Banner

Translate

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Educação?

Para os que ensinam e os que aprendem
Em educação de executivos, o pensamento dominante das escolas especializadas identifica características de aprendizagem próprias dessa geração de gestores. Nesse diagnóstico, os executivos são cada vez mais jovens e conectados. Querem acessar conteúdos específicos, de aplicação imediata, no momento e do jeito que escolherem. O conhecimento é buscado de forma fragmentada, parcial e muito rápida. Deve ser aplicado de forma imediata, pois a empregabilidade estaria dependendo do saber fazer. Por isso, consultam apenas trechos de livros e compartilham histórias e experiências. Problemas e respostas são melhor entendidos por meio de trabalho colaborativo, que permita a interação com outros gestores. A gamificação introduz elementos lúdicos, responsáveis por tornar o aprendizado mais atraente e divertido. Tudo muito concreto, sem abstrações teóricas mais complexas ou elaboradas.
As escolas e seus mestres se preparam para atender essa nova demanda, intensificando o uso de ferramentas digitais para a educação corporativa. Essa prática instrucional faz perder os próprios objetivos da educação profissional.
Apenas configurar um estilo único de aprendizagem e definir uma espécie de figurino para o procedimento didático dos professores neutraliza o desenvolvimento do espírito crítico e compromete as capacidades de análise e síntese.
Interpretar uma geração de gestores, como uma massa homogênea, sem respeito aos elementos individuais do aprendizado, como se todos desejassem as mesmas coisas e agissem da mesma forma para obter um conhecimento apenas utilitário parece distante do que chama de educar. Os gestores serão treinados em saber como fazer, como decidir, como resolver os problemas presentes. Mas, desprovidos do arcabouço teórico para resolver novos problemas. Quando isso acontecer, todos terão que procurar um novo curso, pois não aprenderam a aprender. Precisarão de uma nova reciclagem em sala de aula.
Isso não pode ser educação continuada, porque não é educação.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Milho vai superar a soja logo logo

A revolução na produção agrícola
Em poucos anos, o Brasil produzirá mais milho que soja. A demanda mundial sustenta os preços do milho. Para a safra 16/17, o Brasil colherá perto de 103 milhões de toneladas de soja e 91 milhões de toneladas de milho.
Para o ministro Paolinelli “a demanda mundial por proteínas nobres para ração é composta por 70% de milho e 30% soja”.
A demanda mundial está firme, como mostra as exportações americanas das duas últimas semanas.  Essa safra, mesmo somada à da Argentina e à do Brasil, não parece suficiente para promover quedas nos preços internacionais. Em Santos, o preço da saca de 60 kg fechou hoje a R$ 35,50. A mídia anuncia uma queda dos preços em março. Mas com o mercado internacional tão ativo a queda será meramente sazonal.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Nada de novo no front

Tudo em ponto morto
O Federal Reserve respondeu aos sinais do ritmo de atividade da economia nos Estados Unidos com o início do processo de normalização de juros do país. Daqui para frente, os analistas já concordam que todas as decisões futuras estarão condicionadas às turbulências internas e externas e que não devem ser abruptas, nem trazer descontinuidade à atual política monetária. A ordem, portanto, é a de observar o cenário mundial e americano.
A Europa continua apresentando sinais de crescimento. Também os analistas imaginam que o programa de estímulos monetários deva continuar em curso, pelo menos até que o Reino Unido esclareça o ritmo e a intensidade do rompimento com o bloco europeu.
Quanto a China, não se imagina que o crescimento possa ser diferente daquele ocorrido nos últimos tempos.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A recuperação começará mais cedo

Para não fugir à nossa lembrança
No curto prazo, a demanda de bens de consumo é condicionada, em grande medida, pelo valor da massa salarial, que mostrou aumento no último semestre 1,35%. No mesmo período, o pessoal ocupado registrou queda de 0,65%. Portanto, o crescimento líquido da massa salarial foi de modestos 0,7%, no período. Ainda que pequena, essa variação foi positiva e deveria ter aumentado o consumo. Isso não aconteceu. A demanda esteve em retração. É de se imaginar que o excedente da massa salarial tenha sido dirigido para a redução das dívidas das famílias, o que é muito compatível com os últimos dados sobre endividamento.
Se essa hipótese for confirmada, a recuperação econômica está mais perto do que os analistas estão prevendo.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Para quem quer impulsionar a carreira

Pensando em Educação Executiva Continuada
Profissionais brasileiros apresentam competências muito valorizadas por empresas nacionais ou estrangeiras, em nível global.
Entre as maiores habilidades requeridas por essas empresas está capacidade de gerir negócios em ambientes instáveis, sujeitos a grandes mutações em curto período de tempo.
Não se trata apenas do problema econômico, que por si só já justificaria essa preferência pelos profissionais brasileiros. Mas, das grandes mudanças estruturais da sociedade e das agudas crises políticas que reconfiguram a estrutura decisória e deslocam os centros de poder. Gerir nessas condições implica também criatividade e capacidade de inovações na produção e na distribuição.

Por fim, são muito valorizados os profissionais que conseguem exercitar sua liderança, induzindo o trabalho em grupo e harmonizar os gaps culturais e educacionais de sua equipe. Equipes lideradas por esses profissionais costumam alcançar os melhores resultados dentro das organizações.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Selic para baixo

Foi dada a partida
O Banco Central do Brasil já sinaliza com reduções da taxa básica de juros nas próximas reuniões.
Nessa última reunião, a decisão de manter a Selic foi acompanhada  por observação sobre uma eventual flexibilização da política monetária. O Bacen entendeu que o crescimento da confiança dos agentes no alcance das metas para a inflação possa produzir melhoria nas condições econômicas do país. Um alerta, sem dúvida, evasivo, mas que deixa antever que a Selic poderá ser reduzida já na próxima reunião de outubro. Os juros futuros recuaram na BM&F com o aumento da expectativa de corte na Selic. A queda foi mais acentuada nos contratos de curto prazo.
Como se sabe, a bolsa sempre antecipa os movimentos da realidade e sugere rápidas alterações nos portfólios de investidores.
Politicamente, essa medida reforçaria a legitimidade do governo federal. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Inovações no direito de autor

Um bom começo
Os portais e sites, que se alimentam do trabalho alheio, poderão ter que pagar a jornais, revistas e editoras da União Europeia pelo uso de conteúdo, total ou parcial, de notícias e artigos que veiculem em suas próprias páginas.
Trata-se de uma modernização das regras do direito autoral que já vinha sendo reclamada há algum tempo.
A Comissão Europeia proporá uma nova uma legislação de direito autoral para o bloco econômico, embutindo a obrigatoriedade do pagamento de uma taxa de uso do conteúdo produzido.
É de estranhar não aparecer explicitamente no texto proposto, nem em sua justificativa, a figura do autor.


Estabilização à vista

Vamos sair da crise?
A bolha estourou. Disso a população não se deu conta completamente. Mas é possível enxergar o início de estabilização econômica. Não espere, contudo, maiores recuperações da economia, no segundo semestre, em razão de uma inflação que se mostra ainda resiliente.
O que se tem de positivo é a consistência do crescimento da confiança dos empresários, decorrente da melhora da produção industrial e da ampliação do número de produtos importados. Isso mostra certa horizontalização dos efeitos benéficos da estabilização econômica, principalmente ao longo das cadeias industriais e de suprimentos.
Mesmo que o saldo de empregos seja negativo, o ritmo de ampliação do desemprego começa a cair. Como se sabe, a redução do desemprego fica na dependência de investimentos e, portanto, sua ocorrência acaba defasada no tempo, retardando a retomada do consumo das famílias, embora sustente uma tendência de desinflação pelo baixo consumo que produz.

terça-feira, 12 de julho de 2016

É hora de acordar

É preciso definir rapidamente uma
política industrial
Embora seja muito auspicioso para o setor agropecuário conhecer os resultados das exportações brasileiras, publicados pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, será preciso identificar as causas que deram origem a tais números.
De um lado, o setor do agronegócio tem apresentado alta dinamicidade e muito empenho no aumento da produção e da produtividade. É esse o caso, quando se noticia que as exportações brasileiras do agronegócio alcançaram US$ 45 bilhões no primeiro semestre do ano. Isso significa 4% a mais que as exportações de igual período de 2015.
Entretanto, é assustador reconhecer que o setor representa cerca de 50% de todas as exportações realizadas pelo país esse ano. Essa proporção mostra a fragilidade dos demais setores da economia, apontando para um parque industrial sucateado, incapaz de competir no mercado internacional. Comércio e serviços também deveriam apresentar papéis mais expressivos no comércio exterior do país.
Ao comemorarmos os resultados absolutos da agropecuária, lamentamos os resultados comparativos em relação aos demais setores. Sobretudo pela ausência de competitividade do resto da economia. É preciso definir rapidamente uma política industrial para o país.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

A oferta abundante derruba os preços

Ajudando a inflação 2
No Ceagesp de São Paulo, os preços também estão em queda. Caíram 3,53%, nos primeiros 20 dias desse mês. Os preços das frutas foram os que mais se ressentiram, com queda de 7,1%.
O índice só não acusou queda maior porque a oferta de verduras foi prejudicada pelas chuvas do final de maio e início de junho.

Bom para os consumidores. Ruim para os produtores. 

A queda não é maior porque a China ainda importa muito

Ajudando a inflação 1
O milho, nesse primeiro semestre, apresentou altas consecutivas. Em alguns mercados, ultrapassou os R$ 60,00 por saca de 60 quilos.
Com a entrada da safrinha, o preço veio para baixo. Hoje (22/06) já está sendo comercializado abaixo dos R$ 45,50. Mas é bom lembrar que a esse preço vale muito a pena voltar a plantar esse ano.
Quanto a soja, o preço está ancorado nas importações da China que não param de crescer.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Armadilhas

 O Banco Central está sob nova direção.
As diretrizes já parecem relativamente claras para o mercado. Espera-se que o Banco Central se empenhe em reduzir a inflação, que nesse último momento apresentou-se muito além das expectativas dos analistas. Espera-se também que a nova administração do Bacen inicie um ciclo de redução das taxas de juros e, por fim, que seja menos intervencionista no que se refere ao mercado cambial.
A apreciação do real ajuda no combate à inflação, mas pode comprometer a exportação das commodities produzidas por aqui. Felizmente, a maioria delas está em alta no mercado internacional. Por outro lado, baixar juros estimula a alta dos preços, enquanto mantê-los altos compromete a produção e o consumo.
As armadilhas monetárias foram armadas pelos formuladores de política econômica e esperamos que realmente peguem suas presas. Câmbio que valorize as exportações e o crescimento; inflação e juros baixos para estimular a produção e, no futuro, o consumo.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Sobe e desce no comércio internacional

Dólar em queda
Dólar abaixo do R$ 3,50 começa a complicar a vida do exportador brasileiro. É de notar que estamos em meio a uma debandada do capital especulativo que até então arbitrava as taxas de juros nacionais e se aproveitava dos eventos políticos que impulsionaram o Ibovespa.
A boa notícia vem do Reino Unido que divulgou alta de 2,0% de sua produção industrial em abril, quando comparada ao mês anterior.
A má notícia é que as exportações chinesas sofreram recuo de 4,1% em maio, face a igual período do anto anterior. A demanda nos países ricos parece ter encolhido para os produtos chineses.
Resultado de imagem para commodities brasil
As commodities agrícolas têm apresentado altas sucessivas repondo, de certa maneira, as perdas pela valorização do real.
O sobe e desce dos preços relativos traz nova turbulência ao comércio exterior brasileiro. 

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Em cima da hora

Inflação relutante
A última manifestação do Copom aponta uma redução dos riscos inflacionários, enfatizando a redução dos preços de serviços.
De fato, o IBGE mostrou alta do IPCA de 0,61% IBGE. Esperava-se algo em torno de 0,5%. O lado positivo, entretanto, é que o índice de difusão foi menor. Veio de 69,4% para 66,8% nesse mês. Ainda pressionam os preços alimentos, saúde e comunicação.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Experiências do consumidor

Experiências do consumidor são medidas nos contatos com a empresa
Clientes elegem os produtos e as marcas que querem consumir. Oferecer experiências singulares, distintas e memoráveis é a próxima fronteira do marketing. O esforço desse profissional é monitorar o que se tem chamado de jornada do cliente. Em outras palavras, acompanhar as reações e avaliações dos clientes em todos os pontos de relacionamento dele com a empresa, desde a pré compra até o pós-venda e a próxima recompra. No percurso percorrido ele deve ser levado ao convencimento da relevância da empresa e de seus produtos e serviços para suas decisões relativas às escolhas que faz.
A adoção dessa prática é intensa e cresce a cada dia. Considere a possibilidade de implantação da Jornada do Cliente rapidamente, ou você pode ficar para trás. 

terça-feira, 3 de maio de 2016

Vamos crescer, FIESP

A indústria acordou
Os resultados são do PNAD do IBGE. O desemprego chegou a 10,4% nesse primeiro trimestre de 2016. A crise fechou postos de trabalhos. Contração econômica tem esse preço.
Salários continuam em queda livre. O recuo foi de 0,8% no primeiro trimestre do ano em relação ao último trimestre do ano passado. A tendência deve manter-se, ma em ritmo menor.
 As contas no exterior mostram avanços e nesse mês quem começou a exportar foi a indústria. Claro que exportar produtos industriais é sempre mais demorado e mais difícil. Trata-se de recuperar mercado perdido para a concorrência internacional. A manutenção dessa tendência passa por novas desvalorizações do real, o que já é desejável porque ele começa as se sobrevalorizar.
A agropecuária prestou grande contribuição aos resultados das contas externa. Agora é hora de a indústria fazer a sua parte. Chega de “eu não vou pagar o pato”. A ociosidade, grande como está, dispensa de novos investimentos. Apenas precisa ocupar a capacidade ociosa que é grande. Isso se faz com contratações. A produção pode crescer, criando novos empregos. Como se sabe a indústria rotineiramente paga salários mais altos que o campo e pode, com isso dar alento a uma demanda dormente.
Isso vai amenizar a retração e produzir uma nova vertente de recuperação econômica.

Preocupações para o curto prazo

Exportadores não verão, no médio prazo,
o real se valorizar
Exportadores começam a se amedrontar com as sucessivas valorizações da moeda nacional em relação ao dólar, desde o início de maio. Não é para menos. A liquidez é excessiva no mercado internacional de divisas e, por outro lado, o impedimento da atual presidente dá novo ânimo ao mercado, provocando a queda vigorosa dos CDs. Essa queda traz otimismo, uma vez que evidencia que o risco Brasil passou por uma abrupta transformação, face às mudanças políticas anunciadas. Aliás, é assim mesmo que os agentes econômicos respondem: criam novas expectativas e reagem de forma exuberante a elas, no curto prazo.
Isso não pode desanimar nossos exportadores.
Afinal ainda não exibimos um quadro macroeconômico que possa dar sustentação a essa tendência. Todos os fundamentos indicam que a depreciação do real voltará a ser uma realidade muito em breve e isso deverá permanecer por um tempo ainda longo no cenário nacional.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Mundos físico e digital se unem

A experiência de cliente virou coqueluche
nos canais de Marketing
Ao estudar 400 CMO’s de grandes empresas com operação no Brasil, a FIA/PROCEB identificou, no final do primeiro trimestre de 2016, a adoção quase generalizada (55% dos respondentes) das medidas qualidade, satisfação e engajamento dos clientes como os principais indicadores do desempenho de marketing das organizações. Esses indicadores somam-se hoje ao NPS e com ele rivalizam como medidas mais importantes das empresas.
A jornada do cliente, ainda em fase inicial, já mostra acentuada aceitação pelos entrevistados. 45% deles entende ser esse um instrumento apropriado para aferir as experiências vivadas pelo consumidor, permitindo ganhos expressivos na qualidade do aperfeiçoamento das relações com esses clientes. Muitos dos executivos de marketing já atribuem à Jornada do Cliente resultados referentes à fidelização de seus clientes.
Os mundos físico e digital estão se fundindo, levando as pessoas a esperar interações consistentes e personalizadas com marcas em todos os canais e dispositivos. 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O dragão começa a se mover

A China renova o otimismo do mercado
A economia chinesa respondeu de forma maior do que a prevista aos últimos estímulos monetários e fiscais, pondo de lado os temores relativos ao aprofundamento da desaceleração do nível de sua atividade.
Novos indicadores publicados no dia de hoje mostram uma atividade mais robusta em março no setor industrial. Os investimentos em ativos fixos registraram crescimento de 10,7%. As notícias dessa manhã ainda dão conta da recuperação do setor imobiliário e de uma inesperada retomada do mercado de crédito.
O PIB cresceu 6,7% nos primeiros três meses deste ano em relação a igual período do ano passado, desfazendo as expectativas mais pessimistas de analistas e investidores.
A expansão do crédito dirigiu-se ao setor imobiliário e aos investimentos em infraestrutura. Isso faz sugere um novo ciclo de crescimento de duração ainda não previsível, remanescendo como entrave as reformas estruturais que o país não consegui fazer deslanchar.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

É difícil entender

Os preços e seus mistérios
Hoje no Valor Econômico uma interessante reportagem sobre o preço do milho mostra que para os produtores de carne está sendo mais barato importar milho do Brasil e da Argentina que compra-lo no meio oeste americano.
Uma conjunção de câmbio desvalorizado e queda do frete marítimo tornaram o milho produzido aqui muito competitivo. Para ajudar, o frete ferroviário americano está nas alturas, elevando o preço final do milho produzido nas regiões tradicionalmente produtoras.
Quanto tempo vai durar isso? Pouco. O real já iniciou uma rota de correção, desvalorizando-se diante das moedas fortes. A safra americana promete ser muito boa e os estoques nos Estados Unidos estão “saindo pelo segundo ladrão”.
Logo esses estoques terão que ser comercializados para abrir espaço para a entrada do milho novo, ampliando a oferta expressivamente. A tendência, portanto, é de queda nos preços do produto nos próximos períodos. No Brasil, os preços estão variando entre 45 e 50 reais, no Sul e no Sudeste.