Perguntado sobre qual será o futuro da mídia ou qual será a mídia do futuro, Héllio Costa , Ministro das Comunicações repondeu:
"Estamos na transição do que chamamos de convergência, que vai alterar de forma significativa a maneira como vemos a mídia e como produzimos para a mídia. Altera a vida do jornalista, do leitor e do espectador. Os veículos estão se modernizando. As ferramentas existentes hoje dão agilidade extraordinária aos jornalistas. A competição entre o eletrônico e o impresso é brutal, pode determinar inclusive uma migração completa do impresso para a midia digital. Os jornais que aparentemente alcançaram sucesso de venda têm formatos menores, os tablóides, com venda direcionada para o fato do dia, não necessariamente o fato político, mas o que pode sensibilizar na fila do ônibus ou do metrô as pessoas que estão indo para o serviço. Vai ser uma mídia diferente. No futuro, a maneira como nós lemos o jornal, vemos TV e ouvimos rádio vai ser outra. Teremos uma central de comunicação em cada residência, onde vão se misturar a internet, a TV, o telefone. Será o seu centro de comunicação e não necessariamente o rádio, a TV, o telefone separadamente."
Exageros à parte, a reposta vem na linha da proposta do Ramiro. Certamente, o consumidor precisaria ter uma "ilha de edição" em sua casa para dar conta dessa convergência ou padeceria de um excesso de repetições. Há que se considerar também a existência de um espaço para contrapor  reflexões. Os editoriais ainda não encontraram mídia melhores que os jornais. Mas, que o ministro tem uma percepção interessante não há dúvidas. Afinal, esse negócio ele conhece e bem.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ainda sobre mudanças na MÍDIA convencional

Acabam de sair os dados da pesquisa de audiência do IBOPE. Programas tradicionais e líderes perdem audiência para canais menores ou pagos, DVD ou game. Soma-se isso fato de que muitos televisores "ficaram desligados".Há ainda o índice de afastamento: televisão ligada, mas ninguém assistindo (apenas afastando a solidão dos telespectadores...)
O programa "Jornal Nacional" ícone e ímã de telespectadores (por sua lealdade e aderência) caiu de 39,8 para 31 pontos nos últimos cinco anos.
O "Jornal da Record" teria perdido 20% em seis meses. Isso ocorre também no SBT que pode fechar o ano com dois pontos a menos que a Record.
Em suma todas as redes perderam telespectadores em relação a 2008.
Esse é o movimento silencioso que coloca em cheque a mídia tradicional.
Acrescente a isso o fato que em 2012 a TV digital estará nos 100 maiores municípios do Brasil.
A história mostra que uma mídia nova não destrói a anterior. Apenas a reposiciona.
Será que o mesmo irá ocorrer agora? Será uma mudança incremental ou um salto?
As verbas publicitárias migram para o PDV e para mídia digital. Além disso, pulveriza-as. As grandes operações de mídia com grande custo fixo começam a ficar inviáveis.
O vetor jovem -nativos da internet- (com idade menor que 25 anos) prefere mídias onde eles escolhem "quando", "onde" e "o que" ver.
Estas variáveis irão mudar a mídia da forma que a conhecemos hoje, pois finalmente o anunciante poderá mensurar o uso de sua verba publicitária.
Como será a integração do "on line" e "off line"? Como conciliar mídia síncrona com assíncrona?
Qual será o novo modelo de negócios para a mídia tradicional?
Este é o debate que irá imperar em 2010 . Ainda silencioso.
Colaborou Prof. Ramiro Gonçalez

Incertezas e temores no mundo financeiro

Mercado sobe no muro
nos próximos dias

Na Europa, a Fitch rebaixou a nota da Grécia. Oficializou, portanto, a existência de um novo foco de tensão. Agora temos Dubai e a Grécia. Para engrossar esses receios, a Standard & Poor's alerta sobre o crédito espanhol. Sai da categoria "estável" e entra para a categoria "negativo". Pensando bem, há razões para esses temores. Eles imobilizam as decisões, em grande medida.
Na Ásia uma descoberta tardia. Já havíamos anunciado isso em postagens anteriores: no Japão, o PIB do terceiro trimestre mostrou um avanço de 1,3%. Na China, a Comissão Reguladora de Bancos informou que vai desacelerar a expansão do crédito no país. Nada disso é novo. O razoável é um crescimento japonês dessa ordem mesmo. Quando foi que alguém pensou mais que isso? 4,8% era uma anualização do resultado publicado anteriormente e não o crescimento anual.
Nos Estados Unidos os níveis de estoques no atacado, medidos pelo Wholesale Inventories, avançaram 0,3%, contra uma previsão de queda de 0,5%. E isso é mal? Por que? Sem dúvida, sugere compras menores do varejo. Mas, poderia também sugerir uma recuperação dos níveis de estocagem, aguardando por uma expansão, ainda que pequena, das encomendas futuras. Afinal, em mercados competitivos os custos de vendas perdidas costumam superar os custos da estocagem.
No Brasil, espera-se mais pelo que o Copom venha a falar, do que pelo que ele venha a fazer. Aqui, os especialistas não têm dúvidas. O Copom não fará nada. Mas, a ata pode trazer uma mudança do discurso em relação às reuniões futuras. Vamos sentir o pulso das expectativas oficiais futuras sobre a inflação.

Estoques de petróleo dos USA baixaram surpreendentemente

É dificil crer em enganos
Os estoques norte-americanos de petróleo cairam nessa semana. Estocados, temos hoje 336 milhões de barris, segundo o Departamento de Energia do país.
Houve recuo de 3,8 milhões de barris, contra a previsão dos experts de um aumento de 1,5 milhão. Um erro considerável para merecer o título de experts. 5,3 milhões de barris, ou seja, 1,5% de erro, em uma única semana.
A reação foi imediata em Londres e nos Estados Unidos. As notícias contraditórias, divulgadas a cada semana, contaminam a precificação de todos os ativos. Durma-se com um barulho desse.

Sondagens mostram crescimento modesto na zona do euro, em 2010

2010 ainda não é ano de recuperação
para os europeus
Sondagem com economistas europeus aponta para um crescimento, na zona do euro, de 0,5% nesse último trimestre de 2009. Indica também que o crescimento para o ano que vem será de 0,3%, representando uma ligeira retração em relação aos dois últimos trimestres desse ano. Essa desaceleração seria provocada pela retirada de um amplo conjunto de estímulos fiscais e monetários concedidos pelo Banco Central Europeu. Esse pacote, correspondente ao que se chamou  no Brasil de medidas anticíclicas, permitiu às 16 nações pertencentes ao bloco superar os cinco trimestres consecutivos de queda do seu PIB. A pesquisa é conuzida mensalmente pela agência Reuters e nos resultados, que acabam de ser publicados, há pelo menos uma boa notícia: nada de recessões ou retrações para o próxmo ano. Se o crescimentop não é grande, pelo menos é consistente durante todo 2010. Acho que já esperávamos por isso. Ppodemos trabalhar com algumas hipóteses, agora mais clara: USA e Zona do Euro em recuperação lenta. China com crescimento alto. Japão seus tigres e gatos com crescimentos moderados. Brasil, sendo um pouco otimista, chega a 5,0%. E estamos conversados.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Já não estou tão sozinho.

Alta de juros parece um caminho natural para o mundo. Alta do dólar também.

No site da InfoMoney
Política monetária no mundo
O movimento a favor de uma mudança no discurso das autoridades monetárias não se restringe ao Brasil. Nos Estados Unidos também há quem defenda a alta na Fed Funds Rate, que atualmente está em seu menor patamar histórico (entre 0% e 0,25% ao ano). "Sem a adoção de uma política mais deliberada de redução da liquidez e elevação das taxas de juros antes cedo do que tarde, nós poderemos muito bem ver a inflação se tornar uma preocupação séria", disse na última terça-feira Charles Plosser, presidente do Federal Reserve da Filadélfia - primeiro membro da autoridade monetária norte-americana a se pronunciar a favor do aperto monetário.
Enquanto na maioria das economias começa-se a pensar em uma mudança no comportamento das autoridades monetárias, em outras poucas, o aperto monetário já está sendo conduzido. Nesta semana, a Austrália anunciou pela terceira vez consecutiva a alta na taxa de juros do país, que passou de 3,5% para 3,75% ao ano. Outras economias, como Israel e Noruega, também já elevaram seus juros.
E a Selic?
"A unanimidade sobre a manutenção da política monetária, que prevaleceu nas últimas quatro reuniões do Copom, começa a ser rompida. A razão para isso é a forte recuperação da economia brasileira nos dois últimos trimestres e suas consequências para a taxa de inflação no médio prazo", destacou a MCM.
Na visão da consultoria, o crescimento da demanda agregada ao ritmo atual é incompatível com a expansão da capacidade produtiva da economia brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, irá se refletir em pressões sobre a taxa de inflação e sobre o déficit em conta corrente.
Ainda na posgtagem de ontém disse que esse seria o motivo para o aumento do dólar no mundo. Com essa expectativa e com o recrudescimento das tensões em Dubai, no Brasil, o dólar fecha sua 3a. sessão em alta. Vamos acompanhar!

Agora tudo são flores

Enfim, sós
Microsoft e o Yahoo  finalizaram o acordo na área de buscas pela internet e publicidade online. No negócio, a Yahoo vai receber cerca de US$ 150 milhões, no prazo de três anos. Ambas as empresas acreditam que o negócio contará com a autorização dos órgãos reguladores, até o início de 2010. Google, prepare-se que a concorrência está chegando.