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sexta-feira, 11 de março de 2011

Cortes e inflação

É quebrando os ovos que se faz omelete
Veículo: CBN   -   Data: 1 de março 
Entre no link abaixo e escute a entrevista
http://www.fractalconsult.com.br/imprensa/radio/01.%20cbn%20madrugada%2001.03%20cbn%2003hs31.wma

Risco não.

quinta-feira, 10 de março de 2011

FEA/USP: Palestra sobre consumo em países emergentes

Poder da marca é destacado em palestra sobre mercados emergentes
Veículo: Portal FEA/USP: http://www.fea.usp.br/noticias.php?i=692
Matéria produzida por: Yasmin Abdalla
A importância de estratégias de posicionamento e segmentação de marca em mercados emergentes foi discutida pelo Prof. Dr. Celso Grisi, Diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios, Marketing e Relações Institucionais da Fundação Instituto de Administração (FIA). Realizada no último dia 10 de fevereiro, a palestra "Administração de marketing para mercados emergentes" fez parte de um ciclo de palestras sobre estratégias para o Brasil em crescimento realizado pela Fundação.
Tomando por base exemplos do Brasil, China, Índia, Rússia, Egito e Indonésia, professor Grisi apresentou uma alteração no perfil de consumo das populações desses países. Com o avanço econômico, a renda média familiar cresceu, e, portanto, gastos que eram feitos exclusivamente para itens essenciais puderam se voltar para o consumo discriminatório, ou seja, itens dos quais o consumidor pode escolher adquirir. Esse novo cenário econômico permitiu o surgimento de uma classe C mais numerosa que se posiciona cada vez mais como protagonista no mercado.
Posicionamento e Segmentação
Com essa alteração no perfil de compra, o palestrante destaca a relevância de uma marca bem construída na conquista do consumidor. "Canais de vendas, reputação do país de origem, certificações, garantias e serviços têm, ao lado do preço e do prestígio da marca, importância significativa na escolha do consumidor", afirma o professor. Agora, a nova classe C busca por marcas conhecidas e posicionadas; fator que era irrelevante, pois seu consumo era exclusivamente em itens obrigatórios, cujo preço é o principal fator de diferenciação.
Além no bom posicionamento nas classes emergentes, é importante investir na segmentação da marca para garantir afiliações a grupos distintos. O professor Grisi exemplifica com o caso Bradesco. Com sua logomarca consolidada (similar a uma árvore), o banco investiu na segmentação; criou o setor coorporate e prime, sem ao menos usar o nome Bradesco, apenas utilizando a árvore. Setores destinados a grupos bem específicos da população.
Estratégias de posicionamento
Nesse sentido, o professor destaca algumas dicas de posicionamento em mercados emergentes. Primeiramente, investir em marca para públicos de alta renda, e, só após, estender a classes mais baixas; no caso de mercados de renda baixa, é importante investir em marcas fortes que despertam necessidades únicas e específicas no consumidor e não em produtos semelhantes aos dos concorrentes. Por fim, o professor aconselha proporcionar experiências para os consumidores e então aumentar o preço, assim como investir em redução de custos logísticos.
No fator logístico os mercados emergentes ainda enfrentam dificuldades. Para Grisi é necessário esforços significativos em infraestrutura, assim como os norte-americanos fizeram no início do século XX. Apesar de certos problemas, o desenvolvimento dos países emergentes é crescente, o que altera certos paradigmas mundiais. Países antes considerados desenvolvidos, hoje se encontram com sérios riscos, como é o caso do alto índice de desemprego na Espanha, citado pelo professor.
Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo
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Europa e seus caminhos

BIS sugeriu a tempo e a hora.
Veículo: Executivos Financeiros   -   Edição 220

Moody´s rebaixa a dívida espanhola

Moody´s rebaixa a dívida espanhola
A dívida soberana da Espanha cai de Aa1 para Aa2, na classificação de risco da Moody’s. As explicações apontadas relacionam-se com as perspectivas negativas da economia espanhola e com o alto custo da reestruturação do sistema financeiro. A agência de classificação de risco acredita que esses custos serão maiores que os previstos pelo governo e vão desembocar no agravamento do déficit público.
A nota ainda afirma que o Governo da Espanha tem um limitado controle sobre as Comunidades Autônomas e enfatiza o fato de a economia do país apresenta perspectivas de recuperação apenas modestas, no curto e médio prazos.
A Espanha continua exposta às turbulências do mercado, demonstrando grandes vulnerabilidades, uma vez que apresenta imensa necessidade de financiamentos para fazer frente aos vencimentos dos papéis que representam suas dívidas, assim como para financiar as Comunidades Autônomas.
Por fim, com o intuito de não produzir maiores volatilidades nos mercados internacionais, no curto prazo, a Agência afirmou que as obrigações e os depósitos daquele país não ficam afetados pelo rebaixamento de hoje. Eles mantém suas notas em Aaa, a nota mais alta atribuída pela Moody’s, e igual à atribuída a Zona do Euro em cojunto.

Estado x Igreja

Um conflito clássico,
mas já fora de moda
Não haveria mais lugar na constelação latina americana dos estados laicos para o recrudescimento do conflito Estado x Igreja.
Mas não é assim ainda. No Equador, do presidente Rafael Correa, as nomeações de bispos pela igreja católica sofrerá vetos do estado.
A adevertência é do próprio presidente que ameaça executar os tratados entre o Governo Nacional e o Vaticano, o que permitiria o veto. Custa crer, mas está em todos os jornais equatorianos de hoje.

Textualmente, Correa afirmou que “no queremos polemizar, peor aún con la Conferencia Episcopal y la jerarquía de la Iglesia católica. Pero quiero decirles que el modus vivendi que regula las relaciones entre el Estado laico ecuatoriano y el Vaticano nos permite vetar cualquier nombramiento de obispo. Nunca se ha utilizado, y, aunque se insiste en estos fundamentalismos absurdos de llevar a nuestra Amazonía a órdenes que ponen énfasis en el rito en los fundamentalismos morales”, el régimen ecuatoriano hará uso de los tratados.
Isso evitaria, segundo o presidente, que as políticas públicas, no âmbito social, empreendidas por seu Governo. E encerrou sei discurso dizendo que o próprio Evangelho nos diz que: “mansos como palomas, pero astutos como serpientes.
No Brasil, teríamos os Evangélicos, Espíritas, etc. Essas religiões são desprovidas de um Vaticano central. Detém apenas canais de rádios e televisão. o veto seria exercido através da lei de imprensa? Pode ser.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Boa parte do corte foi em cima do BNDES

Reduzir despesas com custeio, jamais
com investimentos
A informação é de que o Tesouro Nacional vai transferir apenas R$ 55 bilhões ao BNDES, o que equivale a aproximadamente 50% do que foi repassado no ano anterior. O pior é que o Banco terá que trabalhar com juros s mais elevados, reduzindo os subsídios às empresas nos financiamentos. Desse jeito estará se transformar em um banco igual aos outros, abdicando de seu papel de fomento em nossa economia.
O orçamento para essa não é de R4 145 bilhões, dos quais R$ 75 bilhões estariam comprometidos pelo co a terceira versão do Programa de Sustentação de Investimento (PSI-3). A política a ser seguida é a de gradualmente extinguir-se todos os subsídios nos financiamentos à empresa, aliviando o Tesouro e pressionando o sistema privado.
O Tesouro teria formas mais sadias de evitar acertar suas contas, como por exemplo, a redução das despesas com custeio, sobretudo as despesas com pessoal que têm se constituído em abusos políticos com o dinheiro público.
Os empréstimos atingidos envolvem projetos de inovação, inclusive os selecionados pela Finep, os referentes a apoio a projetos referentes à política de desenvolvimento produtivo e outros mais.
Não parece uma boa idéia em um país que precisa ampliar a oferta como alternativa de combate à inflação.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Crescimento da renda

A renda real em números
Palestra na FEA/USP



Diversificação de mercados

Concentração da pauta de exportação e diversificação de mercados
Palestra na FEA/USP


sábado, 5 de março de 2011

Dúvidas: juros e dólar

Com juro em alta, fuja da aplicação em dólar
Veículo: Portal IGData: -  Data:  03/03
Aline Cury Zampieri e Olivia Alonso, iG São Paulo
A nova rodada de alta da taxa de juros, promovida ontem pelo Banco Central (BC) para segurar a inflação, contribui para manter o dólar entre as piores opções de aplicação no curto prazo. Economistas consultados pelo iG acreditam que, nos próximos meses, a tendência é que a relação entre a moeda dos Estados Unidos e o real mantenha-se na faixa entre R$ 1,65 e R$ 1,70, ou seja, sem possibilidade de grandes valorizações. Há pouco, o dólar valia R$ 1,6560.
O economista Alberto Borges Matias, professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP/USP), vê para os próximos meses um equilíbrio entre forças contrárias que deverá manter o dólar um pouco volátil, mas não muito distante da cotação atual.
“A moeda norte-americana já vem oscilando nessa faixa há algum tempo”, conta Henrique Santos, economista-chefe da Ativa Corretora. A estabilidade decorre de uma queda de braço do governo com ele mesmo. Na prática, para evitar a alta da inflação, o BC sobe os juros. Só que elevações da taxa brasileira, já alta na comparação com vários países, faz com que cada vez mais capital estrangeiro se interesse pelos rendimentos dos títulos locais. Com isso, a tendência é que mais capital externo entre no Brasil. Para evitar que a moeda brasileira se valorize demais e prejudique as exportações, o próprio governo entra no mercado de câmbio comprando muitos dólares.
“O BC está jogando pesado no mercado de câmbio, comprando dólares”, diz José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator. Ontem, o dólar caiu à mínima em dois meses ante o real, a poucas horas do anúncio do aumento na taxa básica de juros. Nesses mesmos dois meses, a entrada de dinheiro estrangeiro praticamente se iguala ao volume registrado durante todo o ano de 2010. O ingresso de dólares até 25 de fevereiro somou US$ 21,8 bilhões (R$ 37 bilhões).
A tendência é que o dinheiro continue entrando, e o governo continue “enxugando gelo”. Gonçalves, do Fator, diz que a situação só muda num cenário paradoxal: de muita melhora, ou piora, da economia na Europa e nos Estados Unidos. Se as economias melhoram, atraem mais dinheiro. Se pioram, os investidores ficam sem dinheiro para colocar no Brasil.
Outra possibilidade de entrada menor de dólares no Brasil é o Banco Central da Europa elevar juros, o que aumenta também a atratividade dos títulos naquele continente. Isso pode acontecer, lembram os economistas, se a tensão no Oriente Médio mantiver o preço do petróleo alto por muito tempo. O óleo, base de muitas economias, acaba encarecendo toda a cadeia de produção e elevando a inflação.
Celso Grisi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do instituto de pesquisa de mercado Fractal, concorda que o dólar não terá uma grande movimentação, pelo menos em curto prazo. Para ele, uma alteração forte no preço da moeda só deve acontecer no fim deste ano. “Só vejo uma mudança maior com a recuperação econômica dos Estados Unidos, mais para o fim deste ano ou início de 2011.”
Segundo ele, com a melhora do cenário norte-americano, aumenta a percepção de risco dos países emergentes, e o fluxo de capitais ao Brasil tende a diminuir. “Por enquanto, a moeda tende a mudar pouco, pois a possibilidade de que o Banco Central consiga comprar tudo o que entra no País, para fazer o real subir, é muito remota.”
Tendência é que a relação entre a moeda dos Estados Unidos e o real mantenha-se entre R$ 1,65 e R$ 1,70, próxima da cotação atual.

FMI faz novo alerta

Alimentos continuam
com preços em alta
Fundo Monetário Internacional faz o alerta e já identifica a causa: aumento da demanda. Identifica também o remédio para essa situação: expandir a produção.
Mas o problema não se resolverá com facilidade. A teoria econômica diz, por meio de seu conhecido “teorema da teia de aranha” que, no nível de preços atual, o ofertante estará disposto a ampliar a oferta desses grãos e dessas fibras. A agronomia ensina que ele fará isso apenas nas épocas onde o plantio é possível. E isso leva tempo. Também será necessário que os custos de produção sejam capazes de incentivá-lo e a indústria de insumos agrícolas já está em plena alta, comprimindo a margem do agricultor.
Foi por isso que o FMI, sob a direção de Strauss-Kahn, explicou que os produtores deverão demorar alguns anos para aumentar a produção. Portanto, vamos nos preparar para conviver com preços altos dos alimentos.
Ruim para a população e excelente para a balança comercial brasileira.
Fico pensando nessas populações colocadas à margem do mundo.
O preço dos alimentos voltou a subir em fevereiro, superando o recorde registrado no mês anterior. O índice das 55 mais expressivas commodities da Food And Agriculture Organization (FAO) subiu para 236 pontos, em relação a de janeiro que já havia alcançados os 230,7. É oitavo mês consecutivo de alta nesse indicador.
Cereais aumentaram, só no mês passado, 3,68% e lacticínios tiveram aumento de 3,97%. A carne aumentou 2%.

É muito claro que essa situação vai penalizar severamente as populações de  rendas mais baixas dos países pobres e pode provocar novas desestabilizações políticas na África, América latina e parte da Ásia.Alguns dos países mais prováveis para isso acontecer estão na figura acima. Olhe para o Timor, Camboja, etc.

OSUSP, uma paixão musical

Virtuosos abrem nova temporada. Imperdível
A Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) apresenta nos dias 14 e 15 de março o primeiro programa da Temporada 2011, com concerto dedicado aos compositores Tchaikovsky e Camargo Guarnieri.

Sob a regência da maestrina Lígia Amadio, a orquestra executará as obras Concerto para piano nº 1, Sinfonia nº 5 e Toada à moda paulista, com a participação do pianista russo Denis Kozhukhin, vencedor da última edição do prestigiado Concurso Internacional Rainha Elisabeth.
A primeira apresentação acontece no Anfiteatro Camargo Guarnieri (USP), dia 14, às 12h, com entrada gratuita, e a segunda, na Sala São Paulo, dia 15, às 21h. Confira a programação completa:
14 de março – segunda-feira, às 12h (excertos do concerto de 04 de dezembro)
Anfiteatro Camargo Guarnieri (350 lugares)
Rua do Anfiteatro, 109 – Cidade Universitária – São Paulo
Entrada Franca
15 de março – terça-feira, às 21h
Sala São Paulo (1500 lugares)
Praça Júlio Prestes s/nº
Programa:
Camargo Guarnieri
Toada à moda paulista – 4’
Tchaikovsky
Concerto para piano e orquestra nº 1 - 32’
Sinfonia nº 5 – 50’
Solista: Denis Kozhukhin
Regente: Ligia Amadio

sexta-feira, 4 de março de 2011

Timidez na política monetária

Governo foi tímido no aumento da Selic,
diz economista
Data: 03/03/11  -  Veículo: Portal Executivos Financeiros  -  Edilaine Félix
O aumento da taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, elevando para 11,75% ao ano, divulgada ontem (02) pelo Banco Central, já era prevista pela maioria dos analistas do mercado financeiros, mas para Celso Grisi, diretor presidente do Instituto de Pesquisas Fractal, o governo foi muito tímido no aumento.
“O governo deveria ter aumentado minimamente em 0,75% ou até em 1%. Não podemos ensaiar a cada reunião do Copom, aumentando a conta gotas”, comenta. Grisi ressalta que a demora para a elevação se deu na esperança de ganhar força no ano eleitoral.
Para Grisi é possível que o governo esteja pensando em aumentar mais 0,5 ponto percentual na próxima reunião para balancear. “Ele (o governo) verá que o efeito foi pequeno e seja como for o governo está para governar. Elevar a taxa é persuadir os agentes econômicos, mostrar a eles que podemos jogar este jogo”, diz.

Internacionalização

Moeda forte ajudará na internacionalização
dos bancos brasileiros
Veículo: Portal IG - Olivia Alonso
Postado por: Marcelo em quarta-feira, 13 de janeiro de 2010.
O momento atual é propício para investidas dos grandes bancos brasileiros no exterior, segundo analistas. Três razões são apontadas como incentivos à internacionalização das instituições financeiras brasileiras: baixos preços de ativos bancários no exterior, o câmbio favorável e a solidez dos bancos nacionais.
Celso Grisi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do instituto de pesquisa de mercado Fractal, acredita que a internacionalização neste setor vai acontecer com mais intensidade a partir de agora. “Os ativos bancários estão muito baratos, o momento é bom”, afirma. O preço atrativo é herança da crise financeira, que levou muitos bancos à falência, enquanto outros foram socorridos ou adquiridos por governos, que agora buscam opções para vendê-los.
A “moeda forte também contribui para deixar os bancos brasileiros interessados”, diz Luis Miguel Santacreu, analista de bancos da Austin Asis. O real valorizado acaba sendo favorável a aquisições no exterior, já que são necessários menos reais para um determinado preço em dólares ou euros.
Segundo Santacreu, o fato de as instituições financeiras brasileiras estarem capitalizadas também pesa em favor de novas aquisições. Laura Lyra Schuch, da corretora Ativa, concorda. “Os bancos brasileiros se mostraram fortes, sólidos, capitalizados e sem problemas de liquidez”, diz.
A analista da Ativa afirma que há outros motivos para uma instituição financeira querer reforçar sua posição em outros países. “É muito interessante que um banco ofereça serviços a brasileiros residentes em outros países e empresas interessadas em se expandir para o exterior, isso facilita para o cliente fazer transações e remessas, por exemplo.”
Santacreu aponta ainda como vantagem dos bancos que atuam fora do País a ampliação das redes de contatos. “Quando uma instituição se abre para o exterior, ramifica mais seus contatos e seus canais de distribuição o que, no médio prazo, pode se tornar uma vantagem competitiva,” diz.
A internacionalização de alguns bancos também pode gerar em outros a percepção de que estão perdendo competitividade, dizem os analistas. “Se um banco não sair em um primeiro momento, tudo bem, mas em um segundo momento, estará perdendo escala econômica, estrutura”, diz Laura, da Ativa.

Correspondentes bancários

Varejo substitui agência com competência nas classes de renda menores.
É a FRACTAL quem diz. Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Fractal, realizada em todo o país aponta o alto nível de satisfação da população brasileira com os corrspondentes bancários.
Veja a reportagem a seguir.
Veículo: DCI   -   Data: 3/3/11

quinta-feira, 3 de março de 2011

PIB em crescimento

A média vai cair com um juros tão alto
A abertura econômica dos anos 90 e o controle da inflação produziram efeitos redistributivos, introduzindo o Brasil em um ciclo de crescimento econômico.
O crescimento mundial, liderado pela China, e as mudanças em sua estrutura sócio-econômica, com a nova política de rendas impulsionam o crescimento.
São duas décadas de transformações sucessivas para aproximar-se de consumo assemelhados aos padrões dos países desenvolvidos.
Bens não essenciais e marcas de prestígios têm suas procuras aumentadas.
A cesta de compras das famílias brasileiras enriquece-se com novos produtos, com maior número de itens, com marcas premium e com a expansão dos tickets médios da compras.
O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) tem seguido uma trajetória consistente (gráfico 3), com uma taxa média de crescimento de 4,3% ao ano, mesmo com a crise em 2009.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Choque de oferta só com investimentos

Investimentos é forma de
reduzir inflação
A forte recuperação na produção industrial, associada ao reduzido nível de investimentos em 2009, levaram a índices de utilização da capacidade instalada próximos a 81,0%. Diante das expectativas de crescimento do PIB nacional, os setores público e privado serão obrigados a investimentos adicionais, aumentando a taxa de formação bruta de capital fixo ao longo de todo ano.
Trata-se de um país, que pela amplitude de seu mercado e pelas taxas de crescimentos futuras, transformou-se em um dos principais alvos das empresas multinacionais em escala global. A entrada de dólares é grande, a liquidez interna expandiu-se muito. A renda, em crescimento, impulsionou rapidamente o consumo a ponto de, nos últimos meses, ameaçar temerariamente o equilíbrio dos preços.
O Brasil terá que equacionar seu crescimento para não ver sua inflação superar o centro da meta, fixada em 4,5% ao ano. Além dessa expansão doméstica, superior ao crescimento produto do país, preocupam a taxa de câmbio apreciada em excesso e o déficit externo que se sabe financiável, principalmente por meio de investimento direto estrangeiro (IDE).

Composição do Investimento
Isolando-se os créditos concedidos às pessoas jurídicas, observa-se que o grau de endividamento das empresas é pequeno, sobretudo no que respeita às decisões de investimentos. A maior pressão sobre a alavancagem financeira deriva das operações com o capital de trabalho. Em períodos de crescimento econômico é natural que os estoques cresçam e que os financiamentos às vendas aumentem. Os recursos próprios que já foram da ordem de 60% no início da década de 2000, hoje é menor, evidenciando o aumento do grau de confiança do empresário na economia e estimulando-o a buscar por novas fontes de financiamentos, em adição aos recursos próprios. Tudo como mostra o Gráfico seguinte.

Petróleo incendiando a Europa

Receios com o abastecimento levam
à especulação
Veículo:  Diário do Comércio (MG)  -  Data: 9/2/11

terça-feira, 1 de março de 2011

Garrafas e a teoria econômica

Sempre haverá um gênio criativo. É que, em economia, gênio também tem custo

Palavras que confortam

Petróleo acima de US$ 100,00 não é problema para os europeus
As convulsões no Médio Oriente e no Norte de África farão o preço permanecer acima dos US$ 100,00/ barril, na média do ano. Entretanto, para o Comissário Europeu de Assuntos Econômicos, isso não será um problema maior. Os impactos sobre a região não são relevantes, segundo ele. A Europa crescerá 1,6% ao ano,  previu.
Olli Rehn foi otimista ao afirmar que o mercado "está relativamente bem abastecido de petróleo" e ainda que antecipe uma cotação média, ao longo do ano, acima dos  US$ 100,00 por barril, não acredita que possa ter impacto significativo na evolução da economia europeia.
Na tentativa de acalmar os mercados, o Comissário lançou palavras ao vento. O barril de Brent, em Londres, atingiu US$ 120 dólares, graças aos receios de interrupção de fornecimento. Parece que o fato dos preços serem fixados pelas expectativas dos agentes, não tem relação com os investimentos que esses agentes fariam na Europa. Também parece que essa alta não afetaria os preços das demais matérias primas.
O Comissário talvez não tenha levado em consideração os efeitos dessas altas sobre a inflação em toda a região. Já se fala nos órgãos administrativos da Zona do Euro que os preços deverão aumentar neste ano 2,2%, acima do que é "tolerado" pelo Banco Central Europeu. Preocupante, não?
Fosse no Brasil, isso sse resolveria com uma mais uma alta na taxa Selic.