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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Menor risco, menor taxa, maior crescimento

Crescimento do emprego vai bombar
o crédito consignado
Em 2008, com a crise financeira mundial, as empresas privadas no Brasil fizeram fortes ajustes, reduzindo sua produção e enxugando seu quadro de pessoal.
A inadimplência para os créditos garantidos pela folha de pagamento subiu, como era de se esperar. De repente tudo começou a mudar. As taxas de desemprego reduziram-se sucessivamente, até alcançar esse mês, o nível mais baixo dos últimos anos. Melhor ainda porque os números de empregos novos, com carteiras assinadas, continuam a subir.
Para bombar ainda mais o mercado, os beneficiários do INSS tiveram bons reajustes em seus ganhos, ao mesmo tempo em que a folha do funcionalismo público cresceu em quase todas as unidades da federação e no próprio governo central, sempre pródigo com seu aparelhado quadro de servidores.
Com tudo isso, podemos esperar que os consignados, que hoje representam apenas 13,6% de todos os empréstimos feitos às pessoas físicas, possam chegar rapidamente aos 20%. Afinal esse empréstimo tem favorecido a patrimonialização das classes assalariadas desse país.

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