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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dólar vai causar estrago

Alta de índices aponta que inflação deve subir mais do que o previsto
Veículo: Portal IG Economia - Data: 02/02
Olivia Alonso, iG São Paulo
Indicadores de preços sinalizam que a inflação deverá ser maior em 2010 do que o mercado vinha prevendo, afirmam analistas. Para eles, os principais índices deverão começar a ser revistos para cima com mais intensidade. Além disso, a política monetária deverá ser apertada para que se consiga controlar os preços no País. Nesta quarta-feira, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da cidade de São Paulo apontou inflação de 1,34% em janeiro, taxa mensal mais alta desde fevereiro de 2003. Apesar de a alta ter sido puxada por transportes e educação, alguns itens surpreenderam o mercado, segundo a analista Priscila Godoy, da Rosenberg & Associados.
Inflação em São Paulo é a maior desde fevereiro de 2003
"Mesmo com os aumentos pontuais, como o decorrente do ajuste do ônibus e da educação, que já eram esperados, a alta dos alimentos surpreendeu e as pessoas passarão a considerar isso", afirma Godoy.
O boletim Focus do Banco Central já trouxe um pequeno aumento na previsão do mercado para a inflação esta semana, de 4,6% para 4,62%. "Além dos alimentos, há também a questão do setor de serviços. O aumento do salário mínimo foi alto e deve resultar em altas em diversos segmentos ligados aos serviços", acrescenta ela.
Celso Grisi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do instituto de pesquisa de mercado Fractal, concorda que as previsões feitas até o momento para inflação devem ser revistas. Na opinião dele, a inflação deverá ser impulsionada principalmente pela alta do dólar. Ele explica que a moeda norte-americana mais forte tende a elevar não só os preços dos itens importados, mas também os preços internos. Como o real desvalorizado favorece as exportações, mais produtos tendem a sair do País, gerando queda de oferta num momento de alta demanda.
Mais altas à frente
"Qualquer previsão que se fez não considerou uma eventual elevação da moeda americana", frisa Grisi. Ele acredita que os setores farmacêutico, de alimentos, commodities, imobiliário são alguns dos que devem apresentar altas de preços nos próximos períodos.
Os analistas concordam que políticas monetárias serão necessárias para conter a inflação e acreditam que, ainda que o ano seja de eleições, o Banco Central deverá controlar a inflação por meio de elevação do juros. "As autoridades já estão atentas e acredito que o Banco Central não deixará de mexer nos juros se julgar necessário", afirma Celso Grisi.

O PIB no mundo

Vejam os PIB' e suas discrepância de cáculo,
por duas fontes dados do mesmo sistema

Ditadura, cultura e segregação

Censura pela intolerância obsta vida econômica
A convivência entre autóctones e estrangeiros é tão difícil em certas regiões da China que, em Chengdu, capital de Sichuan, o governo chinês constrói um complexo imobiliário reservado apenas para os expatriados.
São 20.000 estrangeiros que vivem em meio a uma população de 12 milhões de habitantes.
O complexo imobiliário tem o nome de "Tianfu International Community" e será reservado para americanos e europeus. Estará interditado aos chineses.
Nessa cidade todos se lembram dos tempos onde as políticas de colonização e das concessões estrangeiras excluíam as populações chinesas da vida econômica e social do país. A cidade era, como a população afirma hoje, "fechada aos chineses e aos cães".
O conflito cultural é tão grande que já começa impedir o convívio no trabalho. Os próprios estrangeiros, para não serem vistos como elitistas e preconceituosos passaram a rejeitar o empreendimento imobiliário. Uma tentativa de se fazerem aceitos em uma sociedade anteriormente rejeitada. Appartaid? Parece que sim.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Olha nossa enquete

Chegamos hoje a R$ 1,882 por dólar.
Comemoramos ou não?
Investidores correm para o dólar. Trata-se de aversão a riscos. Nesse contexto, os demais mercados caem. Commodities nem se diga. Risco Brasil subiu para 238 pontos. O Banco Central brasileiro comprou dólares no mercado. Ele também crê em novas altas.
No olhar dos agentes econômicos a União Européia está fragilizada. Espanha, Grécia e Portugal fizeram água. A França tapa os buracos de suas contas públicas desequilibradas. Recessão, portanto, nessa área do mundo. Estados Unidos reveza boas e más notícias. Cresce o PIB, cai o mercado de trabalho. Consumidor endividado e sistema financeiro com medo de emprestar.
Vamos com calma minha gente. Emprego cresce com investimento. Não há poupança, pública nem privada, disposta a virar investimento. Por isso a renda parece paralisada. Isso vale para os Estados Unidos e para a Europa. Mas, vejam lá que o consumidor tem sua dívida em relação a seus ativos em queda. Os ativos (ações e imóveis) tiveram seus preços crescendo e a dívida sofreu reduções, ainda que modesta.O consumidor, defensivamente, não foi ao consumo. Isso não é, nem de longe, ruim. Ao contrário é muito bom para sanear a economia americana e européia. Apenas retarda o crescimento. Então, nada errado.
O bacana dessa história é que o consumidor não entrou na onda dos incentivos dos estados e está aprendendo a viver com o que ganha. Capitalismo saudável. Os governos poderiam imitá-los.

Petróleo cai, mas não se afasta do US$ 75,00 o barril

Estoques maiores e notícias sobre o
mercado de trabalho, nos Estados Unidos, penalizam preços do petróleo
Os preços do petróleo estão caindo pela segunda sessão consecutiva.
De acordo com o Departamento de Energia dos EUA, os estoques de petróleo aumentaram 2,3 milhões de barris, atingindo 329 milhões de barris. As refinarias norte-americanas já operam em ritmo menor, a 77,7% da capacidade instalada. A redução da produção por si só já é sinal bastante para o recuo na disposição dos investidores em relação à commodity.
O desânimo se aprofundou com a publicação de resultados aquém dos esperados pela Shell. Acresce ainda o fato de o número de novos pedidos de auxílio desemprego, nos Estados Unidos, ficar outra vez acima do esperado, reforçando o receio dos investidores em relação aos mercados de commodities, considerados como os de maiores riscos. Na última semana foram registrados 480 mil novos pedidos de auxílio desemprego. Esperava-se por apenas 455 mil pedidos novos.
Os Estados Unidos são o maior consumidor de petróleo do mundo. Uma recuperação mais forte dessa economia e os preços voltam a subir. Nesse caso, o dólar não deixará de acompanhá-lo. O que mais assusta é que o petróleo já encontra seu ponto de resistência nos US$ 70,00, mais ou menos. No caso de uma alta, puxada por uma recuperação mais forte, o barril poderá ultrapassar os US$ 80,00, com alguma facilidade.

O melhor da FEA/USP para voce


Defesas de Teses no Departamento de Administração: Já defendidas, mas com exemplares na Biblioteca
1ª.) EDUARDO AUGUSTO DO ROSÁRIO CONTANI

Mestrado
“Um estudo do value premium para ações brasileiras”
Dia 2 de fevereiro, às 10h, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. José Roberto Ferreira Savoia
Comissão: Profs. Drs. José Roberto Securato, William Eid Junior

2ª.) CLAUDIA RIZZO
Doutorado
“Gestão estratégica do aluno/cliente nas instituições de ensino superior privadas: um estudo de caso”
Dia 2 de fevereiro, às 14h, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Antonio César Amaru Maximiano
COMISSÃO: Profs. Drs. Edison Fernandes Polo, Moacir de Miranda Oliveira Junior, Alexandre Augusto Massote e Walter Gomes da Cunha Filho
3ª.) DANIELA MOTTA ROMEIRO KHAUAJA

Doutorado
“Gestão de marcas na estratégia de internacionalização de empresas: estudo com franqueadoras brasileiras”
Dia 3 de fevereiro, às 14h, sala 217, FEA-5
Orientador: Prof. Dr. Geraldo Luciano Toledo
Comissão: Profs. Drs. Edson Crescitelli, Miguel Ângelo Hemzo, Francisco Antonio Serralvo e Vivian Iara Strehlau
 Agende-se:


1ª.) PALESTRAS - UNIVERSIDADE ABERTA A TERCEIRA IDADE
- Palestra: Tecnologia da Informação aplicada a empresas e governo

Dia 24 de março, às 14h, sala a definir
Palestrante: Prof. Dr. César Alexandre de Souza
2a.) Palestra: Balanço contábil das Nações: reflexões sobre mudanças climáticas globais

Dia 31 de março, às 14h, sala a definir
Palestrante: Prof. Dr. José Roberto Kassai

Responsável: Profª. Drª. Marina Mitiyo Yamamoto
Realização: Comissão de Cultura e Extensão da FEA e Pró-Reitoria de Cultura e Extensão
Inf.: 3091-5872, com Rose
rosembfs@usp.br
3a.) 2ND BRAZILIAN WORKSHOP OF THE GAME THEORY SOCIETY IN HONOR OF JOHN NASH
On the occasion of the 60th anniversary of the Nash equilibrium
De 29 de julho a 4 de agosto, na FEA-USP
Submissão de trabalhos até 15 de março
Convidados: John Nash (Prêmio Nobel de Economia 1994), Robert Aumann (Prêmio Nobel de Economia 2005), Roger Myerson (Prêmio Nobel de Economia 2007), Eric Maskin (Prêmio Nobel de Economia 2007)
Responsável: Profª. Drª. Marilda Sotomayor

Comitê: Profs. Drs. Marilda Sotomayor, Maurício Bugarin, Adhemar Villani Junior, Gustavo Andrey, Joe Yoshino
Realização: Departamento de Economia - EAE

Inf.: www.usp.br/econ/bwgt2010
www.gametheorysociety.org/conferences/#29july2010

Informe-se:
1ª.) PRÊMIO ETHOS-VALOR

Concurso para trabalhos acadêmicos sobre responsabilidade social empresarial e sustentabilidade aplicada às empresas
. Pré-Inscrições: até 5 de abril
. Envio dos trabalhos: até 6 de abril
Realização: Instituto Ethos e o jornal Valor Econômico
Voltado para estudantes e professores universitários

Informações, regulamento e inscrições no site:
http://www.premioethosvalor.org.br/
premio@ethos.org.br
2ª.) JORNADA MERCADO, POBREZA Y NEGOCIOS INCLUSIVOS EN IBEROAMÉRICA
Dia 2 de março, em Barcelona, Espanha
Realização: Instituto de Innovación Social
Inf.: no site ou e-mail
www.innovacionsocial.esade.edu/jornadaSEKN
innovacionsocial@esade.edu

Barata tonta

Um pra lá, dois pra cá
Volatilidade é o termo que define o Ibovespa nos últimos dias. Encalhado por volta dos  67.108 pontos, mas com um bom volume negociado. Cerca de R$ 6,10 bilhões. Na gangorra, a bolsa sentou e o dólar levantou, com valorização de 0,71%, alcançando os R$ 1,8430. Exportadores comemoram. Sobretudo os de commodities. Para o Banco Central, não há motivos para festa com esse novo foco de pressão sobre os preços. Vem alta de Selic por aí.
No exterior, não se sabe como interpretar claramente a sucessão dos fatos bons e ruins para as economias mundiais. Wall Street balançou o dia todo. Subiu e desceu ao sabor dos indicadores econômicos anunciados. Subiu com a divulgação da notícia sobre a criação de empregos pela ADP, que veio um pouco acima do esperado. Caiu com o notícia sobre o comportamento modesto do índice ISM de serviços. O fato é que no fim do dia todas as bolsas americanas fecharam em queda.
Paris, Londres e Frankfurt em baixas que rondaram os 0,5 %, pouco mais pouco menos. Nada de novo para quem tem três de suas economias em estado pré-falimentar: Grécia, Portugal e Espanha. E de quebra, uma França mobilizando esforços para trazer suas contas públicas para um patamar aceitável. Da Europa não deverá vir boas notícias por ora.
Na Ásia, valorização. Reflete a atividade econômica da China e, em alguma medida, do Japão também. Mas as pressões mundiais para o ajuste do yuan prosseguem. Teremos reunião dos Brics, em Brasília. Alguma chave de galão pode acontecer sobre o yuan, afinal os chineses estão roubando mercados tradicionais do Brasil. Avançam sobre a América Latina e África, ademais de aumentar a presença de produtos chineses no Brasil.
Para hoje o mercado vai reagir a algumas novas notícias: a aceitação da UE em prestar socorro à Grécia, mediante aprovação de plano de reestruturação dessa economia, ameaças sobre a nota americana, no ranking da Mood's, em função da monstruosa dívida pública acumulada em todos esses anos e agravada com as medidas para combater a crise financeira. Além disso, temos os dados de Emprego da ADP e índice ISM do setor de Serviços, nos EUA. No Brasil, a ata do Copom e os Pedidos de Auxílio Desemprego da semana anterior. Pode subir. Pode descer. Fica tudo por conta da vontade de dançar esse bolero.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Agora a briga é pelas mensagens

Redes sociais disputam o mercado de mensagens corporativas com os emails.
No ambiente empresarial, emails perdem espaço para redes sociais.
Pesquisa do instituto Gartner, dos Estados Unidos, indica que parte das mensagens trocadas pelas empresas migraram do email para as redes sociais.
Colaboração é o traço que marca, no mercado corporativo, o uso das tecnologias sociais nos negócios. Empresas estarão, segundo o instituto, desenvolvendo suas próprias redes sociais, para utilização por seus funcionários, internamente. Faz sentido, sobretudo se essas redes estiverem associadas aos softwares de gestão de conhecimento, pressupondo para isso aplicações em cloud computing.
O instituto Gartner revela que as corporações apresentam ainda resistência em relação ao uso de ferramentas de compartilhamento de conteúdo. A razão dessa resistência está no receio sobre a qualidade das informações, sua precisão e confiabilidade.Nesse aspecto, nada de novo. Mas há que se considerar os ganhos de produtividade que seria produzido pela associação dessas redes com o gerenciamento de conhecimento, nas atividades administrativas. Planos de marketing, planos de produtos, desenvolvimento de produtos, pesquisa de marketing, lançamento de produtos seriam muito beneficiados. E isso só para ficar na área de marketing.

Dólar na gangorra outra vez

Alta de índices aponta que inflação deve subir mais do que o previsto
Veículo: Portal IG Economia - Data: 02/02 - 02/02 - 17:53
Olivia Alonso, iG São Paulo
Indicadores de preços sinalizam que a inflação deverá ser maior em 2010 do que o mercado vinha prevendo, afirmam analistas. Para eles, os principais índices deverão começar a ser revistos para cima com mais intensidade. Além disso, a política monetária deverá ser apertada para que se consiga controlar os preços no País. Nesta quarta-feira, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da cidade de São Paulo apontou inflação de 1,34% em janeiro, taxa mensal mais alta desde fevereiro de 2003. Apesar de a alta ter sido puxada por transportes e educação, alguns itens surpreenderam o mercado, segundo a analista Priscila Godoy, da Rosenberg & Associados.
· Inflação em São Paulo é a maior desde fevereiro de 2003 
“Mesmo com os aumentos pontuais, como o decorrente do ajuste do ônibus e da educação, que já eram esperados, a alta dos alimentos surpreendeu e as pessoas passarão a considerar isso”, afirma Godoy.
O boletim Focus do Banco Central já trouxe um pequeno aumento na previsão do mercado para a inflação esta semana, de 4,6% para 4,62%. “Além dos alimentos, há também a questão do setor de serviços. O aumento do salário mínimo foi alto e deve resultar em altas em diversos segmentos ligados aos serviços”, acrescenta ela.
Celso Grisi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do instituto de pesquisa de mercado Fractal, concorda que as previsões feitas até o momento para inflação devem ser revistas. Na opinião dele, a inflação deverá ser impulsionada principalmente pela alta do dólar. Ele explica que a moeda norte-americana mais forte tende a elevar não só os preços dos itens importados, mas também os preços internos. Como o real desvalorizado favorece as exportações, mais produtos tendem a sair do País, gerando queda de oferta num momento de alta demanda.
Mais altas à frente
 “Qualquer previsão que se fez não considerou uma eventual elevação da moeda americana”, frisa Grisi. Ele acredita que os setores farmacêutico, de alimentos, commodities, imobiliário são alguns dos que devem apresentar altas de preços nos próximos períodos.
Já André Perfeito, economista da Gradual Investimentos, chama a atenção para a alta do açúcar. “O que preocupa um pouco são altas na cadeia do açúcar, na qual os preços são livres, ao contrário dos transportes e da educação, cujos preços são adminsitrados", diz ele. "O açúcar é matéria-prima de uma série enorme de produtos e seu aumento tem impacto no álcool, na gasolina e nos alimentos, por exemplo.”
O aumento do preço do açúcar, que vem sendo observado desde meados de dezembro, já influenciou altas recentes dos índices de preços, como o Índice de Preços por Atacado (IPA), que variou de uma deflação de 1,40%, em dezembro, para 7,22% de alta, em janeiro, sob influência do açúcar cristal.
Os analistas concordam que políticas monetárias serão necessárias para conter a inflação e acreditam que, ainda que o ano seja de eleições, o Banco Central deverá controlar a inflação por meio de elevação do juros. “As autoridades já estão atentas e acredito que o Banco Central não deixará de mexer nos juros se julgar necessário”, afirma Celso Grisi.

Um pouco mais de marketing

O uso da repetição como forma de aprendizado do consumidor (II)
Ensinando o conceito de produção em série para o mundo fashion. A repetição encontra-se com o próprio conceito. O nú, elegante e erótico, pretende ser o elemento de memorização e recuperação do conceito.


Como no comercial anterior, a copy strategy está na reprodução das imagens. Persuade? Parece que sim.

Um pouco de Marketing

O uso da repetição como forma de aprendizado do consumidor (I)
Sempre que se encontre dificuldade em obter a atenção do consumidor para nossas mensagens, os comerciais apelam para a repetição. Entende-se, nesses casos, que a persuasão se fará muito mais pela repetição do que pela argumentação. Como o consumidor não empresta sua atenção aos esforços de marketing, melhor será repitir, pois a custa desse expediente, ajudado por outros elementos de memorização, pode-se criar alguma convicção. Veja um primeiro exemplo:

Interessante será ler o texto. Ele contém um pouco da história da propaganda e de seus nomes mais criativos. A garrafa é repetida por mais seis vezes. A cada repetição (de seu uso) o produto vai se exaurindo. Sugere, pelo esvaziamento, a repetição da compra à busca do benefício do produto. Coisas da imaginação? Talvez.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Dólar na gangorra, outra vez

CENÁRIO-2: DÓLAR CAI APÓS 9 ALTAS E BOLSA SOBE COM APETITE AO RISCO
Veículo: Agência Estado     Data: 02/02/10
Jornalista: Taís Fuoco
Após marcar nove sessões seguidas de alta, o dólar inverteu o rumo neste primeiro pregão de fevereiro, para encerrar em queda firme no balcão, a R$ 1,859. O movimento esteve alinhado ao comportamento da moeda no exterior, diante da volta do apetite pelo risco a partir de indicadores favoráveis da indústria nos EUA, Zona do Euro, Reino Unido e China, que deram força ao euro, às ações e às commodities. Também contribuiu para a apreciação do real um relatório do Goldman Sachs recomendando a venda de dólares para a compra da divisa brasileira, que o banco considera estar em um patamar abaixo do que o potencial da economia aponta. A Bovespa, ressentida nos últimos dias da ausência dos investidores estrangeiros, hoje viu a volta destes players na ponta de compra, denunciada especialmente pela valorização de mais de 3% nos papéis da Vale. Assim, a bolsa brasileira conseguiu avançar para além dos 66 mil pontos, acompanhando também o bom humor em Nova York.
CÂMBIO
O dólar iniciou fevereiro devolvendo parte dos ganhos acumulados no mercado doméstico em janeiro, quando subiu em 17 dos 20 pregões, amparado pelo acirramento da aversão ao risco. Neste primeiro dia do mês, entretanto, a moeda caiu ante o real diante de um cenário mais animador nos mercados internacionais.
Além das notícias internacionais, outro ponto a favor do real nesta segunda-feira foi um relatório do Goldman Sachs recomendando a moeda brasileira. Segundo a agência Dow Jones, o Goldman recomendou hoje aos investidores substituírem seus dólares por reais afirmando que a divisa nacional está sendo negociada hoje a um valor 10% menor do que estava no início do ano, apesar do crescimento do País permanecer forte e acelerado.
Nos EUA, o índice dos gerentes de compra (PMI) sobre a atividade industrial em dezembro acima do previsto impulsionou a alta das bolsas em Nova York, assim como a renda pessoal dos consumidores no último mês do ano.
Perto das 18h10, o índice Dow Jones tinha alta de 0,96%, enquanto o S&P 500 avançava 1,12% e a bolsa eletrônica Nasdaq tinha ganhos de 0,86%.
Como avaliou Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora, não se vê fluxo importante no mercado doméstico de câmbio dos últimos dias e basicamente duas variáveis estão dando o tom à moeda: a recuperação global, especialmente de nações como China e Estados Unidos, e, localmente, a postura do Banco Central em relação à moeda. "Há uma sinalização de que o BC agirá de forma diferente este ano", afirmou a economista.
Sinais dados por autoridades brasileiras no encontro em Davos, na semana passada, passaram a impressão aos operadores de que o governo não tomará medidas para o câmbio e pode até deixar a moeda americana se valorizar mais. Além disso, o Banco Central determinou a obrigatoriedade de registro das operações de proteção (hedge) realizadas no mercado interno e no mercado externo, respectivamente, com instituições financeiras e bolsas, em uma tentativa de coibir especulações e exposições inadequadas ao risco.
Ainda não se sabe, entretanto, se haverá mudança efetiva nas práticas de compra de moeda no mercado à vista para reforçar as reservas internacionais brasileiras. Hoje, a autoridade monetária adquiriu moeda no mercado à vista em leilão encerrado às 15h02, fixando a taxa de corte em R$ 1,8652.
Na opinião de Celso Grisi, diretor presidente do Instituto de Pesquisas Fractal e professor da Universidade de São Paulo, "a tendência do dólar ainda é de alta", na medida em que a economia americana se recupere. Para ele, as preocupações fiscais com países da Europa como Grécia, Espanha e até a França "trazem razões de sobra para derrubar o euro e o dólar continua a ser o porto seguro". Além disso, pondera o professor, "o ritmo de crescimento das economias brasileira e chinesa está mais modesto do que esperávamos".

Como os bancos estrangeiros pensam suas estratégias para o Brasil

Bancos dos EUA ainda têm dificuldade no Brasil
Veículo: DCI - Data: 02/02/10 - José Guerra
SÃO PAULO - O grupo de bancos que mais sofreu com a crise em 2009, os que possuem matriz no exterior, terá duas realidades distintas em 2010. Enquanto os bancos europeus devem investir em crescimento e expansão do crédito, com uma atitude mais agressiva, as instituições norte-americanas devem sofrer com reduções de carteira, devido às incertezas que rondam as matrizes.
Segundo o professor da Brazilian Business School (BBS), Ricardo Torres, os bancos norte-americanos acabaram de repagar os empréstimos feitos pelo Federal reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) e ainda enfrentam uma série de incertezas jurídicas devido à proposta de mudanças na regulamentação. "Como as matrizes estão nessas dificuldades, enquanto perdurarem as incertezas irão reduzir a tomada de risco e ter certa relutância em investir", argumenta. Ainda segundo Torres, essa situação deve durar pelo menos nos seis primeiros meses do ano, até que as instituições tenham uma visão clara do futuro.
O maior banco norte-americano no País, o Citibank - com um total de R$ 44,242 bilhões em ativos até setembro do ano passado, segundo dados do Banco Central - se encaixa nessa ala. Segundo os especialistas, a instituição no País está posicionada de uma forma que não condiz com seu tamanho no mundo, restando como alternativa crescer ou vender.
"O Citi encontra-se em uma zona nebulosa", diz Torres. Isso porque, diz, o banco está muito relacionado às classes mais altas, o que dificulta a aceitação pelas camadas mais baixas.
"Isso não é mais verdade, no entanto é muito difícil mudar essa percepção". Segundo ele, o Citi precisa tomar uma decisão de crescer ou permanecerá na "berlinda" do sistema financeiro. "Isso é uma situação que fragiliza a instituição perante o mercado, sendo mais fácil aparecerem propostas de aquisição por outros bancos".Torres afirma que a situação de fragilidade vem da matriz internacional, que sofreu com a crise financeira. "A matriz acabou perdendo o foco, a personalidade, e isso prejudica a instituição no mundo", diz.
Para o diretor executivo da Fractal Instituto de Pesquisa, Celso Grisi, o Citi deve buscar crescimento e diversificação de mercado. "Isso já foi iniciado. O banco estava muito ligado às grandes empresas e pessoa física mais alta. Porém, já começou uma reestruturação e expansão orgânica para camadas mais baixas e middle market", avalia.
Ainda segundo ele, o banco norte-americano poderia ainda buscar parcerias e aquisições para crescer. "E essa pode ser uma estratégia de outras instituições internacionais para ganhar corpo no País e crescer". Para ele, o Citibank é um banco muito grande "para se conformar com esse tamanho no Brasil".
Em 2009, até dezembro, o Citibank teve um crescimento de 9,2% em seus ativos, a R$ 44,242 bilhões. No período, os depósitos chegaram a R$ 11,9 bilhões, um crescimento de 42%. A carteira de crédito, no entanto apresentou um recuo de 3,6%, a R$ 9,4 bilhões, com o número de agências estável em 127 unidades.
Europeus
Nesse ponto, dizem os analistas, os maiores europeus no País - Santander e HSBC - são muito parecidos com os grandes bancos privados locais, com rede de agências pulverizada e captação interna. Por isso, diz Torres, da BBS, a expansão em 2010 deverá ser parecida com as instituições locais. "Há vontade de crescer e expandir o crédito", diz.
Além disso, há o interesse de outras instituições em entrar no País. "Depois da crise, há uma distinção entre o posicionamento europeu. A União Européia vê grandes possibilidades no país e há mais bancos interessados neste mercado".
Segundo Grisi, da Fractal, enquanto os bancos brasileiros estão interessados em se internacionalizar, os estrangeiros querem aumentar a participação no País. "Os bancos internacionais devem buscar uma posição no Brasil, não só como bancos de investimento, mas também com uma estrutura mais próxima de bancos de varejo", diz, no que incluiria assumir mais riscos e projetos de investimentos. Ainda segundo ele, o Brasil é visto como um local interessante para se fazer negócios e "deve ser uma das prioridades dos bancos".

Internacionalização chega aos bancos brasileiros

Fora de casa e contra a torcida adversária
o jogo fica mais difícil

Vestir a camisa?

Para profissionais de RH
Desagrada-me, como palestrante, professor ou mesmo como consultor, ser apresentado a um grupo formado pelos chamados high potentials. A idéia contida nessa expressão é arrogante, elitista, excludente e, pior, sempre falsa. Sob essa expressão, desnecessariamente americana, tenho convivido com alguns indivíduos que o senso comum cunha com outra expressão, igualmente deselegante, os “jegues”.
Desagrada-me mais ainda ouvir que, nos tempos de hoje, as pessoas estão mais comprometidas com seus projetos pessoais do que com as organizações em que trabalham. E que, para acelerar sua ascensão profissional, indivíduos mudam rapidamente de uma empresa para outra.
Finalmente, desagrada-me saber que, a pretexto do desenvolvimento de intra-empreendedores, as remunerações variáveis superam as remunerações fixas, tudo escamoteado sob a capa da valorização do profissional, desnecessariamente classificado em língua inglesa, como results oriented.
A hipocrisia da teorização sobre gestão de pessoas veio abaixo com a crise financeira internacional. Em português, dir-se-ia apenas, ruiu. Ou de forma mais grosseira e deselegante, “sujou geral”.
O Valor Econômico de hoje dá conta de que o Banco Central colocou, em audiência pública, proposta para regulamentar a remuneração dos administradores e funcionários de instituições financeiras. Tudo sob recomendação do G-20, que objetiva desencorajar práticas que levam à assunção de riscos excessivos, como forma de fortalecer a estabilidade do sistema e alinhar as práticas de remuneração com a criação de valor a longo prazo ( o grifo é meu). O Valor frisa que “um dos pontos é a vinculação de ao menos 50% do salário variável do executivo – bônus- ao valor da ação do banco, ou seja, se a preformance do banco é boa e leva à alta no valor do papel, a remuneração do executivo aumenta, e vice –versa. Outra medida é fazer com que ao menos 40% do bônus ocorra a cada três anos- o que possibilitará que , caso uma decisão do administrador, tomada no ano se mostre negativa no futuro, o bônus caia.”
A verdade é que o G-20 identificou, como uma das maiores causas de crises como essa, o fato de que a busca por maiores bônus faz com que os executivos de bancos aumentem os riscos das operações financeiras.
Agora, bônus só para quem pensar a empresa no longo prazo. Não dá mais para ficar “pulando de galho em galho”, à busca de promoções motivadas pelo arrojo das decisões com o dinheiro alheio, pela criatividade inconseqüente e pela busca dos interesses pessoais.
Voltou-se a valorizar o pensamento estratégico. Comprometido com a organização, seus valores, seus colaboradores, seus consumidores, seus fornecedores.
O caminho pede um retorno à ética. Mais que os resultados, importam os meios de produzi-los, o respeito aos públicos relevantes da organização. Funcionários, fornecedores, consumidores importam. Importam mais do que o lucro para além do razoável. Importam mais do que a remuneração excessiva de poucos. Comprometimento com organizações volta a ser critério para subir na vida, pois, no frigir dos ovos, o G-20 preservou à ganância seu verdadeiro status: de pecado capital.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Enquete

Multilateralismo e Bilateralismo
Entre os votantes as políticas de comerciais brasileiras não devem por em oposição esses conceitos. Ao contrário, os acordos internacionais de comércio devem obedecer ao surgimento das oportunidades para o Brasil e à conveniência para os objetivos nacionais nessa área.
Em matéria de comércio, parece haver duas concordâncias bem fortes entre nós: pragmatismo e busca por resultados.
Nada que surpreenda muito, afinal somos todos gestores de algum negócio ou comprometidos com a formação de opiniões em nossos setores de atuação.

Campus Party e as sutis mudanças

Um evento que surgiu pequeno na Espanha há 13 anos e chegou ao Brasil em 2007, mostra como o comportamento de uso das mídias vem mudando.

O público nerd, geek e plugado aderiu em massa ao CAMPUS PARTY. Este ano atingiu 7000 participantes, 600 palestras e (evidentemente) 48.000 participantes on line.

Toda essa “Mob Scene”é óbvia para quem está convivendo com as mudanças no mundo on line. O que é inusitado foi a presença de todos os presidenciáveis no evento. Serra, Dilma e Marina compareceram ao evento e esta aparição vai muito além de uma campanha de marketing político. Sabemos que nenhum dos três nunca foi vanguardista em mídias on line e muito menos geek ...(ok,ok, o Serra pode ser uma exceção...)

Entretanto uma análise mais profunda mostra a crescente importância que os atores de todas as mídias dão a busca de palcos na mídia on line. De olho nisso é que os políticos foram ao evento.Para estar no centro das discussões e influenciar os formadores de opinião (termo desgastado, mas como definir um blogueiro e um twitteiro que têm milhares de seguidores??)

Onde poderíamos encontrar maior número de geeks que no CAMPUS PARTY?

Vejam parte do artigo da presidenciável Marina Silva publicado na FSP -1 fev 2010-: “Entendi melhor isso na Campus Party, na última semana, em São Paulo. Quem poderia prever, poucas décadas atrás, a formidável expansão do universo das redes de relacionamento e troca de informação via internet?” E segue: “O que mais me comoveu foi ter reconhecido naqueles jovens o mesmo inconformismo, generosidade e disposição para mudar o mundo que em outras gerações se manifestavam de outras formas.”

Ela também descreve um “batismo digital”, uma espécie de iniciação digital. Trata-se de um evento bastante heterodoxo, a desconferência, onde convidado e plateia estão quase no mesmo nível de protagonismo e a conversa toma o rumo que essa interação permite. Essa descrição da desconferência é fantástica. É este o ponto que faz diferenciar a mídia on line da off line: a destruição da hierarquia entre os usuários da mídia. Ao perceber isso a Marina tomou o Santo Daime virtual. Pode ter sido a conversão de um presidenciável...

Evidente que para muitos dos plugados a presença ( e o "batismo") dos presenciáveis não siginifica nada. Principalmente se estes candidatos não interagirem no mundo virtual (não adianta estar presente fisicamente se não for relevante no mundo virtual). E isso dá trabalho.

Quem criou e mantém um blog ou um microblog sabe que dá mais trabalho que um filho ( e a analogia não é gratuita: Tem que alimenta-lo no mínimo 2 vezes ao dia, compartilhar dúvidas, responder questionamentos ,ser relevante e dentro do possível manter a coerência....)

É sintomático que os presidenciáveis também tenham percebido a importância a WEB.

Colaborou Prof Ramiro Gonçalez
Inteligência de Mercado – FIA USP

Um belo braço de ferro pela frente.

Em Davos, Banqueiros se movimentam
Os banqueiros internacionais, sobretudo os americanos e europeus, vão se encontrar com os principais reguladores do sistema financeiro mundial, nessa semana. O encontro será com o Conselho de Estabilidade Financeira, criado pelo G-20. Participam desse Conselho representante do FMI e do Banco de Compensações Internacionais. A reunião contará até com representante chines.
A primeira tarefa será a de definir as reais funções que um banco de ter na sociedade financeira atual. Os banqueiros sustentam que regulamentações criadas por motivações políticas e populistas serão ineficazes. Para produzir resultados, as regras devem ser adotadas mundialmente e supervisionadas dessa mesma maneira.
A reforma proposta quer limitar o tamanho das instituições financeiras para evitar eventuais contágios. A idéia aqui é a de limitar suas repercussões sobre outros agentes econômicos, em caso de quebra. Por outro lado, as novas regras obrigariam as instituições financeiras a limites maiores de capitalização, reduzindo sua alavancagem e obrigando-as a níveis mais elevados de liquidez. Essas medidas, ainda que desejáveis, poderiam comprometer fortemente o resultado da operação bancária. É aí que o carro está pegando.
Mas a proposta vai além. Ela sugere que as operações dos bancos comerciais e dos bancos de investimento sejam totalmente separadas, para que o dinheiro dos depositantes e suas popanças não corram os riscos de uma operação típica dos bancos de investimentos. E que, por essa forma, os riscos das operações estruturadas e de engenharia financeira, não venham a contaminar, pelo menos com o vigor que assistimos recentemente, as economias, as populações e todas suas classes produtivas.
Como se sabe, quanto maior o risco, maior o lucro. Acionistas americanos e europeus certamente não concordarão com isso. Pois, pois os riscos eles sempre distribuem em proporção maior que os lucros em suas operações. Essas assimetrias nos países desenvolvidos podem até ter sido causa para que tenham atingido esse estágio de riqueza. Entretanto, eles passam a ser inadimissíveis na vida moderna. O combate à pobreza e às desigualdades não pode ser anulado por crises que poderiam se evitadas.
Vamos acompanhar isso tudo, por que uma coisa é certa, do jeito que está não vai ficar.

França não quer acompanhar a Espanha e a Grécia em matéria de finanças públicas

A França anuncia ajuste fiscal rigoroso
O ministro François Fillon anunciou, logo após discurso do Sarkozy, em Davos, um plano financeiro ambicioso, baseado em rigoroso ajuste fiscal. As despesas públicas serão congeladas até 2013. A meta fixada para o déficit público, nesse ano, é de 3,0%. ”Nós estamos determinados a fazer esforços sem precedentes que necessitarão de uma mobilização nacional”, disse o ministro.
Parece que todos os estados estão às voltas com desequilíbrios financeiros agudos. De um lado, as demandas sociais têm aumentado muito nesses últimos 10 anos. Mas, também é verdade que a eficiência das máquinas públicas, sob qualquer regime político, deixa sempre muito a desejar. Sob todo os aspectos, a vida em sociedade tem ficado mais cara. Os padrões de exigência, movidos por novos valores, trazem novas necessidades e desejos e novas exigências nos planos individuais e sociais.
Na abertura do WEF 2010, o presidente francês, falando a outros chefes de estado e à elite empresarial mundial, insistiu na idéia de um capitalismo voltado para o social. Mas, um corte dessa natureza, anunciado pelo seu minissro, certamente atingirá as áreas assistencial e social de seu governo. Então, é de esperar pela redução do tamanho do estado frances. Vamos ver como isso será encaminhado. Vontade esse presidente já manifestou em sua campanha. Aliás, esta devendo isso a seus eleitores.

Divisas: um mercado difícil de prever e controlar

Queda do Euro na semana que passou
Atribui-se, aqui na Europa, a queda do euro para 1,39 dólares a duas razões. A primeira ligada ao anúncio do alto crescimento da economia americana no último trimestre de 2009. A segunda relaciona-se à dívida grega, muito discutida em Davos, e que assusta o mercado internacional. A União Européia prometeu solidariedade, mas não se comprometeu ainda definitivamente com a ajuda financeira. A tendência, então, foi refugiar-se no dólar, ainda mais que a economia americana mostrou-se com esse novo vigor.
Para países como Alemanha, Itália e França, a queda do euro melhora suas competitividades nas exportações. Cria também uma vertente, pelo menos inicial, de recuperação do emprego e do crescimento econômico. Tudo o que esses países precisam, nesse instante. É só esperar e conferir.